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1 – INTRODUÇÃO À MECATRÔNICA
TENDÊNCIAS DE MERCADO
GESTÃO DE MANUFATURA
AFINANDO ALGUNS CONCEITOS
COMPETÊNCIAS SOCIAIS E PESSOAIS
TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA
TÉCNICO EM MECATRÔNICA
OLHANDO PARA O FUTURO
A INFORMAÇÃO FLUINDO ENTRE A AUTOMAÇÃO E OS SISTEMAS CORPORATIVOS
2 – TECNOLOGIA MECÂNICA
PROPRIEDADES FÍSICAS
PROPRIEDADES QUÍMICAS
OBTENÇÃO DO FERRO GUSA
USANDO O FORNO
TRANSFORMANDO O FERRO-GUSA EM FERRO FUNDI DO
MELHORANDO AS PROPRIEDADES DO AÇO
COMO MELHORAR A RESISTÊNCIA DOS METAIS
CONHECENDO OS DIFERENTES TRATAMENTOS TÉRMICOS
O QUE SÃO TENSÕES INTERNAS?
O QUE É RECOZIMENTO PLENO?
VANTAGENS DO TRATAMENTO TÉRMICO DO AÇO
CONHECENDO OS DIFERENTES TRATAMENTO TERMOQUÍMICO
CEMENTAÇÃO
OBTENDO O COBRE
CONHECENDO AS LIGAS DE ALUMÍNIO
LIGAS DE COBRE E NÍQUEL
COMBATENDO A CORROSÃO
PINTURA
3 – HIDRÁULICA
DEFINIÇÃO DE PRESSÃO
CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
TRANSMISSÃO DE ENERGIA HIDRÁULICA
VANTAGENS DO ACIONAMENTO HIDRÁULICO
ÓLEO HIDRÁULICO
PRESSÃO NUMA COLUNA DE FLUIDO
A PRESSÃO ATMOSFÉRICA ALIMENTA A BOMBA
AS BOMBAS DE DESLOCAMENTO POSITIVO CRIAM O FLUXO
COMO É CRIADA A PRESSÃO
FLUXOS PARALELOS
FLUXO DE SÉRIE
QUEDA DE PRESSÃO ATRAVÉS DE UMA RESTRIÇÃO (ORIFÍCIO)
A PRESSÃO INDICA A CARGA DE TRABALHO
A FORÇA É PROPORCIONAL À PRESSÃO E À ÁREA
CALCULANDO A ÁREA DO PISTÃO
VELOCIDADE DE UM ATUADOR
VELOCIDADE NA TUBULAÇÃO
PROCEDIMENTO PARA SE DETERMINAR AS DIMENSÕES DA TUBULAÇÃO
TUBULAÇÃO E SUAS ESPECIFICAÇÕES
TRABALHO E ENERGIA
POTÊNCIA NUM SISTEMA HIDRÁULICO
TORQUE
PRINCÍPIOS DE PRESSÃO
PRESSÃO ATMOSFÉRICA
BARÔMETRO DE MERCÚRIO
MEDINDO O VÁCUO
RESUMO DAS ESCALAS DE PRESSÃO E VÁCUO
PRINCÍPIOS DE FLUXO
COMO MEDIR O FLUXO
VAZÃO E VELOCIDADE
FLUXO E QUEDA DE PRESSÃO
O FLUIDO PROCURA UM NÍVEL
FLUXO LAMINAR E TURBULENTO
O PRINCÍPIO DE BERNOULLI
SIMBOLOGIA HIDRÁULICA
SELEÇÃO DE FLUIDOS
ÓLEOS MINERAIS
FLUIDOS DE BASE SINTÉTICA
REQUISITOS DE QUALIDADE
SELEÇÃO DE UM FLUIDO HIDRÁULICO
PESO ESPECÍFICO
VISCOSIDADE
VISCOSÍMETRO UNIVERSAL SAYBOLT
PROBLEMAS DE VISCOSIDADE
ÍNDICE DE VISCOSIDADE
VALOR LUBRIFICANTE
PONTO MÍNIMO DE FLUIDEZ
OXIDAÇÃO E CONTAMINAÇÃO
