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Contestação Adálio da Silva

Contestação Adálio da Silva

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Categories:Business/Law
Published by: Arthur Moureira Fontes Lima on Dec 02, 2010
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06/26/2013

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 Av. Pedro Calazans
 –
nº 1098
 –
Sala 01
 –
Bairro Cirurgia
 –
Aracaju/SE
 –
CEP: 49055-520Tel.: 3044-4656
 –
Email: fevadvocacia@gmail.com
EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA VARA DOTRABALHO DE CARMOPOLIS-SERGIPEPROCESSO 0000542-56.2010.5.20.0011
CHÁCARA UNIÃO
, representada por
ADÁLIO SILVA
, brasileiro, casado,aposentado, portador de RG nº 227.054 SSP/SE, inscrito no CPF sob o nº 077.830.435-34, residente e domiciliado na Rua Goiás, nº 999, Bairro Siqueira Campos, em frente àfarmácia Goiás, CEP 49075-510, Aracaju/SE, notificado para responder aos termos daReclamatória Trabalhista que lhe move o Sr. JOSELITO ALVES SANTOS, jáqualificado na peça exordial, em audiência, por seu procurador infra-assinado, vem,respeitosamente, apresentar sua CONTESTAÇÃO e documentos com fundamento nosfatos e direito a seguir deduzidos:
PRELIMINARMENTE.
 Argüi o Reclamado, que na remota hipótese de serdeferida alguma verba em favor do Postulante, que seja obedecida à
evoluçãohistórica do salário
, constante nos Recibos de Pagamento, bem como, seja feita a
compensação
de verbas comprovadamente pagas, embora requeridas, e ainda, a
prescrição qüinqüenal
, no que couber.
 
 Av. Pedro Calazans
 –
nº 1098
 –
Sala 01
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Bairro Cirurgia
 –
Aracaju/SE
 –
CEP: 49055-520Tel.: 3044-4656
 –
Email: fevadvocacia@gmail.com
NO MÉRITO.
DOS FATOS
Diz o reclamante que foi admitido pela Reclamada em 01/05/2009, ondetrabalhava de domingo a domingo, inclusive feriados, sempre no horário das 05h até as19h, desenvolvendo o trabalho braçal de capinagem, o manuseio do gado, levantamentoe conservação de cercas.Que apesar de ter começado a trabalhar no dia 01/05/2009, só teve a sua CTPSassinada no dia 01/08/2009, sendo injustamente demitido em 09 de março de 2010.Que durante todo o contrato nunca recebeu o pagamento de horas extrasefetivadas, nem de férias, 13º salário e dos depósitos fundiários, e ainda, que não lhe foipago em toda a sua integralidade o seu acerto rescisório.Por fim, alega que durante o pacto laboral acidentou-se em dias de trabalho,causando-lhe lesões de natureza grave, sem que o reclamado prestasse assistêncianecessária para a sua recuperação, alegando ainda que em virtude do reclamado não terfeito o recolhimento do INSS não tem condições de arcar e nem conseguir um dignotratamento para a sua lesão, e que tal descaso do empregador considera-se um grandeconstrangimento, resultando numa grande dor moral e abalo psíquico, requerendo assimuma indenização com o intuito de reparar os danos morais e materiais causados por talomissão.Pelo que PLEITEIA:.Aviso prévio acrescido em 1/3 sob todo o pacto laboral; horas extras devidascom acréscimo de 50%; férias em dobro acrescida de 1/3, 13º salário, dobras dedomingo e feriados trabalhados, indenização por tempo de serviço, dobrada, até05/05/2010; diferença salarial em dobro, em decorrência da retenção, posto que semprerecebeu abaixo do salário mínimo legal, honorários advocatícios no patamar de 20% sobo valor da condenação; juros e atualização monetária; FGTS ou indenizaçãoequivalente, Seguro desemprego ou entrega das guias ou indenização equivalente;salário família; Que seja oficiado o INSS para efetuar o pagamento do Auxilio Doença;indenização equivalente em decorrência da estabilidade provisória adquirida,incorporada ao tempo de serviço; concessão da gratuidade de justiça, arbitramento dedanos morais no valor R$ 10.200,00(dez mil e duzentos reais) e que o empregador sejacondenado ao pagamento de todas as custas processuais, honorários periciais eadvocatícios.Dá valor à causa de R$ 21.653,70(vinte e um mil, seiscentos e cinqüenta e trêsreais e setenta centavos).
 
 Av. Pedro Calazans
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nº 1098
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Sala 01
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Bairro Cirurgia
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Aracaju/SE
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CEP: 49055-520Tel.: 3044-4656
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Email: fevadvocacia@gmail.com
CONSIDERAÇÕESINICIAIS
 
O reclamado,
data venia,
discorda das alegações insertas na exordial,impugnando, especificamente, as pretensões discriminadas nos termos articulados quepassa aduzir.Na realidade, como restará provado na instrução processual, às alegações doreclamante não condizem com a realidade.Todavia, inicialmente, importa esclarecer algumas questões:O reclamante começou a trabalhar para o reclamado no dia 01/08/2009, e não nodia 01/05/2009 como alega.Diferentemente do que pretende deixar subtendido, o reclamante era domestico,desenvolvendo a função de caseiro, onde trabalhava somente de segunda a sexta, nãotrabalhando aos sábados, domingos e feriados.Registre-se ainda que o mesmo, em virtude da função que fora contratado, qualseja, caseiro, não possuía uma jornada de trabalho definida, não tendo nem horário deentrada e saída, posto que o mesmo definia a ordem dos seus trabalhos.O Reclamado sempre pagou em dia o reclamante, sendo que este percebiamensalmente o equivalente a 1(um) salário mínimo, como também sempre arcou com asdespesas previdenciárias frente ao INSS, tudo conforme cópias dos recibos depagamento e das guias de recolhimento da previdência social em anexo.No Tocante ao FGTS, o reclamante não faz jus, posto que, conforme a legislaçãopátria atual acerca dos domésticos, o FGTS é facultativo, não tendo o reclamado emmomento algum optado pelo pagamento do mesmo.É de grande importância destacar que a referida chácara é utilizadaespecificamente para fins de lazer pelo seu proprietário, e as arvores frutíferas aliexistentes são única e exclusivamente para a utilização do proprietário, não havendonenhuma finalidade lucrativa.Por fim, é de se destacar que a chácara não possui criação algum de qualqueranimal, principalmente de gados, posto que se trata de uma pequena propriedade(possuinão mais que quatro tarefas de terra) conforme se constata pela cópia da escritura emanexo.Após essas breves considerações, passemos a impugnações ponto a ponto dosfatos alegados e dos pedidos realizados pelo reclamante.

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