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MEC, SESU, CEAU - Diretrizes Cursos de Arquitetura

MEC, SESU, CEAU - Diretrizes Cursos de Arquitetura

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Orientações da comissão especial de ensino de arquitetura e urbanismo - CEAU, da secretária de ensino superior - SESU, partes integrantes do Ministério da Educação, sobre a abertura de cursos de arquitetura e urbanismo.
Orientações da comissão especial de ensino de arquitetura e urbanismo - CEAU, da secretária de ensino superior - SESU, partes integrantes do Ministério da Educação, sobre a abertura de cursos de arquitetura e urbanismo.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOSECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIORComissão de Especialistas de Ensino de Arquitetura e Urbanismo
 
PERFIS DA ÁREA 
 
&
 
PADRÕES DE QUALIDADE
 Expansão, Reconhecimento e Verificação Periódica dos Cursos de Arquitetura eUrbanismoINTRODUÇÃOHISTÓRICO
Condições de Ensino Oferecidas pelos Cursos de Arquitetura eUrbanismo
Fenômeno do Barateamento
PERFIS DA ÁREA 
 
Natureza da Profissão de Arquiteto e Urbanista: Habilitação Única deCaráter Nacional
 
PADRÕES DE QUALIDADE
 
Requisitos para a Abertura e Funcionamento dos Cursos
 
Trabalho Final de Graduação: Exame de Qualificação
 
Diretrizes Curriculares Gerais: Conteúdos Mínimos – Portaria 1770/94
 
ROTEIROS DE VERIFICAÇÃO
 
Autorização para Abertura de Cursos
 
COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO DE ESPECIALISTAS
 
 
2
 INTRODUÇÃO
Considerando que os
perfis da área
e os
padrões de qualidade
são fundamentais para aapresentação e análise dos pedidos de
autorização
para abertura de novos cursos, de
reconhecimento
daqueles que estão em implantação e de
verificação periódica
dos que jáse encontram em funcionamento, a CEAU, em resposta às necessidades prementes de análisedos pedidos de abertura de cursos novos em instituições isoladas, apresenta ao ConselhoNacional de Educação documento sistematizando contribuições anteriores e novas propostaspara o trabalho a ser realizado .Os pedidos de novos cursos se inscrevem na análise da expansão de cursos de arquitetura eurbanismo no país e dentro do processo em curso de avaliação e fortalecimento dessa área deensino superior . Eles vêm se juntar a um número ainda desconhecido de outros novos cursosdecorrentes da autorização de novas universidades nos últimos anos*
1
.O processo de avaliação da área de ensino de Arquitetura e Urbanismo está estruturado emquatro tempos: reconhecimento da área, auto avaliação conjunta da área, avaliação interna doscursos e avaliação externa dos cursos e dos estudantes a se formarem .O primeiro tempo, iniciado em 1990, consistiu no
reconhecimento
(
estado da arte
) da área apartir do Inventário dos Cursos de Arquitetura e Urbanismo conduzido pela AssociaçãoBrasileira de Ensino de Arquitetura - ABEA. A oportunidade de ver o outro e ver-se a si própriopreparou e abriu caminho para um segundo tempo de
auto avaliação
. As conclusões daetapa de auto avaliação conjunta da área de ensino, desenvolvida com os cursos previamentee durante os Seminários Regionais e Nacional, realizados no período de 1993 a 1994,subsidiaram a definição dos padrões de qualidade e o enunciado dos requisitos estabelecidospara a abertura e funcionamento dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, e referenciados napublicação
“Ensino de Arquitetura e Urbanismo - Condições & Diretrizes”
*
2
 O período de 95 a 96 correspondeu
 
à
avaliação interna
de todos os cursos - em implantação(32 cursos) ou em funcionamento (53 cursos). Cada um deles, num total de 85 cursosexistentes no país, teve a oportunidade de reavaliar internamente seu projeto pedagógico e acorrespondente prática acadêmica, para poder 
“redesenhar 
seu currículo pleno, adequando-o às exigências decorrentes de uma nova base legal expressa nas Diretrizes Curriculares eConteúdos Mínimos de 1994, e na nova legislação para o ensino superior (LDB).A
avaliação externa
- quarto tempo a ser realizado, tem duas vertentes: uma, correspondente
à verificação periódica dos cursos
, a outra,
ao exame anual de qualificação dos alunosconcluintes
- Trabalho Final de Graduação .As
necessidades diagnosticadas
e a
natureza da profissão de arquiteto e urbanista
 definem as exigências para a educação escolarizada dos arquitetos e urbanistas eestabelecem padrões de qualidade para o ensino na área. Para tanto, foi fundamental acontribuição das entidades profissionais, de ensino e de estudantes. A legislação queregulamenta a profissão foi considerada de maneira a atender às exigências legais a ela
1
Os dados da CEAU indicam, somente no ano de 1995 , um crescimento de 15% de novos cursos de arquitetura eurbanismo, oferecidos por universidades recém autorizadas .
 