ACUMULADOR DE BEXIGA
FILTRO DE ENTRADA OU DE RESERVATÓRIO
4 - PNEUMÁTICA
DESENVOLVIMENTO DA TÉCNICA DO AR COMPRIMIDO
PROPRIEDADES DO AR COMPRIMIDO - VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DA PNEUMÁTICA
LIMITAÇÕES DA PNEUMÁTICA
RELAÇÃO CUSTO/BENEFÍCIO
UNIDADE DE MEDIDA E FUNDAMENTOS FÍSICOS
PREPARAÇÃO DO AR COMPRIMIDO
CILINDROS DE AÇÃO DUPLA COM EXECUÇÃO ESPECIAL
CÁLCULOS DOS CILINDROS
CONSUMO DE AR DO CILINDRO
CONEXÕES DO CILINDRO
VÁLVULAS DE COMANDO - DIMENSIONAMENTO
CONCEITO
5 - ELETRICIDADE BÁSICA
MOLÉCULAS E LIGAÇÕES QUÍMICAS
ESTRUTURA DOS ÁTOMOS
ELÉTRONS, PRÓTONS, NÊUTRONS, CARGAS ELÉTRICAS
ESTABILIDADE DOS ÁTOMOS
ELÉTRONS DE VALÊNCIA, ÍONS
LIGAÇÃO IÔNICA
LIGAÇÃO ATÔMICA (LIGAÇÃO COVALENTE)
LIGAÇÃO METÁLICA
PADRÕES ELÉTRICOS E CONVENÇÕES
PREFIXOS MÉTRICOS
CARGAS ELÉTRICAS
TENSÃO ELÉTRICA - LEI DE COULOMB
LINHAS DE FORÇA DO CAMPO ELÉTRICO E FORMAS DO CAMPO
SEPARAÇÃO DAS CARGAS E TENSÃO ELÉTRICA
PRODUÇÃO DE TENSÃO ELÉTRICA
TENSÃO NORMALIZADA
UNIDADE E SÍMBOLO DA TENSÃO ELÉTRICA
TIPOS DE TENSÕES ELÉTRICAS
MEDIDA DE TENSÃO ELÉTRICA
A CORRENTE ELÉTRICA
LEIS BÁSICAS DA CORRENTE ELÉTRICA CONTÍNUA
UNIDADE E SÍMBOLO DA CORRENTE ELÉTRICA
TIPOS DE CORRENTE ELÉTRICA
PERIGOS DA CORRENTE ELÉTRICA
CONDUTORES E ISOLANTES ELÉTRICOS
CARGA ELÉTRICA
POTENCIAL ELÉTRICO
CORRENTE ELÉTRICA
POTÊNCIA E ENERGIA ELÉTRICA
RESISTORES E CÓDIGOS DE CORES
LEIS DE OHM
POTÊNCIA ELÉTRICA
LEI DE KIRCHHOFF
CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITOS ELÉTRICOS BÁSICOS
TENSÃO EM CIRCUITO PARALELO
RESISTÊNCIA ELÉTRICA NO CIRCUITO EM PARALELO
CÁLCULO DA RESISTÊNCIA EQUIVALENTE
VANTAGENS DO CIRCUITO EM PARALELO SOBRE O CIRCUITO EM SÉRIE:
CORRENTE ELÉTRICA NO CIRCUITO EM PARALELO
CIRCUITO ELÉTRICO MISTO
O FUTURO DA ELETRICIDADE
6 – ELETRÔNICA
CONVERSÃO DE BASE BINÁRIA PARA A BASE DECIMAL
ÁLGEBRA BOOLEANA
CIRCUITOS COMBINACIONAIS
CONVERSÃO DIGITAL/ANALÓGICA PARA SEQÜÊNCIA DE BYTES
PORTAS LÓGICAS
7 – MICROCONTROLADORES E MICROPROCESSADORES
MICROCONTROLADORES
SOFTWARE
HARDWARE
DISPOSITIVOS DE ENTRADA E SAÍDA
SISTEMAS BÁSICOS DE UM MICROPROCESSADOR
8 - PROGRAMAÇÃO
LÓGI CA DE PROGRAMAÇÃO
PROGRAMAS
O QUE É UM DI AGRAMA DE BLOCOS?
