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Revista Sannyasin 05

Revista Sannyasin 05

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Sannyasin
Novembro / Dezembro 2010
 
 
Índice
Editorial...................................................................... CristoAvadhut Gita.............................................................. A canção do ascetaComentários Sermão da Montanha........................ Swami PrabhavanandaA unidade além da dualidade.................................... Bede GriffithsAssim falou Vivekananda........................................... Jnãna YogaA necessidade de princípios universais religiosos.... Paramahansa YoganandaO significado do “OM”................................................ Swami DayanandaO ensinamento espiritual........................................... Sri RamakrishnaO Poder do amor....................................................... Sri ChinmoyPensamentos............................................................. Diversos pensadores
 
Sannyasin
 
 
"
Todas as religiões são verdadeiras; são apenas diferentes caminhos que levam ao mesmo Deus" 
Sri Ramakrishna 
 
Número 05 NOVEMBRO/DEZEMBRO 2010
Elaborada por: Dario Djouki Contato: sannyasin-editorial@hotmail.com
 
 
CRISTO
Bem disse Cristo:
Ninguém pode chegar ao Pai, senão por mim.
Esta é a verdade, pois onde poderemos ver o Pai, senão no Filho? Todo ser humano, pormais pobre e mísero que seja, é um templo de Deus, um reflexo de Deus que enche ouniverso, mas que se manifesta por intermédio de um verdadeiro instrutor.Todos nós reconhecemos que Deus existe, embora não o vejamos nem o compreendamos;porém se compararmos um genuíno Instrutor com o conceito que temos formado de Deusresultará que o caráter do Instrutor supera o nosso conceito de Deus e verificamos que nãopodemos formar um conceito que supere o caráter do Instrutor que se nos manifesta comoencarnação pessoal de Deus. A divina encarnação dos judeus, que nela creram, foi Cristo.Quando Cristo nasceu, os judeus se achavam em um estado de estagnação e só seocupavam de minúcias e pormenores, sem dar atenção ao essencial.Cristo velo ao mundo, para dar um novo Impulso à humanidade, na Palestina. Os fariseus esaduceus podiam ter sido hipócritas e ter feito o que não deviam, porém foram a causa e oInstrutor Cristo foi o efeito. Embora os rituais, a liturgia, as cerimônias, as formalidades epormenores acessórios da religião, às vezes, causem riso, acumulam não pouca energia e,precisamente, esta energia estava acumulada no formalismo religioso dos judeus.Rodeados de inimigos por todos os lados, estavam recolhidos no recinto onde foramencerrados pela força militar dos romanos e a mentalidade dos gregos; não obstante,conservavam a energia racial, até hoje mantida pelos seus descendentes. Não era possívelque essa energia ficasse comprimida por muito tempo; por isso encontrou sua expansão nocristianismo, no Instrutor Jesus de Nazareth, apelidado a Cristo, como a Gautamaapelidaram o Buda.Cada Instrutor surge em harmonia com a época, como criação do passado de sua raça einiciador da futura. A causa de hoje é o efeito do passado e causa do futuro. Nesta situaçãose encontra o Instrutor, que encarna aquilo que de melhor e mais nobre há em sua raça,sendo ao mesmo tempo o impulsionador do futuro da humanidade.Por isso disse: "Não crede que vim mudar a lei, mas sim cumpri-la."Devemos considerar que Jesus, o Cristo, era oriental, embora os pintores se empenhem emfigurá-lo com olhos azuis e cabelos louros. Também a Bíblia é oriental em seus doistestamentos; aliás, suas descrições, comparações, imagens e metáforas denotam estilooriental. As cenas, os lugares, as atitudes, os personagens, a linguagem poética que nosfala do aguilhão, do deserto, dos vales com seus lírios, do brilhante firmamento, dosrebanhos, das mulheres que com o cântaro na cabeça vão buscar água no poço, dosmoinhos, dos arados e de tudo quanto atualmente se vê na Ásia, como prova do primitivotrabalho do homem, tudo isso é oriental.A voz da Ásia tem sido a voz da religião. A voz da Europa tem sido a voz da Política. Cadaum é grande em sua própria esfera. A voz da Europa é a voz da antiga Grécia. Para osgregos sua nação era tudo. Quem não falava sua língua era bárbaro e não tinha direito àvida. Segundo os gregos, tudo isso que faziam era justo e perfeito; o resto que se fazia nomundo era incorreto.
EDITORIALEDITORIALEDITORIALEDITORIAL

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