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1 Introdução
2 Objetivo
3 Revisão Bibliográfica
3.1 Origem e Desenvolvimento da Madeira Plástica
3.2 Mercado Mundial dos Dormentes de Ferrovia Feitos de
Figura 2 – Dormente de Poliuretano da Sekisui
Figura 3 – Dormente de madeira plástica da Wisewood
Logística
Tabela 1 – Produtores de dormentes de plástico no mundo
3.3 Mercado do Dormente de Ferrovia
3.3.1 No Brasil
Figura 5 – Elementos da via permanente
Tabela 2 - Ferrovias de carga no Brasil
Tabela 3 - Ferrovias de passageiros no Brasil
Figura 6 – Ferrovias no Brasil - 2008
Tabela 4 – Dimensões do dormente de madeira natural (serrada)
Tabela 5 – Vida útil e preço dos dormentes no Brasil
Tabela 6 – Características dos dormentes de ferrovia
3.3.2 Na Alemanha
Figura 7 – Dormente de madeira tratada com creosoto
Tabela 7 – Vida útil e preço dos dormentes na Alemanha
Figura 8 – Ferrovias na Alemanha
3.4 Mercado dos Resíduos Plásticos
3.4.1 No Brasil
Tabela 8 - Utilização do plástico por setor no Brasil
Figura 9 – Composição média do lixo coletado no Brasil (% em massa)
Tabela 9 - Índice de reciclagem mecânica por tipo de plástico pós-consumo
3.4.2 Na Alemanha
Figura 10 – Logo “O Ponto Verde” do Dual System Deutschland
Figura 12 – Produção e consumo dos resíduos plásticos na Alemanha
Figura 13 - Composição média do lixo coletado na Alemanha (% em massa)
3.5 Avaliação do Ciclo de Vida
3.5.1 Definição
3.5.2 Normas
3.5.3 Software e Base de dados
3.5.4 Pesquisas e Estudos
4.1 Estrutura da Avaliação do Ciclo de Vida
Figura 15 – Fases de uma Avaliação do Ciclo de Vida
4.2 Definição do objetivo e do escopo – Fase 1
4.2.1 Público-alvo
4.2.2 Descrição do produto
Figura 16 – Alburno (parte mais branca) e cerne do Carvalho (parte mais escura)
4.2.3 Sistema de produto e Fronteira do sistema de produto
fronteira do sistema do dormente de madeira natural no Brasil
fronteira do sistema do dormente de madeira natural na Alemanha
fronteira do sistema do dormente de madeira plástica na Alemanha
4.2.4 Unidade funcional
4.2.5 Software de Avaliação do Ciclo de Vida
4.2.6 Levantamento de dados para Fase 2 (ICV)
estudo em questão
Tabela 11 – Emissão para o ar do creosoto (kg)
4.2.7 Categorias de impacto ambiental para Fase 3 (AICV)
4.2.8 Apresentação dos resultados das Fases 2, 3 e 4
5 Resultados
5.1 Potencial de Resíduo Plástico Disponível
5.1.1 Brasil
Tabela 12 - Potencial de reaproveitamento de PEAD no Brasil em 2005
5.1.2 Alemanha
Tabela 13 - Potencial de reaproveitamento de PEAD na Alemanha em 2005
queima no final do tempo de uso - Brasil
sua queima no final do tempo de uso - Brasil
sua queima no final do tempo de uso no ICV da Alemanha
considerando a sua queima no final do tempo de uso - Alemanha
considerando a sua queima no final do tempo de uso no ICV da Alemanha
queima no final do tempo de uso - Alemanha
sua queima no final do tempo de uso - Alemanha
5.2.3 ICV Brasil e Alemanha – Unidade funcional
5.3 Avaliação do Impacto do Ciclo de Vida dos dormentes -
5.3.1 AICV - Brasil
Tabela 28 – Valoração das categorias de impacto ambiental para cada dormente -
5.3.2 AICV - Alemanha
Alemanha
5.3.3 Análise comparativa das emissões de GEE dos ICVs
madeira natural no Brasil e na Alemanha (tCO2e)
madeira plástica no Brasil e na Alemanha (tCO2e)
dormentes de madeira natural no Brasil e na Alemanha
dormentes de madeira plástica no Brasil e na Alemanha
5.4 Interpretação do Ciclo de Vida dos dormentes - Fase 4
5.4.1 Análise de Cenários - Brasil
considerando a queima da madeira e não do plástico - Brasil
considerando a queima da madeira e do plástico - Brasil
a madeira C-neutro - Brasil
considerando a disposição no aterro de ambos os materiais – Brasil
de habitantes referentes ao cenário padrão brasileiro
madeira C-neutro - Brasil
5.4.2 Análise de Cenários - Alemanha
considerando a queima da madeira e do plástico - Alemanha
disposição no aterro de ambos os materiais – Alemanha
5.4.3 Resumo da Análise de Cenários
dormente de madeira natural e de madeira plástica (kgCO2e)
tempo de uso – Brasil
tempo de uso – Alemanha
5.4.4 Considerações
6 Conclusões e Sugestões para Trabalhos Futuros
Referências Bibliográficas
Anexos
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EMISSÕES DE GASESDOS DORMENTES DE FERROVIA

EMISSÕES DE GASESDOS DORMENTES DE FERROVIA

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Published by: Marta Barreto Wermelinger on Dec 02, 2010
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