SIMBOLOGIA
CONSTANTES
VARIÁVEIS
ESTRUTURA DE DECISÃO E REPETIÇÃO
ARQUI VOS DE DADOS
CONCEITOS BÁSICOS
MACRO-FLUXO
LI NGUAGEM C
FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM C
LINGUAGENS DE BAIXO E ALTO NÍVEL
LINGUAGEM C
HISTÓRICO
CONJUNTO DE CARACTERES
DIRETIVAS DE COMPILAÇÃO
9 - REDE DE COMUNICAÇÃO
REDES DE COMPUTADORES
CUSTO
RETARDO DE TRANSFERÊNCIA
DESEMPENHO
CONFIABILIDADE
MODULARIDADE
COMPATIBILIDADE
SENSIBILIDADE TECNOLÓGICA
10 – ROBÓTICA
CONCEITOS BASICOS DE UM ROBÔ
SENSORIAMENTO E PROGRAMAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
REGIÃO DE TRABALHO DE UM ROBÔ
ACIONAMENTOS DE ROBÔS
PROGRAMAÇÃO GESTUAL
PROGRAMAÇÃO TEXTUAL
LINGUAGENS DE SEGUNDA GERAÇÃO
ESTRUTURA DA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DE ROBÔS
CONSTANTES E VARIÁVEIS
COMANDOS DE MOVIMENTO
DEFINIÇÕES DE PONTOS NO ESPAÇO DE TRABALHO
CÁLCULOS E OPERAÇÕES
CONTROLE DO PROGRAMA
SUB-ROTINAS
COMUNICAÇÕES E PROCESSAMENTOS DE DADOS
COOPERAÇÃO DO ROBÔ COM EQUIPAMENTOS TECNOLÓGICOS EXTERNOS
SENSORES: OS OLHOS DA MECATRÔNICA INDUSTRIAL*
11 - COMANDO NUMÉRICO COMPUTADORIZADO
TECNOLOGIA CNC
A IHM (INTERFACE HOMEM MÁQUINA)
TROCADORES DE FERRAMENTAS
CICLOS DE USINAGEM
PROGRAMAÇÃO - LINGUAGEM ISO
CNC MCS : INSTRUÇÕES BÁSICAS DE PROGRAMAÇÃO
PROGRAMAÇÃO ISO (CÓDIGOS G)
12 - CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS
FASES HISTÓRICAS
VANTAGENS DO USO DE CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS
FUNCIONAMENTO DO CLP
ESTRUTURA INTERNA DO CLP
MÓDULOS OU INTERFACES DE ENTRADA
MÓDULOS ESPECIAIS DE ENTRADA
MÓDULOS OU INTERFACES DE SAÍDA
CAPACIDADE DE UM CLP
LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
STEP 5
INTERCAMBIALIDADE ENTRE REPRESENTAÇÕES
ESTRUTURA DA LINGUAGEM
SISTEMA “BUS”
EXECUÇÃO DAS INSTRUÇÕES
SÍMBOLOS DE LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
LISTA DE INSTRUÇÕES (AWL) OU (STL)
LISTA DE INSTRUÇÕES (DIN)
DISPOSITIVOS DE PROGRAMAÇÃO
SOLUÇÕES ATRAVÉS DO CLP
PROGRAMAS DE CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS
SOFTWARE LADDER DIAGRAM
ESTRUTURA DE UMA INSTRUÇÃO LADDER
NOÇÕES BÁSICAS DE REPRESENTAÇÃO
13 - DESENHO TÉCNICO
ELABORANDO UM DESENHO TÉCNICO
O QUE É GEOMETRIA DESCRITIVA
PROJEÇÃO ORTOGONAL
O QUE É CUBO DE REFERÊNCIA
O QUE SÃO PROJEÇÕES EM PERSPECTIVA?
