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Aparição - Vergílio Ferreira

Aparição - Vergílio Ferreira

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Published by Luisa Lopes
Análise e interpretação numa perspectiva escolar da obra Aparição, de Vergílio Ferreira
Análise e interpretação numa perspectiva escolar da obra Aparição, de Vergílio Ferreira

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07/31/2013

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 APARIÇÃO é um romance de personagem que tem como finalidade não apenas contarhistórias, mas apresentar as reflexões que o autor vai expondo a propósito dele próprio,de outras personagens ou do mundo em geral.Segundo palavras do autor, este romance foi
“a necessidade de ele se redescobrir e
descobrir os limites da sua condição humana.Há uma personagem que ocupa toda a obra e à volta da qual tudo gira. Há um eunarrador, distanciado dos acontecimentos da narrativa e um narrador-personagem auto ehomo-diegético, à volta do qual se movem as outras personagens. O eu-narrador distantemove-se num tempo posterior aos acontecimentos narrados.Alberto Soares é simultaneamente a personagem central e o narrador do que lheaconteceu em dois planos distintos (na sua aldeia e na cidade de Évora).Há uma acção principal que abrange a maior parte dos factos narrados ligados a umatrágica revelação ou Aparição, no espaço citadino, e uma acção secundária, ligada aoespaço rural, que completa a acção principal (morte do pai).2ºCAPÍTULOAcção PrincipalAcontecimentos Reflexões
 
Chegada ao Liceu de Évora
“A profissão não se escolhe,sai
-
nos”
 
 
Encontro com o Reitor A descoberta de nós própriosAcção SecundáriaO seu pai ajuda-o na escolha da profissão
“Mas
 
eu, eu o que é que sou”
 EstruturaInútil tentar dormir- Volta à realidadeBanho Conversa com Sr.Machado
“Que as coisas querem
-
se claras desde o início”
 
“Lavei
-me enfim(...)
Saí com uma tranquilidade nova”
 Descrição da cidade de Évora
“A cidade
resplandecia a um sol familiar,
 
 branca, enredada de ruas (...) Évora mortuária,
encruzilhada de raças,ossuário dos séculos...”
 Pausa narrativa
“Escrevo à luz mortal deste silêncio lunar,
 batido pelas vozes do vento, num casarão
vazio”
 Continuação da descrição da cidade até
Liceu: “E finalmente descubro o edifício
 
do Liceu”
 Tempo de escrita /Tempo da narrativa
“Conto tudo, como disse, à distância de alguns anos(...)
 Mas os elos de ligação entre os factos que narro é comose se diluissem nu
m fumo de neblina...”
 
“Eis
-
me, pois, em face do Liceu...”
 
“Não escolhi a profissão: de algum modo saíra
-
me”
 Espaço da memória: A ESCOLHA DA PROFISSÃO
Professor porquê? Papel fundamental do pai: “Penso que te darás melhor em Letras”
 
 
A vida de Professor era tranquila para quem nunca tivera saúde
 
Interesse demonstrado pelas leituras
 
versosinteresse filosófico pela vida: Quem sou eu?O LiceuEspaço
 
Claustro
 
Jardim tratado
 
taça de mármore
 
silêncioTempo
 
Setembro
 
Exames de 2ª épocaO Reitor
 
 
“homem alto e vagaroso”
 
É recordado como um amigo de “face cansada de quem esgotou a vida” que o ouvia
 
do lado de lá do seu cansaço
 
Dois dias depois começavam os exames de 2ªépoca
 Início do trabalho- Mudança no tempo
O tempo arrefecera bruscamente
 
O sol triste pousa ao de leve nas coisas
 
Um vento inesperado sopra de vez em quando
 Notícia de que o Dr. Moura telefonou e
quer saber onde é que o pode encontrar
 3ºCAPÍTULO
ACÇÃO PRINCIPAL
 Acontecimentos Reflexões
 
Encontro com o Dr. Moura Aparição de Cristina:
Uma criança era
 
Jantar com a família Moura bastante para erguer o mundo nas mãos
 
 
Regresso à pensão Machado O Mistério da Morte, Deus, Imortalidade.
ACÇÃO SECUNDÁRIA
 
O trabalho de vestir o pai morto Inverosimilhança da Morte
Deus está morto porque sim
 
Deus é absurdo porque
é”
 
O Deus da Infância já não cabe no adultoAlberto Soares
 
ESTRUTURA
 
Mas não foi fácil encontrarmo-nos
- continuação directa do capítulo anteriorEncontro com o Dr. Moura, no café Arcada, em dia de feira
vozearia, fumarada e odor a corpos
tornavam difícil o encontro

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