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ALTERNATIVAS LOGÍSTICAS PARA O ESCOAMENTO DA SOJA:

ALTERNATIVAS LOGÍSTICAS PARA O ESCOAMENTO DA SOJA:

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Apresenta e analisa alternativas de escoamento de grãos de soja para exportação com o emprego do transporte multimodal, a partir das regiões produtoras de Mato Grosso e Goiás, baseando-se na redução de custos internos de transporte.
Apresenta e analisa alternativas de escoamento de grãos de soja para exportação com o emprego do transporte multimodal, a partir das regiões produtoras de Mato Grosso e Goiás, baseando-se na redução de custos internos de transporte.

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Published by: Gerisval Alves Pessoa on Aug 02, 2008
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ALTERNATIVAS LOGÍSTICAS PARA O ESCOAMENTO DA SOJA:COMBINANDO MODAIS PARA MINIMIZAÇÃO DOS CUSTOS LOGÍSTICOSGERISVAL ALVES PESSOADÉBORA PAULA MASSOLI FIQUENE DA CUNHALÍCIA RIOSSAMARIA UCHOA DE MENEZES PARENTESÉRGIO MATOSRAIMUNDO PÉRICLES BARROSRESUMO
O presente trabalho tem por objetivo apresentar e analisar alternativas de escoamento de grãosde soja para exportação com o emprego do transporte multimodal, a partir das regiões produtoras de Mato Grosso e Goiás, baseando-se na redução de custos internos de transporte.São analisadas duas alternativas multimodais, a hidroviária-rodoviária e a hidroviária-ferroviária, tendo como fator de decisão a alternativa que apresenta menores custos internosde transporte. Utilizamos para este estudo, dados quantitativos de custos por t/kmtransportado em cada modalidade, bem como os custos de operação e de perdas intermodais.
Palavras-chave
:
 
Soja. Transporte multimodal. Logística.
1. INTRODUÇÃO
A soja, apesar de conhecida e explorada no Oriente há mais de cinco mil anos (éreconhecida como uma as mais antigas plantas cultivadas do Planeta), o Ocidente ignorou oseu cultivo até a segunda década do século XX, quando os Estados Unidos (EUA) iniciaramsua exploração comercial (primeiro como forrageira e, posteriormente, como grão). Em 1940,no auge do seu cultivo como forrageira, foram cultivados, nesse país, cerca de dois milhões dehectares com tal propósito. A partir de 1941, a área cultivada para grãos superou a cultivada para forragem, cujo cultivo declinou rapidamente, até desaparecer em meados dos anos 60,
 
enquanto a área cultivada para a produção de grãos crescia de forma exponencial, não apenasnos EUA, como também no Brasil e na Argentina, principalmente. Nos anos 70, a produção de soja no Brasil tomou grandes proporções e passou aser denominada como produção agroindustrial, pois envolvia características de uma indústriaem seu aparato produtivo. Segundo dados do ministério da agricultura em 1989 atingiu a produção de 24 milhões de toneladas, demonstrando o valor deste negócio para a balançacomercial brasileira.
 
Em 2003, o Brasil figura como o segundo produtor mundial, responsável por 52, das 194 milhões de toneladas produzidas em nível global ou 26,8% da safra mundial.Uma nova cadeia produtiva se instalou em torno da soja, gerando produtos comoóleo e farelo bruto e indústrias de refino do óleo destinado ao consumo humano. A regiãoCentro-oeste se transformou rapidamente na principal região produtora de soja do país,superando os 10 milhões de toneladas anuais. A política de crédito para comercializaçãoimplementada pelo Governo, principalmente na década de 80, permitiu às empresas e aosagricultores arcarem com o custo de transição e adaptação a uma nova região produtora. Afigura 1 apresenta a evolução da produção de soja no Brasil, onde destacamos o crescimentoda produção de soja nos estados de Mato Grosso e Goiás. Dados da companhia Nacional deAbastecimento (Conab) apontam a previsão da produção de soja nos estados do Mato Grossoe Goiás em 2005 na ordem de 17,4 milhões de toneladas e 7,2 milhões de toneladasrespectivamente.Figura 1 – Produção de Soja no Brasil – Evolução por EstadoFonte: Embrapa
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Atualmente o Brasil passa por situação bastante promissora no que diz respeito asua balança comercial. A soma das importações e exportações brasileiras ultrapassou os US$120 bilhões em 2003 (SECEX, 2003). Apesar das exportações chegarem a US$ 73,1 bilhõesneste mesmo ano, o Brasil está perdendo posições no ranking dos países exportadores, poisem 1984 as exportações brasileiras representavam 1,5% de todas as exportações mundiais, em2003 passaram a representar 1,0%.Diversos fatores podem estar relacionados a esta perda de competitividade frentea outros países, mas é relevante ressaltar a questão da capacidade e custos logísticos brasileiros. No setor agrícola, alguns produtos o regidos por padrões internacionais,classificando os mesmos como uma
commodity
e seguindo uma precificação ditada pelomercado, fazendo com que as empresas dependam de sua gestão de custos baixos para ganhar competitividade.O sucesso da agroindústria da soja no Centro-oeste do país depende cada vez maisda solução dos problemas causados pela redução do investimento público em infra-estruturarodo-ferroviária e portuária e por políticas públicas voltadas a financiar o esforço para aredução dos custos fora dos campos de produção. Formas alternativas de escoamento do produto, pelas regiões Norte e Nordeste do país, utilizando terminais multimodais que permitam a integração de hidrovias, ferrovias e rodovias.É mister questionar até que ponto é viável a utilização do escoamento da produçãode soja do cerrado através das seguintes rotas/modais?1- Miracema do Norte (TO) – Porto Franco (MA) / hidroviário > Porto Franco(MA) – São Luís, Porto de Ponta da Madeira/ferroviário;2- Miracema do Norte (TO) – Porto Franco (MA) / hidroviário > Porto Franco(MA) – Vila do Conde (PA) /rodoviário.
2. REFERENCIAL TEÓRICO2.1. Contexto da soja no cerrado
Depois do minério, a soja e seus derivados são os produtos que mais geramvolume (em toneladas) de exportação no Brasil (36 milhões de toneladas), o que requer umaestrutura logística eficaz (CNT e COPPEAD, 2002). As exportações de soja equivalem cerca
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