O QUE SÃO LINHAS ISOMÉTRICAS?
O QUE SÃO EIXOS ISOMÉTRICOS?
CORTE TOTAL
O QUE É CORTE TOTAL
O QUE É CORTE PARCIAL
FORMATOS DE PAPEL (REF.: NBR 10068)
LEGENDA (REF.: NBR 10068)
ESCALAS (REF.: NBR 8196)
LINHAS (REF.: NBR 8403)
LETRAS E ALGARISMOS - CALIGRAFIA TÉCNICA (REF.: NBR 8402/1994)
COTAGEM (REF.: NBR 10.126/1987)
14 – METROLOGIA E INSTRUMENTAÇÃO
PADRÕES INGLESES
PADRÔES BRASILEIROS
MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO METRO
METROLOGIA CIENTÍFICA E INDUSTRIAL
ESTRUTURA INTERNACIONAL DA METROLOGIA CIENTÍFICA
ACORDOS INTERNACIONAIS RELACIONADOS AOS PADRÕES DE MEDIÇÃO
EQUIVALÊNCIA INTERNACIONAL DE PADRÕES DE MEDIÇÃO NACIONAIS
METROLOGIA LEGAL
INSTRUMENTAÇÃO – APARELHOS DE MEDIÇÃO
PAQUÍMETRO
PRINCIPAIS TIPOS E USOS
PRINCÍPIO DO NÔNIO
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
NOMENCLATURA
PRINCIPAIS USOS
CALIBRADORES
TIPOS DE CALIBRADOR
VERIFICADORES
DIMENSÕES
CÁLCULO DA RESOLUÇÃO
LEITURA DO GONIÔMETRO
O RELÓGIO COMPARADOR
RELÓGIO COMPARADOR ELETRÔNICO
RUGOSIDADE
SUPERFÍCIE GEOMÉTRICA
SUPERFÍCIE REAL
SUPERFÍCIE EFETIVA
PERFIL GEOMÉTRICO
PERFIL REAL
PERFIL EFETIVO
PERFIL DE RUGOSIDADE
COMPOSIÇÃO DA SUPERFÍCIE
CRITÉRIOS PARA AVALIAR A RUGOSIDADE
SISTEMAS DE MEDIÇÃO DA RUGOSIDADE SUPERFICIAL
CONTROLES TRIGONOMÉTRICOS
MEDIÇÃO DE ENCAIXE RABO-DE-ANDORINHA
TERMOS MAIS UTILIZADOS EM METROLOGIA
SIGLAS
15 – ORGANIZAÇÃO E NORMAS
ABNT
SINMETRO
QUALIDADE
A EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE QUALIDADE
A NECESSIDADE DE PADRONIZAÇÃO
A ISO SÉRIE 9000
OS ELEMENTOS DA ISO SÉRIE 9000
O SISTEMA DE DOCUMENTAÇÃO
OS BENEFÍCIOS DA ISO 9000
MANUAL DA QUALIDADE
O SISTEMA KANBAN
O SISTEMA JUST IN TIME*
FUNDAMENTOS E CARACTERÍSTICAS
OBJETIVOS PRINCIPAIS DO JUST IN TIME
EDUCAÇÃO E TREINAMENTO
O JIT E OS CUSTOS DE PRODUÇÃO
16 – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
CONSERVAÇÃO OU MANUTENÇÃO?
