Welcome to Scribd. Sign in or start your free trial to enjoy unlimited e-books, audiobooks & documents.Find out more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword
Like this
14Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
adduo - DL_75.2010_ 23.jun - republicacao_ECD_v3-2c+indice; 2010.set.18

adduo - DL_75.2010_ 23.jun - republicacao_ECD_v3-2c+indice; 2010.set.18

Ratings: (0)|Views: 896|Likes:
Published by ad duo

More info:

Published by: ad duo on Nov 04, 2010
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

10/22/2011

pdf

text

original

 
 Ad duo
 
18 de Setembro de 2010 http://adduo.blogspot.com
|
 
adduo.blog@gmail.com
 
|
 
1
 
 Tendo em conta que não há uma versão completado novo ECD,
 Ad duo 
apresenta o articulado doECD com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 75/2010, de 23 de Junho.Por ser um documento de trabalho, não dispensa aconsulta dos diplomas legais. A
negrito 
com tipo de letra diferente estãoinseridas as alterações introduzidas pelo DL75/2010. Apresenta-se no fim o DL 75/2010 à excepção dosartigos que implicaram a nova redacção do ECD.Por outro lado, pode ser necessário o cotejo com osdiplomas anteriores, nomeadamente os Decreto-Lein.º 15/2007, 19.jan e n.º 270/2009, 30.set.
Estatuto da Carreira dos Educadoresde Infância e dos Professores dosEnsinos Básico e Secundário
(Preâmbulo do DL 75/2010)
O Programa do XVIII GovernoConstitucional estabelece como um dos objectivosfundamentais para a actual legislatura, em matéria deeducação básica e secundária, a valorização dotrabalho e da profissão docente.O sistema de avaliação, já aplicado no cicloavaliativo 2007-2009 e a decorrer no actual ciclo de2009-2011, ao permitir a efectiva avaliação de todosos docentes, com o objectivo de identificar,promover e premiar o mérito e valorizar aactividade lectiva, representou um passo decisivo namelhoria da qualidade da escola pública, do serviçoeducativo e na valorização da profissão docente,através da imposição de critérios de exigência.Recolhendo os contributos adquiridos daaplicação deste regime, foi iniciado o processo derevisão e aprofundamento do sistema de avaliação edesempenho da actividade docente. Nesse sentido, ena sequência do processo negocial desenvolvidocom as organizações sindicais representativas dopessoal docente, foi celebrado, no dia 8 de Janeirode 2010, o Acordo de Princípios para a Revisão doEstatuto da Carreira Docente e do Modelo de Avaliação dos Professores dos Ensinos Básico eSecundário e dos Educadores de Infância. A revisãoagora aprovada, que concretiza o referido acordo deprincípios, introduz alterações no sistema deavaliação de desempenho dos docentes, comconsequências nas regras de progressão na carreira.Deste modo, é reforçado o papel da avaliação namelhoria da qualidade da escola pública e do serviçoeducativo e na valorização do trabalho e daprofissão docente.Em primeiro lugar, reforça-se a articulaçãoentre a avaliação do desempenho, agora comprocedimentos mais simplificados, e a progressão nacarreira. Assim, por um lado, os docentes commelhores resultados na avaliação de desempenhosão premiados com a progressão mais rápida, aomesmo tempo que, por outro lado, se permitediagnosticar situações que careçam de intervenção. A valorização do mérito traduz-se não só nasbonificações de tempo de serviço para progressãona carreira, mas também na progressão aos 5.º e 7.ºescalões sem dependência de vaga para os docentesque obtenham na avaliação de desempenho asmenções qualitativas de
 Muito Bom 
ou de
Excelente.
Em segundo lugar, quanto à diferenciaçãodos desempenhos, manteve-se a adequadaarticulação com o modelo de avaliação dodesempenho da generalidade dos trabalhadores da Administração Pública, ao continuar vigente a regrada fixação de uma percentagem máxima para asmenções qualitativas de
 Muito Bom 
e de
Excelente 
.Em terceiro lugar, instituem-se modalidadesde supervisão da prática docente, como forma degarantir a qualidade do serviço educativo prestado ea progressão na carreira, designadamente nosescalões onde é fixada contingentação através de vagas.Em quarto lugar, valoriza-se a senioridadena profissão, ao propiciar-se a docentes situadosnos últimos escalões da carreira a sua dedicação adiversas funções especializadas.Por fim, a carreira docente passa aestruturar-se numa única categoria, terminando adistinção entre professores e professores titulares,
 
