Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Save to My Library
Look up keyword
Like this
7Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
NBR 13133 - 1994 - Execução de Levantamento Topográfico

NBR 13133 - 1994 - Execução de Levantamento Topográfico

Ratings: (0)|Views: 891 |Likes:
Published by Diego Colares

More info:

Published by: Diego Colares on Dec 02, 2010
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/07/2013

pdf

text

original

 
NBR 13133
MAIO 1994
Execução de levantamento topográfico
35 páginasPalavra-chave: Topografia
SUMÁRIO
1 Objetivo2 Documentos complementares3 Definições4 Aparelhagem5 Condições gerais6 Condições específicas7 Inspeção8 Aceitação e rejeiçãoANEXO A -Cadernetas de campo e monografiasANEXO B -Convenções topográficasANEXO C -Cálculo do desvio-padrão de uma observa-ção em duas posições da luneta, através daDIN 18723
1 Objetivo
1.1
Esta Norma fixa as condições exigíveis para a execu-ção de levantamento topográfico destinado a obter:a)conhecimento geral do terreno: relevo, limites, con-frontantes, área, localização, amarração e posicio-namento;b)informações sobre o terreno destinadas a estudospreliminares de projetos;c)informações sobre o terreno destinadas a ante-projetos ou projetos básicos;d)informações sobre o terreno destinadas a projetosexecutivos.
1.1.1
As condições exigíveis para a execução de um le-vantamento topográfico devem compatibilizar medidasangulares, medidas lineares, medidas de desníveis e asrespectivas tolerâncias em função dos erros, selecionan-do métodos, processos e instrumentos para a obtenção deresultados compatíveis com a destinação do levan-tamento, assegurando que a propagação de erros não ex-ceda os limites de segurança inerentes a esta destinação.
2 Documentos complementares
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:Decreto nº 89.317, de 20/06/84 - Instruções Regu-ladoras das Normas Técnicas da Cartografia Nacio-nal, quanto aos padrões de exatidãoEspecificações e Normas Gerais para LevantamentosGeodésicos - IBGE - Instituto Brasileiro de Geografiae Estatística. Resolução PR nº 22, de 21-07-1983,publicada no Boletim de Serviço nº 1602, de01/08/1983 de Lei nº 243, de 28/02/1967, que deter-mina a competência da Instituição quanto aos levan-tamentos geodésicosNBR 5425 - Guia para inspeção por amostragem nocontrole e certificação da qualidade - ProcedimentoNBR 5426 - Planos de amostragem e procedimentosna inspeção por atributos - ProcedimentoNBR 5427 - Guia para utilização da NBR 5426 - Pla-nos de amostragem e procedimentos na inspeçãopor atributos - ProcedimentoNBR 5428 - Procedimentos estatísticos para deter-minação da validade de inspeção por atributos feitapelos fornecedores - Procedimento
Origem: Projeto 02:006.17-001/1993CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção CivilCE-02:006.17 - Comissão de Estudo de Serviços TopográficosNBR 13133 - Execution of topographic survey - ProcedureDescriptor: Topographic surveyVálida a partir de 30.06.1994Incorpora ERRATA nº 1, de DEZ 1996Procedimento
Copyright © 1994,ABNT–Associação Brasileirade Normas TécnicasPrinted in Brazil/ Impresso no BrasilTodos os direitos reservadosSede:Rio de JaneiroAv. Treze de Maio, 13 - 28º andarCEP 20003-900 - Caixa Postal 1680Rio de Janeiro - RJTel.: PABX (021) 210-3122Fax: (021) 220-1762/220-6436Endereço Telegráfico:NORMATÉCNICA
ABNT-AssociaçãoBrasileira deNormas Técnicas
Cópia não autorizada
 