POR QUE ESSA EVOLUÇÃO? ARGUMENTOS TÉCNICOS E ECONÔMICOS EXPLICAM-NA
CRITÉRIOS QUE VALORIZAM A MANUTENÇÃO
OS DIFERENTES SETORES QUE PRATICAM A MANUTENÇÃO
ALGUMAS OBSERVAÇÕES SOBRE A PROFISSÃO TÉCNICO EM MANUTENÇÃO
AÇÕES DE MANUTENÇÃO CORRETIVA:
DEFINIÇÕES DE MANUTENÇÃO CORRETIVA
EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO CORRETIVA
EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE MANUTENÇÃO
MANUTENÇÃO PREVENTIVA TOTAL (TPM)
MANUTENÇÃO AUTÔNOMA
EFEITOS DA TPM NA MELHORIA DOS RECURSOS HUMANOS
FALHAS EM MÁQUINAS
ORIGEM DOS DANOS
ANÁLISE DE FALHAS EM MÁQUINAS
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS DANOS E DEFEITOS
FERRAMENTAS DE APERTO E DESAPERTO
FERRAMENTAS
ALICATES
ROLAMENTOS
APLICAÇÃO DE ROLAMENTOS
COMO VERIFICAR AS CONDIÇÕES DE UM ROLAMENTO
INSPEÇÃO DE ROLAMENTOS EM MÁQUINAS
PROCEDIMENTOS PARA DESMONTAGEM DE ROLAMENTOS
LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL
LUBRIFICANTES
CLASSIFICAÇÃO DOS ÓLEOS QUANTO À ORIGEM
APLICAÇÕES DOS ÓLEOS
TIPOS DE GRAXA
LUBRIFICANTES SÓLIDOS
LUBRIFICAÇÃO DE MANCAIS DE ROLAMENTO
LUBRIFICAÇÃO COM GRAXA
LUBRIFICAÇÃO COM ÓLEO
INTERVALOS DE LUBRIFICAÇÃO
LUBRIFICAÇÃO DOS MANCAIS DOS MOTORES
LUBRIFICAÇÃO DE ENGRENAGENS FECHADAS
LUBRIFICAÇÃO DE ENGRENAGENS ABERTAS
LUBRIFICAÇÃO DE MÁQUINAS-FERRAMENTA
PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO - P.C.M
PLANEJAMENTO DO TRABALHO
CÁLCULO DO SERVIÇO
PROGRAMA DOS SERVIÇOS
PLANEJAMENTO DE PESSOAL
ORÇAMENTO
MATERIAIS E PEÇAS DE REPOSIÇÃO
EQUIPAMENTOS, MÁQUINAS E INSTALAÇÕES
MANUTENÇÃO PREVENTIVA E DE ROTINA (MP E MR)
MANUTENÇÃO CORRETIVA (MC)
COMISSÃO EXECUTIVA DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO
RESPONSABILIDADE E ATRIBUIÇÕES DA COMISSÃO
OFICINAS DE MANUTENÇÃO
MEMBROS EFETIVOS DA COMISSÃO EXECUTIVA
PROCEDIMENTOS
17 – SEGURANÇA NO TRABALHO
O QUE É SEGURANÇA DO TRABALHO
ACIDENTE NO TRABALHO
ONDE ATUA O PROFISSIONAL DE SEGURANÇA DO TRABALHO
O QUE FAZ O PROFISSIONAL DE SEGURANÇA DO TRABALHO
COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA
CAMPANHAS DE SEGURANÇA
18 - GESTÃO E QUALIDADE
A QUALIDADE NA EMPRESA
BUSCANDO MELHORIA DE PRODUTIVIDADE E EXCELÊNCIA
GESTÃO PELA QUALIDADE
QUANTO SE DEVE INVESTIR EM QUALIDADE PARA SE TER MENORES CUSTOS?
