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Apresentação

Apresentação

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Professor Doutor Rúben RaposoLicenciatura em Economia
1
Universidade Lusíada de Lisboa
 
`
A
o longo deste século( XX ), Portugal transformou-se de uma economia subdesenvolvida num paisdesenvolvido integrado na Europa, embora continue com raízes, sobretudo culturais, nos países ondemanteve uma presença secular.
`
Identificavam-se quatro fases no crescimento económico português no séc. XX:-em 1910, a capitalização era de 920 dólares por pessoa ( economia claramente subdesenvolvida ) ;-em 1997, o rendimento
 per capita
era já de cerca de 10 mil dólares correntes. Significa um rendimento jácerca 10 vezes superior ao de 1910. a taxa de crescimento média aumentou durante este período cerca de3,5% ao ano.Mas foi a partir de 1950 que o crescimento acelerou de forma significativa ±nesse ano o rendimento
 per capita
nacional era apenas de 1540 dólares por pessoa.De facto, a economia portuguesa foi, de entre os países da actual U.E., aquela que registou maior taxa decrescimento nos últimos quarenta e cinco anos, com cerca de 4,6% do ano.
Que factores explicam este crescimento?
Segundo os cálculos do professor 
A
 bel Mateus, a acumulação de capital físico explica cerca de 27% docrescimento, o capital humano 20% e o trabalho 10%.Á semelhança da maioria dos países estudados na literatura económica com metodologia semelhante, o factor residual ou progresso técnico é dominante. Representa neste caso, cerca de 43% do total.1. No período da I república ( 1910-1926): O pais foi dominado pela instabilidade politica e social e pela participação na grande guerra. Seguiram-se-lhe desequilíbrios macroeconómicos acentuados e uma elevadataxa de inflação ±a maior registada no século.
2
 
2. O período da II republica ( 1926 ±1974 ): Depois da estabilização económica houve, a partir de 1930, duasdécadas de crescimento lento, mas que acabaria por criar as pré ±condições para o crescimento sustentadodo país.
A
posição de Portugal como pais neutral durante a 2ª guerra mundial permitiu ao pais um substancialchoque positivo nas suas razões de troca e acumular reservas de outro e de dividas. O número médio deanos de escolarização da população cresceu de cerca de 1 para 1.4, o que continuava, porém a revelar umnível extremamente baixo de acumulação de capital humano.
A
taxa de analfabetismo da populaçãoreduziu-se apenas de 65% para 50%. Já a taxa de investimento cresceu de cerca de 8% para níveis acima de20% no inicio da década de 50. Quanto aos factores de crescimento, predominou a acumulação de capitalfísico e foi baixa a subida da produtividade total.Tendo a estrutura do PIB, como a da população activa tiveram pequenas transformações. É no período posterior à 2ª guerra mundial e até 1973, que se dá a época de ouro do crescimento económico português,com uma taxa de crescimento media anual do PIB
 per capita
de 5.6% entre 1953 e 1973.Este crescimento devem-se não só à continuação da forte acumulação do capital físico mas também a uma progressiva dominação, à medida, que o período avançava, do factor progresso técnico.
A
produtividade total cresceu ao ritmo médio de 3.5% ao ano. Para esta evolução contribuíram em medidaimportante a integração europeia iniciada nos anos 60, a relativa liberalização da economia e a ³orientaçãodesenvolvimentista´ da politica económica.
A
revolução do 25 de
A
 bril de 1974 pôs fim à ditadura e iniciou o procuro da independência das colónias.
A
s perturbações sociais e politicas que se seguiram, a alteração profunda do regime de propriedade e asocialização de grande parte da economia, e ainda os dois choques do petróleo, levaram a um período decrises sucessivas da balança de pagamentos e a um acentuar de divergência de nível de vida em relação aosníveis europeus. Crescimento médio de PIB per capita desacelera então para cerca de 2.9%.
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