E, é claro, como você disse: Em Atenas, ele confrontou os filósofos estóicos e epicureus eargumentou a favor da veracidade do Evangelho cristão que ele proclamava. Então, oprocedimento padrão de Paulo era não simplesmente pregar o Evangelho, mas tambémapresentar argumentos a favor da Sua veracidade.Agora, eu gostaria de dizer que, quando falamos de "argumentar", não queremos dizer"brigar". Nunca devemos brigar com um descrente. Nós queremos dizer "apresentar razões,apresentar provas para a veracidade do que fazemos." Mas, como I Pedro continua a dizer,"Nós fazemos isso com gentileza e reverência."
Kevin:
Sim, porque você pode vencer o argumento mas perder a alma.
Craig:
Absolutamente!
Kevin:
Paulo conhecia o material deles, me parece. Quando leio Atos 17, ele lhes citou omaterial deles. Ele citou os poetas pagãos, com quem eles tinham familiaridade, e usou isso nasua apologética.
Craig:
Isso mesmo, Paulo era culturalmente afinado com os artistas e pensadores dos seus diase abordou sua mensagem de uma forma culturalmente sensível quando estava lidando comessas diferentes audiências.
Kevin:
Agora, muita gente pensa que isso é uma coisa nova que surgiu: já que nossa culturatende a ser pós-cristã, se tornou mais necessário se envolver na apologética e usar aapologética no evangelismo. Embora isso possa ser verdade, a Igreja sempre usou apologética?
Craig:
Sim, definitivamente! Na verdade, alguns dos primeiros cristãos pais da igreja eramchamados de "Os Apologistas." E estou pensando em pessoas como Justino o Mártir,Atanágoras, Tatiano e outros. Esses eram tipicamente referidos como apologistas cristãos.
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