2
CEAU - Comissão de Especialistas de Ensino de Arquitetura e Urbanismo. Amorim, L.M.E.; Claro, A;Meira, M.E.; Silveira, R.P.G.
”Ensino de Arquitetura e Urbanismo - Condições & Diretrizes”.
 SESu/MEC, Brasilia-DF, 1994.
 
 
3
atinentes. A história da profissão serviu para reafirmar as características que ao longo dosmilênios marcaram o trabalho dos arquitetos e urbanistas - das mais remotas civilizações aosdias de hoje - e que podem ser constatadas no acervo edificado, no desenho das cidades, emobras de arte e em documentos que fazem parte do patrimônio da humanidade.Os dois primeiros tempos deste processo de avaliação conjunta contribuíram, ainda, para adefinição das novas diretrizes curriculares presentes na Portaria Ministerial n.º 1770 de 21 dedezembro de 1994, onde
conteúdos, diretrizes e condições essenciais
, e portanto, exigíveispara todos os cursos de arquitetura e urbanismo, estão enunciados de maneira a preservar as
características da profissão
, as
exigências legais
da regulamentação profissional e o
referencial de qualidade
necessário à educação e ao exercício profissional dos arquitetos eurbanistas.As diretrizes curriculares estabelecem um princípio essencial:
os conteúdos devem ser 
 
necessariamente oferecidos em condições adequadas
. Assim, por exemplo, sendoInformática matéria obrigatória para os alunos, obrigatória é a existência de computadoresdisponíveis para os estudantes .O objetivo é a recuperação das condições materiais dos cursos, superando o
fenômeno do“barateamento”
detectado que compromete a essência do ensino de arquitetura e urbanismo.Considerando o longo período em que os cursos ficaram relegados, as IES, públicas ouprivadas, devem considerar a área nas suas prioridades, redirecionando os investimentosdentro de uma proposta compensatória. Por outro lado, a CEAU vem desenvolvendo esforços junto à SESu/MEC para apoiar os Cursos no que se refere à adequação de laboratórios,bibliotecas e à educação continuada de professores, especialmente nas áreas de informática,conforto ambiental, tecnologia da construção e do urbanismo, e técnicas retrospectivas.A área apresenta demanda expressiva e crescente no vestibular. Ainda que os cursosapresentem retenção e evasão, verifica-se pela relação candidato/vaga no vestibular que os jovens buscam cada vez mais os cursos de Arquitetura e Urbanismo. Talvez este interessecrescente guarde relação com as características da profissão e com os temas por ela tratados -ao menos no imaginário que a sociedade tem da profissão. Por outro lado, esta ociosidade nasIES privadas provoca a concorrência entre elas, tendo como pré-requisito a qualidade doprojeto pedagógico, instalações e equipamentos necessários, adequados e disponíveis para ouso de professores e alunos.Aquelas Instituições de Ensino Superior de Graduação em Arquitetura e Urbanismo quemantiverem cursos sem condições de oferecimento com garantia de qualidade, terão maiscedo ou mais tarde de fechar seus cursos, em especial pela concorrência em função doprestígio que cada Instituição pode ostentar. Já é possível perceber rearranjos no “mercado”,com movimento de alunos e professores em busca da qualidade. Uma instituição se destacapelo desempenho de alunos e professores em atividades de ensino, pesquisa e extensão,mencionadas em publicações, premiadas, incluídas em exposições, e referidas em outrasformas de avaliação do trabalho da comunidade acadêmica e dos seus egressos. No caso dosarquitetos e urbanistas, concursos, júris, prêmios e exposições são indicadores de prestígio,tão característicos no meio profissional, quanto nas avaliações no âmbito da escola.A avaliação anual e de caráter nacional dos trabalhos finais de graduação dos formandos dearquitetura e urbanismo, com a exposição em circuito nacional de uma mostra dos 25 melhorese mais representativos trabalhos apresentados a cada ano, constitui um dos mais expressivosindicadores de prestígio das instituições e dos professores orientadores premiados; mobilizainternamente todas as IES que oferecem Cursos de Arquitetura e Urbanismo e que,anualmente, para participar do concurso, avaliam e selecionam a produção de seusformandos. Esta irá ser cotejada, primeiro regionalmente, e em seguida, após a seleção do júriregional, a nível nacional por um outro corpo de jurados. A partir dos trabalhos relativos ao ano

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