ANÁLISE DOS RESULTADOS DE INVESTIMENTOS EM QUALIDADE
PADRONIZAÇÃO E FORMALIZAÇÃO DE ROTINAS E PROCESSOS
VALORIZAÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO
O INVERSO DE UM NÚMERO
AS PORCENTAGENS
RAIZ QUADRADA
EQUAÇÃO DO PRIMEIRO GRAU
SUBSTITUINDO TEXTOS E PALAVRAS
MÚLTIPLAS COLUNAS
TABELAS
AUTOFORMATAÇÃO DE TABELAS
ALTERAR LARGURA DE LINHAS E COLUNAS DAS TABELAS
ACRESCENTAR E EXCLUIR LINHAS DA TABELA
ACRESCENTAR OU EXCLUIR COLUNAS DA TABELA
FORMATAR BORDAS DA TABELA
ORDENAÇÃO DE DADOS EM UMA TABELA
INSERIR FIGURAS
MODIFICAR A FIGURA
INSERINDO AUTOFORMAS
TRABALHANDO COM WORD ART
PLANILHAS ELETRÔNICAS
CARREGANDO O EXCEL 7
A TELA DE TRABALHO
MOVIMENTANDO-SE PELA PLANILHA
USANDO TECLAS
USANDO A CAIXA DE DIÁLOGO
USANDO O mouse
INSERINDO OS DADOS
ENTRADA DE NÚMEROS
ENTRADA DE TEXTOS
ENTRADA DE FÓRMULAS
A AUTO-SOMA
ALTERAÇÃO DO CONTEÚDO DE UMA CÉLULA
SALVANDO UMA PLANILHA
CARREGANDO UMA PLANILHA
FORMATAÇÃO DE CÉLULAS
SELEÇÃO DE FAIXAS
SELECIONANDO COM O mouse
SELECIONANDO COM O TECLADO
DESMARCANDO UMA FAIXA
FORMATAÇÃO DE TEXTOS E NÚMEROS
FORMATAÇÃO DE NÚMEROS
ALTERAÇÃO DA LARGURA DAS COLUNAS
ALTERANDO A LARGURA DA COLUNA COM O mouse
ALTERANDO A LARGURA DA COLUNA POR MEIO DA CAIXA DE DIÁLOGO
APAGANDO O CONTEÚDO DE UMA OU MAIS CÉLULAS
CRIANDO GRÁFICOS
IMPRESSÃO DA PLANILHA
FECHANDO A PLANILHA ATUAL
CRIAÇÃO DE UMA NOVA PLANILHA
ABANDONANDO O EXCEL 7
ABRINDO UMA APRESENTAÇÃO EXISTENTE
EDITANDO A APRESENTAÇÃO
I NTERNET EXPLORER
O QUE É A INTERNET?
WORLD WIDE WEB (WWW)
ENDEREÇOS ELETRÔNICOS
O PROGRAMA INTERNET EXPLORER
QUANTO AO ENVIO E RECEBIMENTO DE MENSAGENS
21 – TÉCNICAS DE REDAÇÃO
EXPRESSIVIDADE
SIMPLICIDADE
NARRAÇÃO
DESCRIÇÃO
DISSERTAÇÃO
PROCESSO DE REDAÇÃO
22 – INGLÊS TÉCNICO
ADJECTIVE-NOUN ORDER
PREPOSITIONS
COMMON EXPRESSIONS
SI MPLE PRESENT
VERBOS REGULARES:
VERBOS IRREGULARES
INTERROGATIVE FORM
NEGATIVE FORM
O PASSADO DO VERBO TO BE
PRESENT CONTI NUOUS TENSE
POSIÇÃO DOS ADVÉRBIOS
23 – RELAÇÕES INTERPESSOAIS
A COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS
ALGUNS CANAIS QUE ATRAPALHAM A COMUNICAÇÃO
FLUXOS DE COMUNICAÇÃO
PLANEJAMENTO DAS AÇÕES DE COMUNICAÇÃO
POSTURAS
SOBRE AS DIFERENÇAS ENTRE AS PESSOAS: OUTRO MÉTODO DE AVALIAÇÃO
CARACTERIZAÇÃO DOS ESTILOS DE COMUNICAÇÃO
COMO TORNAR A COMUNICAÇÃO MAIS EFICIENTE
DEZ RAZÕES PORQUE FALHAMOS EM NOS COMUNICAR
VALORES E ATITUDES
MOTIVAÇÃO: O SEGREDO DO SUCESSO
TRABALHO EM EQUIPE
MARKETING INTERPESSOAL PARA ADMINISTRAR RELACIONAMENTOS
A POSTURA ADEQUADA PARA UM PROFISSIONAL
A CRIATIVIDADE NO TRABALHO
CIDADANIA E ÉTICA NO TRABALHO
AS QUATRO ATITUDES
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ApostilaMecatronica

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