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CUIDADO INTEGRAL DAS DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

CUIDADO INTEGRAL DAS DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

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Diretrizes e RecomendaçõesCUIDADO INTEGRAL DEDOENÇAS CRÔNICASNÃO-TRANSMISSÍVEISPromoção da Saúde, Vigilância,Prevenção e Assistência.Setembro
2007
 
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SUMÁRIO1 Apresentação2 Análise da Situação de Saúde3 Objetivos3.1 Geral3.2 Específicos4 Cuidado Integral de DCNT: a integração de políticas públicas5 Diretrizes5.1 Fortalecimento dos Sistemas de Vigilância em Saúde para oCuidado Integral de DCNT5.2 Fortalecimento das Ações de Promoção da Saúde no CuidadoIntegral de DCNT5.3 Fortalecimento e Reorientação dos Sistemas de Saúde para oCuidado Integral de DCNT5.4 Monitoramento e Avaliação6 Doenças Crônicas não Transmissíveis e as Políticas Sanitárias7 O Governo Brasileiro e a Agenda Internacional7.1 Metas da OMS frente às DCNT8 Referências Bibliográficas9 Anexos9.1 Indicadores de monitoramento e avaliação da atenção básica9.2 Indicadores de Monitoramento do PAP9.3 Indicadores da Promoção no Pacto pela Saúde9.4 Lista de Abreviaturas9.5 Grupo Redator
 
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1. Apresentação
 
O dia 22 de fevereiro de 2006 marca um momento importante na organização do planejamento, financiamento e gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) devido à publicação da Portaria GM nº 399, que institui as Diretrizes Operacionais do Pacto PelaSaúde. Na definição das três dimensões do Pacto Pela Saúde – pela Vida, em Defesa doSUS e de Gestão –, Ministério da Saúde (MS), Conselho Nacional de Secretários de Saúde(CONASS) e Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS)desenvolveram um processo de construção de consensos e de atribuição deresponsabilidades, ratificando a autonomia dos entes federados como expresso no textoconstitucional. Nas diretrizes do Pacto Pela Vida, bem como na sua regulamentação (Portaria GMnº 699, 30 de março de 2006), as três esferas de gestão do sistema sanitário explicitam suasresponsabilidades e estabelecem um compromisso de articulação solidária e cooperativa para trabalhar em torno de seis prioridades da situação de saúde da população brasileira. Deacordo com os gestores do SUS, são focos nacionais e prioritários de atuação: a saúde doidoso; o controle do câncer de colo uterino e da mama; a redução da mortalidade infantil ematerna; o fortalecimento da capacidade de resposta às doenças emergentes e endemias,com ênfase na dengue, hanseníase, tuberculose, malária e influenza; a promoção da saúde eo fortalecimento da atenção básica.As prioridades nacionais pactuadas revelam exatamente alguns dos desafiosdemográficos, epidemiológicos e de gestão sanitária que um país em desenvolvimento,como o Brasil, tem no contemporâneo. Assim, nelas encontram-se: a preocupação com oenvelhecimento populacional ativo e saudável; a existência de uma dupla carga deenfermidades – transmissíveis e não transmissíveis; a consciência de que a saúde édeterminada socialmente e pede a melhoria das condições e da qualidade de vida dascoletividades para existir; e a necessidade de um modelo de organização do sistema desaúde que esteja mais próximo dos cenários em que vivem sujeitos e coletividades e, portanto, possa compreendê-los melhor e intervir de forma mais resolutiva e integrada.

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