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MARAVILHOSA GRAÇAAcreditar nela é uma coisa, vivê-la é outra..
Escola Bíblica Dominical da Igreja Presbiteriana de Vila Mariana – IPVM ( 2008)Profs Eleusis e Wanda Di Creddo
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A GRAÇA DE DEUS
A graça é criada por Deus e dada ao homem.
“Destilai vós, céus, dessas alturas, e as nuvens chovam justiça; abra-se aterra, e produza-se salvação, e a justiça frutifique juntamente; eu, o Senhor,as criei” (Is 45.8).
Com base neste único ponto, o cristianismo está à parte de qualquer outra religião
no 
mundo.“Nenhum outro sistema, ideologia, ou religião, proclama o livre perdão e a nova vida aesses que nada têm feito a fim de merecê-los, e que merecem, em vez disso, o juízo”.Qualquer outra tentativa de aproximação de Deus é um sistema de troca; se eu fizer isto,Deus fará aquilo. Desse modo, sou salvo pelo esforço (o que faço), pelas emoções (o queexperimento), ou pelo conhecimento (o que sei).Ao contrário, o cristianismo não tem ares de negociação. O homem não é o negociador;na verdade, o homem não tem com que negociar.Voltando ao exemplo da empresa seguradora :
Temos verificado nos Registros de Veículos Automotores a indicação de umaviolação dos limites de velocidade, por ELEUSIS em dezembro e janeiro, euma falta, em dezembro. Registros adicionais indicam outras violações doslimites de velocidade por ELEUSIS, em abril, e em dezembro do ano seguinte.
A carta prossegue, documentando outros segredos de nosso passado:
Nossos registros indicam que, no dia 18 de novembro, pagamos a indenizaçãode outro veículo, quando ELEUSIS entrou na traseira de outro carro, numestacionamento.
A dupla citação da palavra
outro indica 
“Outro” carro. Alguém está contando! A cartacontinuava com outras menções de “outros”.
Em abril pagamos a indenização de outro veículo, quando ELEUSIS atingiu a parte traseira de outro carro, num sinal fechado.
 
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Escola Bíblica Dominical da Igreja Presbiteriana de Vila Mariana – IPVM ( 2008)Profs Eleusis e Wanda Di CreddoLeia a conclusão da carta.
Tendo em vista as informações acima, não estamos dispostos a renovar suaapólice de seguro automobilístico. A apólice terminará às 24:00h do dia 30 DE  ABRIL. Sentimos não ter uma resposta mais favorável. Para sua proteção, nóso aconselhamos a obter outro plano de seguro, a fim de prevenir qualquer lapso.
A companhia de seguros foi injusta em rejeitar-me como cliente?
Não.Posso ter achado sua decisão ofensiva, desagradável, e mesmo desanimadora, mas nãoposso chamá-la de injusta. Ela apenas fez o que dissera que faria.Assim fez nosso Pai. Ele avisou a Adão:
“Se você comer do fruto dessa árvore, você morrerá” (Gn 2.17).
Nenhum sinal obscuro. Nenhum apontamento secreto. Nenhum furo ou termo técnico.Deus não tem jogado conosco. Ele tem sido claro. Desde o Éden, o salário do pecado temsido a morte .Assim como dirigir descuidadamente tem suas conseqüências, o viverdescuidado também as tem.Assim como não tive defesa perante a companhia seguradora, não tenho defesa peranteDeus. Minhas lembranças me acusam. Meu passado me convence.Agora, suponha que o fundador da companhia de seguros preferisse ter compaixão demim. Suponha que, por alguma razão, ele quisesse conservar-me como cliente.O que poderia ele fazer? Poderia fechar os olhos e fingir que não cometi erros?Por que ele não pegou minha ficha e não a rasgou? Ele não faz isso por duas razões :
 
a integridade da companhia seria comprometida
. Ele teria de “relaxar” ( diminuiro nivel) padrão da organização, algo que não poderia nem deveria fazer. Os ideaisda firma são valiosos demais para serem abandonados. A companhia não podeabandonar seus preceitos, e ainda assim manter a integridade.
 
os erros do motorista seriam encorajados.
Se não houvesse um preço paraminhas faltas, por que eu dirigiria com cuidado? Se o presidente permitisse minhasfalhas, o que me impediria de dirigir como bem quisesse? Se ele está disposto aignorar quaisquer asneiras, vamos aprontar!É esse o alvo do presidente? É essa a meta de sua clemência?
Baixos padrões e motoristas ineficientes?
Certamente nâo
 
O presidente enfrenta este dilema:
Como posso ser clemente e justo ao mesmo tempo?
Como posso oferecer graça sem apoiar erros?Ou, pondo em termos bíblicos,
como pode Deus punir o pecado e amar o pecador?
 
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MARAVILHOSA GRAÇAAcreditar nela é uma coisa, vivê-la é outra..
Escola Bíblica Dominical da Igreja Presbiteriana de Vila Mariana – IPVM ( 2008)Profs Eleusis e Wanda Di Creddo
‘A ira de Deus é revelada do céu contra toda impiedade e injustiça doshomens que suprimem a verdade pela justiça”.(Rm 1.18).
lria Deus rebaixar seu padrão para que fôssemos perdoados?Iria Deus olhar para o outro lado e fingir que nunca pequei?Desejaríamos nós um Deus que alterasse as regras e abrisse exceções?Não. Precisamos de um Deus FIEL E IMUTAVEL
Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai dasluzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.Tiago 1 : 17 Porque para com Deus não há acepção de pessoas..Rom 2 :11
Como pode Ele ser justo e amar o pecador?Como pode amar o pecador e punir o pecado?Como pode Ele satisfazer seus critérios e perdoar meus erros?Há algum modo de Deus honrar a integridade do céu sem me voltar as costas?
2.
 
A Decisão da Graça
A santidade exige que o pecado seja punido.
A misericórdia constrange a que o pecador seja amado.Como pode Deus fazer ambas as coisas? Posso responder a questão, retornando aodiretor da seguradora? Imagine-o convidando-me ao seu escritório e dizendo-me estaspalavras: — Senhor ELEUSIS, achei um meio de lidar com as suas faltas. Não posso FAZERCOMO QUE ELAS NÂO EXISTISSEM. Por outro lado QUERO MANTE-LO AQUI NAMINHA COMPANHIA.Mas aqui está o que posso fazer: Encontramos em nossos registros uma pessoa com umpassado imaculado. Esse homem nunca quebrou a lei. Nenhuma violação, nenhumatransgressão, nenhuma multa de trânsito. Ele quer, voluntariamente, trocar de registrocom você. Ele pegará seu nome e o colocará na ficha dele, e pegará o nome dele ecolocará em sua ficha. Nós puniremos a ele pelo que você fez. Você, que transgrediu,será considerado correto. Ele, que agiu certo, será considerado incorreto e punido. — Você está brincando! Quem faria isso por mim? Quem é esta pessoa?E o diretor responderia: — Eu.

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