 Ad duo
 
18 de Setembro de 2010 http://adduo.blogspot.com
|
 
adduo.blog@gmail.com
 
|
 
2
 
mantendo-se como mecanismos de selecção, paraingresso numa profissão cada vez mais exigente, aprova pública e o período probatório. Mantém-seigualmente uma estrutura de carreira que valoriza epremeia o mérito e o resultado da avaliação dedesempenho, sendo fixada contingentação atravésde vagas em dois momentos ao longo da carreira.Ressalve-se, por último, que asmodificações agora aprovadas visam melhorar osistema de avaliação dos docentes e dirigem-seespecificamente a esse fim. Assim, sem prejuízo deuma revisão global do Estatuto que proceda àexplicitação terminológica face à lei, as presentesmodificações não pretendem contrariar oenquadramento normativo geral em vigor.Em síntese, ao introduzir este conjunto dealterações no Estatuto da Carreira Docente e na Avaliação do Desempenho, o Governo teve comoobjectivos essenciais garantir uma efectiva avaliaçãodo desempenho docente com consequências nacarreira e a valorização do mérito. Estas alterações visam a melhoria da qualidade da escola pública,procurando proporcionar às escolas e a todos osintervenientes no processo educativo um clima detranquilidade que favoreça o cumprimento daelevada missão da escola pública, promover omérito e assegurar a prioridade ao trabalho dosdocentes com os alunos, tendo em vista o interessedas escolas, das famílias e do País.CAPÍTULO I
Princípios gerais
 Artigo 1.º
 Âmbito de aplicação
1 - O Estatuto da Carreira dos Educadores deInfância e dos Professores dos Ensinos Básico eSecundário, adiante designado por Estatuto, aplica-se aos docentes, qualquer que seja o nível, ciclo deensino, grupo de recrutamento ou área de formação,que exerçam funções nas diversas modalidades dosistema de educação e ensino não superior, e noâmbito dos estabelecimentos públicos de educaçãopré-escolar e dos ensinos básico e secundário nadependência do Ministério da Educação.2 - O presente Estatuto é ainda aplicável, com asnecessárias adaptações, aos docentes em exercícioefectivo de funções em estabelecimentos ouinstituições de ensino dependentes ou sob tutela deoutros ministérios.3 - Os professores do ensino português noestrangeiro bem como os docentes que seencontrem a prestar serviço em Macau ou emregime de cooperação nos países africanos de línguaoficial portuguesa ou outros regem-se por normaspróprias. Artigo 2.º
Pessoal docente
Para efeitos de aplicação do presente Estatuto,considera-se pessoal docente aquele que é portadorde qualificação profissional para o desempenho defunções de educação ou de ensino, com carácterpermanente, sequencial e sistemático, ou a títulotemporário, após aprovação em prova de avaliaçãode conhecimentos e de competências. Artigo 3.º
Princípios fundamentais
 A actividade do pessoal docente desenvolve-se deacordo com os princípios fundamentaisconsagrados na Constituição da RepúblicaPortuguesa e no quadro dos princípios gerais eespecíficos constantes dos artigos 2.º e 3.º da Lei deBases do Sistema Educativo.CAPÍTULO II
Direitos e deveres
SECÇÃO I
Direitos
 Artigo 4.º
Direitos profissionais
1 - São garantidos ao pessoal docente os direitosestabelecidos para os funcionários e agentes doEstado em geral, bem como os direitos profissionaisdecorrentes do presente Estatuto.
 
 Ad duo
 
18 de Setembro de 2010 http://adduo.blogspot.com
|
 
adduo.blog@gmail.com
 
|
 
3
 
2 - São direitos profissionais específicos do pessoaldocente:
a)
 
Direito de participação no processoeducativo;
b)
 
Direito à formação e informação para oexercício da função educativa;
c)
 
Direito ao apoio técnico, material edocumental;
d)
 
Direito à segurança na actividadeprofissional;
e)
 
Direito à consideração e ao reconhecimentoda sua autoridade pelos alunos, suas famílias edemais membros da comunidade educativa;
 f)
 
Direito à colaboração das famílias e dacomunidade educativa no processo de educaçãodos alunos.
 g)
 
Direito à negociação colectiva nostermos legalmente estabelecidos.
 Artigo 5.º
Direito de participação no processo educativo
1 - O direito de participação exerce-se no quadro dosistema educativo, da escola e da relação com acomunidade.2 - O direito de participação, que pode ser exercidoa título individual ou colectivo, nomeadamenteatravés das organizações profissionais e sindicais dopessoal docente, compreende:
a)
 
O direito a emitir opiniões erecomendações sobre as orientações e ofuncionamento do estabelecimento de ensino edo sistema educativo;
b)
 
O direito a participar na definição dasorientações pedagógicas ao nível doestabelecimento de ensino ou das suas estruturasde coordenação;
c)
 
O direito à autonomia técnica e científica eà liberdade de escolha dos métodos de ensino,das tecnologias e técnicas de educação e dos tiposde meios auxiliares de ensino mais adequados, norespeito pelo currículo nacional, pelos programase pelas orientações programáticas curriculares oupedagógicas em vigor;
d)
 
O direito a propor inovações e a participarem experiências pedagógicas, bem como nosrespectivos processos de avaliação;
e)
 
O direito de eleger e ser eleito para órgãoscolegiais ou singulares dos estabelecimentos deeducação ou de ensino, nos casos em que alegislação sobre a sua gestão e administração opreveja.3 - O direito de participação pode ainda serexercido, através das organizações profissionais esindicais do pessoal docente, em órgãos que, noâmbito nacional, regional autónomo ou regional,prevejam a representação do pessoal docente. Artigo 6.º
Direito à formação e informação para oexercício da função educativa
1 - O direito à formação e informação para oexercício da função educativa é garantido:
a)
 
Pelo acesso a acções de formação contínuaregulares, destinadas a actualizar e aprofundar osconhecimentos e as competências profissionaisdos docentes;
b)
 
Pelo apoio à autoformação dos docentes,de acordo com os respectivos planos individuaisde formação.2 - Para efeitos do disposto no número anterior, odireito à formação e informação para o exercício dafunção educativa pode também visar objectivos dereconversão profissional, bem como de mobilidadee progressão na carreira. Artigo 7.º
Direito ao apoio técnico, material e documental
O direito ao apoio técnico, material e documentalexerce-se sobre os recursos necessários à formaçãoe informação do pessoal docente, bem como aoexercício da actividade educativa.
 Artigo 8.º
Direito à segurança na actividade profissional1 - O direito à segurança na actividade profissionalcompreende:
a)
 
 A prevenção e redução dos riscosprofissionais, individuais e colectivos, através daadopção de programas específicos dirigidos àmelhoria do ambiente de trabalho e promoçãodas condições de higiene, saúde e segurança doposto de trabalho;
b)
 
 A prevenção e tratamento das doenças que venham a ser definidas por portaria conjunta dos

You're Reading a Free Preview

Download
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->