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Published by Luciana Moherdaui
Folha de S.Paulo
Folha de S.Paulo

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São Paulo, domingo, 21 de novembro de 2010
 Índice | Comunicar Erros
OMBUDSMAN
SUZANA SINGER - ombudsman@uol.com.br@folha_ombudsman
COMENTE COM MODERAÇÃO
 Se o jornal não publica boatos ecartas anônimas ou racistas, por quea Folha.com é complacente?
"Desejo a esses "bons meninos" uma bala na testa de cada um."(Robson Praia Grande) "A primeira coisa que deveria ser feita é laqueadura e vasectomianesses pais para que não tragam mais lixo para o nosso convívio."(John John) "Deveriam botar o rapaz e seus namorados com delinquentescomuns (...) quem sabe seriam estuprªdos e veriam como é boa avida na cadeia" (Jayme Elias Bentolila). Os comentários acima estão no site da
Folha
e se referem aovídeo que mostra jovens agredindo transeuntes na avenidaPaulista. No jornal, jamais seriam publicados, mas são comuns nainternet.A rede, com o seu manto protetor do anonimato, libera o ladomais perverso e raivoso, como se viu recentemente na onda
27/11/2010Folha de S.Paulo - Comente com moduol.com.br/fsp//om2111201001.htm1/3
 
antinordestina que surgiu depois da vitória de Dilma Rousseff. "Oscomentários na
Folha.com
me fazem sentir vergonha de pertencer à espécie humana", escreveu uma leitora.É um problema complicado, que a mídia enfrenta em todo omundo: como incentivar a interatividade, uma das graças dainternet, e, ao mesmo tempo, conseguir um nível mínimo dediscussão, que seja condizente com a marca do jornal, da TV ouda rádio que mantém o site.Desde março, é possível comentar qualquer notícia da
Folha.com
. Antes, só alguns assuntos podiam receber considerações dos leitores e todas tinham de ser aprovadas antesde ir ao ar (pré-moderação).Agora, exige-se cadastro, inclusive com CPF, e uma ferramenta barra palavras proibidas ou "suspeitas". Mas ninguém lê todos os posts.Abriram-se as comportas e choveu reclamação. É fácil burlar osistema com geradores de CPF ou usando o de outra pessoa.Para veicular palavrões, troca-se uma ou outra letra, como fez ointernauta acima ("estuprªdos").Os filtros são insuficientes e incapazes de interpretar: quemescreve "disputa" pode ser temporariamente rejeitado, porque osistema entende "puta". Aos indignados com o espírito primáriodos internautas, somou-se um contingente de "censurados"inconformados. "É um AI-5 digital", reclamou um internauta, queteve 3.386 mensagens publicadas e só duas rejeitadas. Na lista de palavras "suspeitas", que levam o comentário para omoderador, estão "
Folha
", "tucano", "Lula", o que pode passar aimpressão de que há um viés ideológico ou de que o jornal não permite críticas a ele. "É um subterfúgio para excluir, logo da partede um órgão de imprensa que se abespinha contra qualquer coisaque lhe pareça restringir a liberdade de expressão", escreveuoutro "rejeitado".A
Folha
está discutindo mudanças nos comentários. Nos EUA,há processos em que juízes ordenaram que os sites revelassem averdadeira identidade do internauta que postou algo ofensivo.Alguns sites simplesmente cortaram essa área.Um pequeno jornal de Massachusetts decidiu, em julho, cobrar dequem quiser interagir. O preço é simbólico -US$ 0,99, apenas nahora do cadastro-, mas exige-se que a pessoa tenha um cartão decrédito válido, o que acaba com falsas identidades e o anonimato.que é antipático cobrar e haverá uma queda na participação. No "The Sun Chronicle", de 1.000 registrados, restaram apenas100.A
Folha.com
. tem a enormidade de 76.500 leitores inscritos euma média mensal de 150 mil comentários -no período eleitoral,saltou para 400 mil. Ninguém quer perder audiência. Mas, enquanto não surgemsoluções tecnológicas mais eficientes, o caminho é restringir oacesso. Selecionar para civilizar. Se, no "Painel do Leitor", não se
27/11/2010Folha de S.Paulo - Comente com moduol.com.br/fsp//om2111201001.htm2/3

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