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Rachel Vicente - My Soul to Take

Rachel Vicente - My Soul to Take

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Published by Jessica Nieves

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Published by: Jessica Nieves on Dec 12, 2010
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02/10/2013

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My Soul to Take
Rachel Vincent
Ela não vê os mortos, mas...Ela sente quando alguém próximo a ela esta a ponto de morrer. E quando issoacontece, uma força além de seu controle a obriga a gritar morte sangrenta.Literalmente.Kaylee só quer desfrutar de ter chamado a atenção do garoto mais bonito da escola.Mas é difícil conseguir um encontro normal quando Nash parece saber mais do queela sobre a necessidade de gritar. E quando seus colegas de classe começam a cairmortos sem nenhuma razão aparente, só Kaylee sabe quem será o próximo...SOUL SCREAMERSA última coisa que ouvirá antes de morrer...
Títulos anteriores da série 
SOUL SCREAMERS 
:
 Soul Screamers 00 - My Soul To Lose
Créditos:
Comunidade Tradução de Livros
 
Tradução:
Hayleyyy (Val)
 
Tradução:
Thábata Papini
 
[
Tradução 
:
Michelle
 
Tradução e Revisão:
Thábata Papini
 
[
]
 
 
 
Capítulo 1
"Vamos!" - Emma sussurrou a minha direita, as palavras flutuaram de sua bocacomo uma nuvem branca e fina. Ela olhou o painel de aço maltratado em frente anós, como se sua própria impaciência fosse fazer com que a porta se abrisse. - "Elaesqueceu, Kaylee. Eu deveria ter sabido que o faria." - Emma deixava sair jatos de arda sua boca perfeitamente pintada para manter-se aquecida, suas curvas eramvisíveis sob a blusa vermelha brilhante que tinha "tomado emprestado" de uma desuas irmãs.Sim, tinha um pouco de inveja, eu tenho algumas poucas curvas e não tenho irmãspara pedir roupas emprestadas. Mas tinha tempo, e uma olhada em meu celular medisse que ainda eram oito horas e seis minutos. - "Estará aqui." - Acariciei a frente deminha própria blusa e deslizei meu celular em meu bolso quando Emma chamoupela terceira vez. - "Estamos adiantadas. Simplesmente lhe de um minuto."Meu próprio sopro de ar ainda não havia se desvanecido quando o metal rangeu e aporta abriu-se lentamente em nossa direção, houveram flashes de uma luz defumaça e escutaram-se golpes baixos no beco frio e escuro. Traci Marshall - irmã mais velha de Emma ficou com uma mão na porta, mantendo-aaberta. Ela usava um vestido apertado, de corte baixo, mostrando a semelhança detoda a família, como se seu longo cabelo loiro não fosse suficiente."Bem a tempo!" - Disse Emma, dando um passo adiante para tentar passar pelairmã. Mas Traci bateu a mão livre contra o batente da porta, bloqueando nossaentrada.Ela me devolveu brevemente o sorriso, então franziu o cenho para sua irmã. - "Muitobom te ver também. Diga-me as regras."Emma revirou seus olhos castanhos e esfregou o queixo, com os pêlos dos braçosarrepiados - tínhamos deixado nossos casacos no meu carro. - "Nada de álcool, nadade produtos químicos. Nenhuma diversão de nenhum tipo." - Sussurrou a últimaparte, e reprimiu um sorriso."O que mais?" - Exigiu Traci, obviamente, tentando manter uma rara careta."Nós viemos juntas, estamos juntas, e vamos embora juntas." - Disse, recitando asmesmas frases que repetíamos cada vez que ela nos infiltrava - apenas duas vezes.As regras eram uma porcaria, mas eu sabia que não iríamos entrar se não asdissesse."E..."Emma chutou para sentir um pouco de calor, os saltos grossos ecoavam no concreto.- "Se formos apanhadas, nós não te conhecemos."

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