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MARAVILHOSA GRAÇAAcreditar nela é uma coisa, vivê-la é outra..
Escola Bíblica Dominical da Igreja Presbiteriana de Vila Mariana – IPVM ( 2008)Profs Eleusis e Wanda Di Creddo
Um pesquisador foi estudar os monges budistas do Sri Lanka, pois tinham todos concordado emobedecer às 212 regras de Buda, muitas das quais estavam agora fora de moda e eramimpraticáveis. Como conseguiam conciliar sua necessidade de viver em um mundo moderno como apego a um código legalista antiquado ? Por exemplo, Buda havia especificado que nenhummonge podia carregar dinheiro, mas eles pagavam passagens nos ônibus da cidade.- "Vocês seguem as 212 regras?", ele lhes perguntou.-"Sim.""Vocês lidam com dinheiro?"- "Sim."- "Vocês conhecem a regra contra a utilização do dinheiro?"- "Sim."- "Vocês seguem todas as regras?"- "Sim."As regras também proibiam comer depois do meio-dia, pois os monges viviam de esmolas e Budanão queria que seus discípulos sobrecarregassem as donas de casa. Os monges modernoscontornam essa regra fazendo o relógio parar ao meio-dia todos os dias; depois da refeição datarde, eles acertam o relógio de novo.Mas o legalista é persistente e acha que está atendendo ao padrão e por isso, Jesus chega aterra com um padrão AINDA mais alto que o da lei..O Sermão do Monte é palavra que :
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abala, que sacode,
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que convence de morte aquele que não matou;
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de adultério aquele que não o cometeu;
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de perjúrio aquele que não perjurou;
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de ódio aquele que se vangloriou de amor,
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e de hipocrisia aquele que era conhecido por sua piedade.O padrão trazido por Jesus é ainda mais rigoroso que o mais rigoroso padrão de condutaexistente. O legalista acha que está escolhendo o caminho mais dificil SEGUINDO INUMERASREGRAS mas , na verdade , está optando pelo caminho mais fácil.
Ora, sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus, visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado.Romanos 3 : 19 - 20 Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra. Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência; porque, sem lei, está morto o pecado.Romanos 7 : 6- 8
A lei , ou conjunto de regras, não é o caminho, na verdade, ela sempre existiu para indicar o
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