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03.2 - Caldeiras - Considerações Gerais

03.2 - Caldeiras - Considerações Gerais

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CALDEIRAS
HISTÓRIA DO VAPOR
História do vapor
Não é de hoje que o homem percebeu que ovapor podia fazer as coisas se movimentarem.
No primeiro século da era cristã, portanto hámais de 1800 anos, um estudioso chamadoHeron de Alexandria, construiu uma espécie deturbina a vapor, chamada
eolípila
.
retirava a água de poços de minainundados.invenção de ThomasSavery patenteada em 1698e aperfeiçoada em 1712 porThomas Newcomen e JohnCalley.
No fim do século XVIII,as máquinas a vaporproduzidas por Watt eseu companheiroMatthew Boultonforneciam energia parafábricas, moinhos ebombas na Europa e naAmérica.
 
2
Revolução Industrial
quina a vapor foi a primeira maneiraeficiente de produzir energiaindependentemente da foa muscular dohomem e do animal, e da força do vento e daságuas correntes.
O VAPOR NO SÉCULO XX
No culo XX, a quina a vapor, comofornecedora de energia foi sendo substituídapor:
 –
turbinas a vapor, para a geração de energia elétrica;
 –
motoresde combustãointerna para transporte;
 –
geradores para fontes portáteisde energia;
 –
por motores elétricos, para uso industrial edoméstico.
O vapor produzido em um gerador de vaporpode ser usado de diversas formas:
 –
em processos de fabricação e beneficiamento;
 –
na geração de energia elétrica;
 –
na geração de trabalho mecânico;
 –
no aquecimento de linhas e reservatórios de óleocombustível;
 –
na prestação de serviços.
Nos processos de fabricação e debeneficiamento, o vapor é empregado em:
 –
Indústria de bebidas e conexos: nas lavadoras degarrafas,tanques de xarope pasteurizadoras.
 –
Indústrias madeireiras: no cozimento de toras,secagem de tábuas ou lâminas em estufas, emprensaspara compensados.
 –
Indústria de papel e celulose: no cozimento demadeira nos digestores, na secagem com cilindrosrotativos, na secagem de cola, na fabricação depapelão corrugado.
 –
Curtumes: no aquecimento de tanques de água,secagem de couros, estufas, prensas, prensas avácuo.
 –
Indústrias de laticínios: na pasteurização, naesterilização de recipientes, na fabricação de cremede leite, no aquecimento de tanques de água, naprodão de queijos, iogurtes e requeies(fermentação).
 –
Frigoríficos: nas estufas para cozimento, nosdigestores,nas prensas para extração de óleo.
 
3
 –
Indústria de doces em geral: no aquecimento dotanque de glicose, no cozimento de massa empanelas sob pressão, em mesas para o preparo demassa,em estufas.
 –
Indústria de vulcanização e recauchutagem: navulcanização,nas prensas.
 –
Indústrias químicas: nas autoclaves, nos tanques dearmazenamento, nos reatores, nos vasos depressão,nos trocadores de calor.
 –
Indústria têxtil: utiliza vapor no aquecimento degrandes quantidades de água para alvejar e tingirtecidos, bem como para realizar a secagem emestufas.
 –
Instria de petróleo e seus derivados: nosrefervedores, nos trocadores de calor, nas torres defracionamento e destilação, nos fornos, nos vasosde pressão, no reatorese turbinas.
 –
Indústria metalúrgica: nos banhos químicos, nasecageme pintura.
CLASSIFICAÇÃODAS CALDEIRAS
Classificação das caldeiras
As caldeiras podem ser classificadas de acordocom:
 –
classes de pressão;
 –
grau de automação;
 –
tipo de energia empregada;
 –
tipo de troca térmica.
NR-13
Categoria A: caldeira cuja pressão de operação ésuperior a 1960 kPa (19, 98kgf/cm
2
);
Categoria C: caldeiras com pressão de operaçãoigual ou inferior a 588 kPa (5,99kgf/cm
2
) evolume interno igual ou inferior a 100 litros;
Categoria B: caldeiras que não se enquadramnas categorias anteriores.
TIPOS DE CALDEIRASTIPOS DE CALDEIRAS
EXISTEM DIVERSAS FORMAS DE CLASSIFICAÇÃO DAS CALDEIRAS:
QUANTO À LOCALIZAÇÃO ÁGUA-GASES
A) FLAMOTUBULARES
VERTICAISHORIZONTAISFORNALHAS CORRUGADASFORNALHAS LISASTRASEIRA SECATRASEIRA MOLHADA
* TODOS OS TIPOS COM 1, 2 OU 3 PASSES
B) AQUOTUBULARES
TUBOS CURVOSTUBOS RETOSPERFIL APERFIL DPERFIL O
C) MISTAS
 
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