Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Save to My Library
Look up keyword
Like this
31Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
A Crise no G12, updated 02 08 2006

A Crise no G12, updated 02 08 2006

Ratings:

5.0

(7)
|Views: 5,542 |Likes:

More info:

Published by: Alisson Teles Cavalcanti on May 04, 2007
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

06/18/2013

pdf

text

original

 
Meu nome é Alisson Teles Cavalcanti, e sou proprietário emoderador da lista Modelo dos 12, que creio ser a maior e maisantiga lista sobre o G12 no Brasil. Eis alguns endereços:http://br.groups.yahoo.com/group/modelodos12(site da lista no Yahoogrupos)http://br.groups.yahoo.com/group/modelodos12-geral(site dalista-irmã, para assuntos diversos)Neste breve relato, tentarei retratar a crise dentro da estruturado G12 através do que presenciei, como moderador das listasG12. Antes, um breve histórico meu.Moro em Campina Grande na Parba, aonde pela gra emiserirdia divinas sou prestero da Igreja EvanlicaCongregacional de Alagoa Nova e dirigente em uma de suascongregões, a IEC Semeando Vida, de linha reformada e“renovada”.Na época em que esvamos para iniciar os trabalhos dacongregação, à época, independente (chamada ComunidadeCristã Semeando Vida), eu buscava aprender sobre os diversosmodelos de igrejas em células existentes. Isto foi em meados de1999. Até que cheguei ao G12, mas por causa das mensagens edenúncias que circulavam na época sobre a má fama do G12,inicialmente posicionei-me contra. Mas após tomarconhecimento de um documento escrito pela então Pra. ValniceMilhomens refutando a maioria das acusações feitas, acabei“aderindo” a este modelo. E por causa do intenso fogo cruzadoque havia nas listas de discussão na época, em abril de 2000fundei a lista Modelo dos 12.No início era tudo maravilhoso. Fui para a congregação local daigreja da Valnice (INSEJEC-CG), sendo por causa disto expulso daigreja na qual era líder. Lá na INSEJEC fiz pré-encontro, encontro,iniciei o pós-encontro e a Escola de Líderes (estes dois últimossem concluir, contudo) e também o reencontro. Um ano depois,minha igreja chamou-me de volta. Tentei durante quase trêsanos, em vão, implantar o que havia aprendido na Insejec e pelainternet, com os materiais que eram trocados pelos líderes dalista de comunhão. Mas algo não “encaixava”. Isso causou-meuma grande confusão e decepção, porque havia sido doutrinadoa rejeitar todo fracasso e esperar pelas “multidões”, que viriamatraídas pela “uãoque a dita viotraria sobre meuministério. Mas que nada! Elas não vieram.
 
Fiquei muito confuso, porque acreditava de todo coraçãonaquilo. Diante do “fracasso” (hoje sei que não houve fracassonenhum!), duvidei até do Chamado que o Senhor me fez para oministério pastoral, e pensei em liberar as ovelhas para irempara outras igrejas, e extinguindo a congregação. Achava que asestava privando de serem abençoadas. Convoquei uma reunião,expus o que estava tencionando fazer, mas após uma comoçãogeral os irmãos reafirmaram o amor e confiança que tinham pormim e disseram que não iriam a lugar algum. Isto me animou abuscar outras causas para o aparente “fracasso” em que meencontrava.Foi a partir daí que passei a questionar aquilo que os líderes doG12 estavam de fato pregando. Na teoria, não havia muito doque se questionar. O modelo dos 12, como me foi apresentado,nada mais era que um modelo de estrutura para igrejas emlulas como qualquer outro. Era algo como uma EscolaDominical, que embora tenha sido inventadoporpresbiterianos, foi adaptada e implantada em praticamentetodas as igrejas evanlicas. o havia esse messianismoexclusivista que hoje é tão comum. Embora já muitos diziam nanaquela época, nas entrelinhas, que quem não está na Visãoestá fadado ao fracasso, havia um entendimento mais ou menosgeral de que a igreja em células no modelo dos 12 era umaferramenta para edificação de TODO o Corpo de Cristo. Aospoucos, porém, a Visão tornou-se exclusivista e triunfalista, atéao ponto de crerem que poderão, sozinhos, serem capazes deevangelizar o Brasil todo e torná-lo um país totalmente cristão!Isto é o que tenciona o René, com seus slogans “em 2008, oBrasil será outro” e “2010, o Brasil a seus pés” (é claro que istonão é dito a viva voz, porém é o que claramente se deduz apartir das visões, revelações, ministrações, atos proféticos edemais aberrações que são produzidas lá). Seria maravilhoso sefosse verdade...Então, aconteceu o improvável. No início de 2005, René Terranova enviou uma carta ao César Castellanos e tambémpara seus discipulados comunicado o seu desligamento doministério de César. Transcrevo tudo o que circulou na net arespeito do caso mais abaixo. Digo improvável porque aprincipal “arma” de controle do monstro que se tornou o G12,feita incansavelmente pelo próprio René, era a de que quemquebra uma aliança essob maldão. Todos devem estarsubmissos ao seu discipulador, desde o novo convertido até osmais altos “escalões”, formando uma pirâmide no topo da qualestaria logicamente o César, tendo o René logo abaixo. Mas
 
parece que ele queria mesmo é estar por cima... Rompeu com oCésar, e levou consigo todos os que estavam sob sua liderança,provocando um racha totalmente inesperado na estruturamundial do G12.Abaixo coloco minhas impressões sobre os rumos que o G12tomou desde que o conheci, e que foram enviados à listamodelo dos 12 logo que essa bomba estourou:1. Quando abracei a visão no início de 2000, o quemais me chamava a atenção era a cooperação ecomunhão que havia entre pastores de diferentesdenominações e linhas teológicas, sem no entanto haverqualquer tipo de ligação formal entre eles. Era apenas oengrandecimento da obra de Deus que os movia! O quevejo hoje é uma imensa e intrincada "teia" de coberturase legitimações em forma de pirâmide que se assemelha emuito à estrutura de Roma. Me perdoem pela franqueza,mas é esta a impressão que tenho hoje. Vejo fogueira devaidades que inflamam os que querem galgar posiçõesdentro da pirâmide, mas muito pouco daquele frescor decomunhão que é o precioso para mim e creio quemuitos, senão todos, desta lista! 2. Já em 2000, no congresso do Ibirapuera, ouvi daboca do próprio Pr. César, e foi confirmado pelos outrospresentes, que o problema que o G12 estava enfrentandona época no Brasil fora gerado por um "espírito desuperstição" que se infiltrou na visão, e que provocoutodas aquelas aberrações que os opositores da viopropagavam e ainda propagam para justificarem-se. Nemconm lembrá-las. Todos sofremos na época. Meperdoem por escrever isto amados, mas creioFIRMEMENTE que este "espírito de superstição" tomouconta da visão, ou de pelo menos a sua liderança, porquedesde então tenho visto todo tipo de coisas estranhas àvisão serem incorporadas à ela. Uma destassuperstições/misticismo, creio eu, está no abuso no usode símbolos e festas da cultura judaica (que sãosombras) e a quase adoração ao povo judeu que se fazhoje em dia em muitos arraiais. Amo o povo judeu decoração, mas não posso nunca concordar em adotar osseus costumes, que em última análise são SOMBRAS doque hoje temos de concreto, que é a pessoa de Cristo.Prefiro Cristo, e só. 

Activity (31)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 hundred reads
1 thousand reads
otawiomartins liked this
alexddml liked this
Livio Allan liked this
diaconoazevedo liked this

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->