2NBR 13133/1994
NBR 8196 - Emprego de escalas m desenho técni-co - ProcedimentoNBR 8402 - Execução de caracteres para escrita emdesenho técnico - ProcedimentoNBR 8403 - Aplicação de linhas em desenhos - Tiposde linhas - Largura das linhas - ProcedimentoNBR 10068 - Folha de desenho - Leiaute e dimen-sões - ProcedimentoNBR 10126 - Cotagem em desenho técnico - Proce-dimentoNBR 10582 - Apresentação da folha para desenhotécnico - ProcedimentoNBR 10647 - Desenho técnico - Norma geral - Termi-nologiaDIN 18723 Teil 3 - Deutsche NormenGenauigkeitsuntersuchungen an GeodätischenInstrumenten - Theodolite
3 Definições
Para os efeitos desta Norma são adotadas as definiçõesde 3.1 a 3.41.
3.1 Alinhamento de via (ou alinhamento predial)
Linha divisória que separa o lote de terreno do logradou-ro público.
3.2 Apoio geodésico altimétrico
Conjunto de referências de nível, materializadas no terre-no, que proporciona o controle altimétrico dos levanta-mentos topográficos e o seu referenciamento ao
datum 
(origem) altimétrico do país.
3.3 Apoio geodésico planimétrico
Conjunto de pontos, materializados no terreno, que pro-porciona aos levantamentos topográficos o controle deposição em relação à superfície terrestre determinada pe-las fronteiras do país, referenciando-os ao
datum 
plani-métrico do país.
3.4 Apoio topográfico
Conjunto de pontos planimétrico, altimétrico, ou planial-timétrico, que dão suporte ao levantamento topográfico.
3.4.1 Apoio topográfico altimétrico
Conjunto de pontos, materializados no terreno, com suasalturas referidas a uma superfície de nível arbitrária (co-tas) ou ao nível médio do mar (altitudes), que serve de su-porte altimétrico ao levantamento topográfico. Estes pon-tos são hierarquizados pelo seu erro médio quilométricoda sua determinação, classificando-os como de ordemsuperior e de ordem inferior.
3.4.2 Apoio topográfico planimétrico
Conjunto de pontos, materializados no terreno, com co-ordenadas cartesianas (x e y) obtidas a partir de uma ori-gem no plano topográfico, que serve de base planimétricaao levantamento topográfico. Estes pontos formam umafigura complexa de lados orientados, hierarquizados,onde os de ordem superior podem estar espaçados em até10 km, e os de ordem inferior, em até 500 m, ou menos,conforme a extensão da área a ser levantada e o fim a quese destinam.
3.5 Carta (ou mapa)
Representação gráfica sobre uma superfície plana, dosdetalhes físicos, naturais e artificiais, de parte ou de todaa superfície terrestre - mediante símbolos ou convençõese meios de orientação indicados, que permitem a avaliaçãodas distâncias, a orientação das direções e a localizaçãogeográfica de pontos, áreas e detalhes -, podendo sersubdividida em folhas, de forma sistemática, obedecidoum plano nacional ou internacional. Esta representaçãoem escalas médias e pequenas leva em consideração acurvatura da Terra, dentro da mais rigorosa localizaçãopossível relacionada a um sistema de referência decoordenadas. A carta também pode constituir-se numarepresentação sucinta de detalhes terrestres, destacando,omitindo ou generalizando certos detalhes para satisfazerrequisitos específicos. A classe de informações, que umacarta, ou mapa, se propõe a fornecer, é indicada, freqüente-mente, sob a forma adjetiva, para diferenciação de outrostipos, como, por exemplo, carta aeronáutica, carta náuti-ca, mapa de comunicação, mapa geológico.
Nota:Os ingleses e americanos dão preferência ao termo ma-pa, enquanto os franceses e demais países de origem lati-na ao termo carta.
3.6 Croqui
Esboço gráfico sem escala, em breves traços, que facilitea identificação de detalhes.
3.7 Desenho topográfico final (ou desenho final)
Peça gráfica realizada, a partir do original topográfico, so-bre base transparente, dimensionalmente estável (poliés-ter ou similar), quadriculada previamente, em formato de-finido nas NBR 8196, NBR 8402, NBR 8403, NBR 10068,NBR 10126, NBR 10582 e NBR 10647, com área útil ade-quada à representação do levantamento topográfico, com-portando, ainda, moldura e identificadores segundo mo-delo definido pela destinação do levantamento.
3.8 Desvio-padrão (ou erro médio quadrático (m))
Valor dado pela expressão a seguir:
( )
 1-n  X-X  m
2
±=
Onde:m=desvio-padoX=cada uma das observações
X
=média das “n” observações do erro calculadon=mero de observões
Cópia não autorizada
 
