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Origem Evolucao Universo

Origem Evolucao Universo

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Universo: Origem e Evolução Big Bang
:Teoria mais aceita sobre a origem do Universo, enunciada em 1948 pelocientista russo naturalizado norte-americano George Gamow (Guiorgui Gamov).Segundo ela, o Universo teria nascido entre 13 e 20 bilhões de anos atrás, a partir deuma concentração de matéria e energia extremamente densa e quente. Como hoje seobserva que as galáxias estão todas se afastando umas das outras, os físicos sãolevados à conclusão de que houve um instante no passado distante em que elasestavam bem próximas. No limite, nesse momento, o tamanho do Universo seria zero.Aí, toda a matéria contida nele estaria espremida num único ponto, de tal modoconcentrada que sua temperatura seria infinita. Esse ponto deve ter sido o começo dostempos, pelo qual tem início a expansão das galáxias, que os cosmologistasdescrevem como uma explosão, ou seja, o Big Bang. Uma evidência do Big Bang,descoberta em 1965 por Arno Penzias (1933-) e Robert Wilson (1936-), é seu brilho"fóssil", resultado da separação entre átomos e luz há cerca de 13 bilhões de anos.Essa radiação permanece no espaço e, embora já não tenha a forma de luz visível,pode ser captada como um ruído de microondas. Seu nome é radiação de fundocósmica. Pela sua descoberta, Penzias e Wilson ganham o Prêmio Nobel de Física em1978. Em 1990, o satélite Cosmic Background Explorer (Cobe), lançado pela Nasa(Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço), faz um mapeamento das regiõesonde há essa energia. Uma das grandes questões da cosmologia moderna é a determinação mais precisa dataxa de expansão do Universo. As mais recentes observações astronômicas, obtidasno final de 1998, indicam que seu ritmo de expansão está aumentando cerca de 5% a6% a cada bilhão de anos. O valor dessa taxa foi definido com grande precisão por duas grandes equipes, dirigidas pelos norte-americanos Saul Perlmutter e BrianSchmidt. 
Formação do Universo
- Desde sua formação, o Universo vem se expandindo eresfriando. No primeiro milionésimo de segundo, ele contém somente uma mistura departículas subatômicas, como os quarks e os elétrons, que são as formas de matériamais fundamentais conhecidas. Essa primeira etapa da história da matéria é muitobreve, pois os quarks, que se movem inicialmente a velocidades próximas à da luz,logo se desaceleram em razão da redução da temperatura e, por isso, deixam deexistir como partículas livres. Eles se associam uns aos outros para formar os prótonse os nêutrons. Assim, entre 1 e 10 minutos de idade do Cosmo ocorre um eventoextraordinário, que é a chamada nucleossíntese primordial. É que já não resta nenhumquark, apenas prótons, que servem de núcleo atômico para o átomo de hidrogênio, omais simples que há, e bolotas feitas de dois prótons e dois nêutrons, que são osnúcleos de hélio, o segundo átomo mais simples. Toda a massa do Universo é agoraconstituída desses dois núcleos na proporção de 75% de hidrogênio e 25% de hélio.Ainda hoje, como uma reminiscência desse passado longínquo, são esses os doisprincipais elementos químicos mais abundantes existentes. Mais de 90% de tudo o quehá no Cosmo é hidrogênio ou hélio. A terceira fase da história começa cerca de 300 milanos depois, com a união dos elétrons aos núcleos atômicos para formar os primeirosátomos completos. Com isso, ocorre outro fato importante, que é separação entre a luze a matéria. A luz, que até então estava espremida entre elétrons e núcleos e, por isso,era obrigada a acompanhar a expansão cósmica no mesmo ritmo que eles, passa, daípara a frente, a caminhar livremente. O Universo torna-se transparente e os fótons, quesão partículas de luz, já quase não interagem com os átomos. Muitos deles vagueiampelo espaço e podem, atualmente, ser capturados pelos telescópios. São o brilho"fóssil" do Big Bang. Por fim, o quarto período da saga cósmica aconteceaproximadamente um bilhão de anos depois do instante zero, com os átomosagregando-se para formar as primeiras galáxias. 
Expansão do Universo
- Baseado em sua Teoria da Relatividade Geral (1916), ofísico Albert Einstein desenvolveu as Equações Cosmológicas, que descrevem aevolução do Universo. Em 1922, o físico e matemático russo Alexander Friedmann(professor de Gamow) descobre uma solução para as Equações Cosmológicascorrespondentes a um Universo em expansão. Em 1929, a descoberta da expansão
 