NBR 13133/19943
3.9 Erro de graficismo
Erro máximo admissível na elaboração de desenho to-pográfico para lançamento de pontos e traçados de li-nhas, com o valor de 0,2 mm, que equivale a duas vezesa acuidade visual.
3.10 Exatidão
Grau de aderência das observações, em relação ao seuvalor verdadeiro que, sendo desconhecido, o valor maisprovável é considerado como a média aritmética destasobservações.
3.11 Levantamento de detalhes
Conjunto de operações topográficas clássicas (poligo-nais, irradiações, interseções, ou por ordenadas sobreuma linha-base), destinado à determinação das posiçõesplanimétrica e/ou altimétrica dos pontos, que vão permitira representação do terreno a ser levantado topografica-mente a partir do apoio topográfico. Estas operações po-dem conduzir, simultaneamente, à obtenção da planime-tria e da altimetria, ou então, separadamente, se condiçõesespeciais do terreno ou exigências do levantamento obri-garem à separação.
3.12 Levantamento topográfico
Conjunto de métodos e processos que, através de medi-ções de ângulos horizontais e verticais, de distâncias ho-rizontais, verticais e inclinadas, com instrumental adequa-do à exatidão pretendida, primordialmente, implanta ematerializa pontos de apoio no terreno, determinandosuas coordenadas topográficas. A estes pontos se rela-cionam os pontos de detalhes visando à sua exata repre-sentação planimétrica numa escala predeterminada e àsua representação altimétrica por intermédio de curvasde nível, com eqüidistância também predeterminada e/ ou pontos cotados.
3.13 Levantamento topográfico expedito
Levantamento exploratório do terreno com a finalidadeespecífica de seu reconhecimento, sem prevalecerem oscritérios de exatidão.
3.14 Levantamento topográfico planimétrico (oulevantamento planimétrico, ou levantamentoperimétrico)
Levantamento dos limites e confrontações de uma pro-priedade, pela determinação do seu perímetro, incluindo,quando houver, o alinhamento da via ou logradouro como qual faça frente, bem como a sua orientação e a suaamarração a pontos materializados no terreno de uma re-de de referência cadastral, ou, no caso de sua inexistên-cia, a pontos notáveis e estáveis nas suas imediações.Quando este levantamento se destinar à identificação do-minial do imóvel, são necessários outros elementos com-plementares, tais como: perícia técnico-judicial, memo-rial descritivo, etc.
3.15 Levantamento topográfico altimétrico (ounivelamento)
Levantamento que objetiva, exclusivamente, a determina-ção das alturas relativas a uma superfície de referência,dos pontos de apoio e/ou dos pontos de detalhes, pressu-pondo-se o conhecimento de suas posições planimétri-cas, visando à representação altimétrica da superfície le-vantada.
3.16 Levantamento topográfico planialtimétrico
Levantamento topográfico planimétrico acrescido da de-terminação altimétrica do relevo do terreno e da drena-gem natural.
3.17 Levantamento topográfico planimétrico cadastral
Levantamento planimétrico acrescido da determinaçãoplanimétrica da posição de certos detalhes visíveis ao ní-vel e acima do solo e de interesse à sua finalidade, tais co-mo: limites de vegetação ou de culturas, cercas internas,edificações, benfeitorias, posteamentos, barrancos, árvo-res isoladas, valos, valas, drenagem natural e artificial, etc.Estes detalhes devem ser discriminados e relacionadosnos editais de licitação, propostas e instrumentos legaisentre as partes interessadas na sua execução.
3.18 Levantamento topográfico planialtimétricocadastral
Levantamento topográfico planialtimétrico acrescido doselementos planimétricos inerentes ao levantamento pla-nimétrico cadastral, que devem ser discriminados e rela-cionados nos editais de licitação, propostas e instrumen-tos legais entre as partes interessadas na sua execução.
3.19 Método das direções
Consiste nas medições angulares horizontais com visadasdas direções determinantes nas duas posições de medi-ção permitidas pelo teodolito (direta e inversa), a partir deuma direção tomada como origem, que ocupa diferentesposições no limbo horizontal do teodolito. As observa-ções de uma direção, nas posições direta e inversa do teo-dolito, chamam-se leituras conjugadas. Uma série de lei-turas conjugadas consiste na observação sucecssiva dasdireções, a partir da direção-origem, fazendo-se o giro deida na posição direta da luneta e de volta na posição in-versa, ou vice-versa, terminando na última direção e ini-ciando-se, aí, a volta sem fechar o giro. O intervalo, medi-do no limbo horizontal do teodolito, entre as posições dadireção-origem neste limbo, chama-se intervalo de reite-ração. Assim, para observação de “n” séries de leiturasconjugadas pelo método das direções, o intervalo de rei-teração deve ser 180°/n. Como exemplo, se forem trêsséries de leituras conjugadas, o intervalo de reiteraçãodeve ser 180°/3 = 60°, e a direção-origem deve ocupar, nolimbo horizontal do teodolito, posições nas proximida-des de 0°, 60°e 120°. Os valores dos ângulos medidos pe-lo método das direções são as médias aritméticas dosseus valores obtidos nas diversas séries.
3.20 Nivelamento geométrico (ou nivelamento direto)
Nivelamento que realiza a medida da diferença de nívelentre pontos do terreno por intermédio de leituras corres-pondentes a visadas horizontais, obtidas com um nível,em miras colocadas verticalmente nos referidos pontos.
Cópia não autorizada

Activity (7)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 thousand reads
1 hundred reads
Bruno Riordan liked this
Vagner Trindade liked this
Vagner Trindade liked this
Gustavo Saldani liked this
Alessandroamb liked this

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->