das galáxias, pelos astrônomos Edwin Hubble (1889-1953) e Milton Humason (1891-1972), atesta a expansão do Cosmo e permite estabelecer a Lei de Hubble. Segundoela, as outras galáxias se afastam da nossa galáxia, a Via Láctea, numa velocidadeproporcional a sua distância da Terra. Textos enviados por Larissa Simonetti 02/12/1999 Deriva continentalOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.A idéia da
deriva continental
foi proposta pela primeira vez por Alfred Wegener .Em1912, ele propôs a teoria, com base nas formas dos continentes de cada lado do Oceano Atlântico, que pareciam se encaixar.Muito tempo antes de Wegener, outroscientistasnotaram este fato. A idéia da derivacontinental surgiu pela primeira vez no final doséculo XVI, com o trabalho docartógrafo Abraham Ortelius. Na sua obra de 1596,
Thesaurus Geographicus
, Ortelius sugeriu que oscontinentes estivessem unidos no passado. A sua sugestão teve origem apenas na similaridadegeométrica dascostasatuais daEuropa e Áfricacom as costas da América do Norte e doSul; mesmo para os mapas relativamente imperfeitos da época, ficava evidente que havia um bomencaixe entre oscontinentes.A idéia evidentemente não passou de uma curiosidade que não produziu conseqüências.Outrogeógrafo, Antonio Snider-Pellegrini, utilizou o mesmo método de Ortelius para desenhar  o seu mapa com os continentes encaixados em1858.Como nenhuma prova adicional fosse apresentada, além da consideração geométrica, a idéia foi novamente esquecida.A similaridade entre osfósseisencontrados em diferentes continentes, bem como entreformações geológicas,levou alguns geólogos dohemisfério Sul a acreditar que todos os continentes já estiveram unidos, na forma de um supercontinente que recebeu o nome dePangéia.A hipótese da deriva continental tornou-se parte de uma teoria maior, a
.Este artigo trata do desenvolvimento da teoria da deriva continental antes de 1950. [editar ] Evidências da deriva continentalAs evidências apresentadas por Wegener, além da já óbvia geometria das terras que marginamo oceano Atlântico, foram geológicas e paleontológicas.Em primeiro lugar haveria coincidência das estruturas geológicas nos locais dos possíveisencaixes entre os continentes, tais como a presença de formações geológicas de clima frio noslocais onde hoje imperam climas tropicais ou semi-tropicais. Estas formações, que apresentammuitas similaridades, foram encontradas em localizações tão distantes como a América do Sul,África e Índia.
 
As evidências fósseis também são bastante fortes, tanto vegetais como animais. A flora
aparece em quase todas as regiões do hemisfério sul, América do Sul, África,Índia, Austrália e Antartica. Um réptil terrestre extinto doTriássico, o
,aparece naAmérica do Sul e na África e o
, existe na África, Índia e Antártica. O mesmoacontece com outros répteis de água doce que, evidentemente, não poderiam ter nadado entreos continentes. Se estes fósseis existem em vários continentes distintos que hoje estãoseparados por milhares de quilômetros de oceano, os continentes deveriam estar unidos, pelomenos durante o período Triássico. A hipótese alternativa para estas evidências seria umahipotética ligação por terra entre os continentes que atualmente estaria mergulhada nas águasdos oceanos.[editar ] A Teoria de Wegener Atualmente existem seiscontinentes,sendo eles:América, África,Ásia,Oceania, Europa e Antártica.A teoria de Wegener propunha a existência de uma única massa continentalchamadaPangéia, que começou a se dividir a 200 milhões de anos atrás.Esta idéia foi complementada na época por Alexander Du Toit, professor sul-africano degeologia, que postulou que primeiro a Pangéia se separou em duas grandes massascontinentais,Laurásia aonorteeGondwana nosul. Posteriormente estas duas massas teriam se dividido em unidades menores e constituído os continentes atuais.Embora Wegener apresentasse provas extremamente fortes da sua teoria da derivacontinental, falhava na explicação do mecanismo que seria responsável pela separação doscontinentes. Wegener simplesmente postulou que as massas continentais teriam se arrastadosobre o assoalho oceânico, separando-se umas das outras, movidas por forças gravitacionaisproduzidas pela saliência equatorial.Considerações físicas formuladas por Harold Jeffreys, importantegeofísico inglês  contemporâneo de Wegener, provaram que tal processo seria impossível: primeiro porque asforças alegadas por Wegener seriam muitas ordens de grandeza mais fracas do que as queseriam necessárias para produzir tal efeito e, segundo, porque o arrasto da base doscontinentes sobre o fundo oceânico produziria a sua ruptura geral.Esta fraqueza do raciocínio de Wegener, fez com que os geólogos e o mundo acadêmico, deuma forma geral, pusessem de lado, pelo menos provisoriamente, a sua teoria.No final da década de1950,o conhecimento do mundo submarino começou a trazer  evidências datopografia submarinae, principalmente, de certas características do comportamento magnético dasrochasdo assoalho submarino, o que ressucitou a teoria deWegener. Desta vez, porém, os mecanismos de deriva continental já estavam mais bemestabelecidos pelo trabalho de vários pesquisadores, entre os quais se destaca o geólogo

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Natália Marques Costa added this note
AHNNNNNNNNN?????????????????????????N entendi nada

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