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Currículo, Cultura e Conhecimento Escolar

Currículo, Cultura e Conhecimento Escolar

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Published by Eterninha Araújo
O currículo escolar como instrumento de viabilização do direito à educação
A reforma educacional dos anos 1990 e sua proposta curricular para a Educação Básica
Tendências atuais na organização curricular: o currículo em movimento
Indagações sobre currículo
O currículo escolar como instrumento de viabilização do direito à educação
A reforma educacional dos anos 1990 e sua proposta curricular para a Educação Básica
Tendências atuais na organização curricular: o currículo em movimento
Indagações sobre currículo

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07/17/2013

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Currículo, Cultura e Conhecimento Escolar
Coletânea de textos copiados do sitehttp://coordenacaoescolagestores.mec.gov.br. Curso de s-Graduação paraCoordenadores Pedagógicos – Escola de Gestores.
Apresentação
Prezado cursista,Esta Sala Ambiente tem como objetivo aprofundar a compreensão e aspossibilidades de atuação dos coordenadores pedagógicos relativas à áreacurricular, de fundamental importância para a organização do trabalhopedagógico da escola. Pretende possibilitar a você, que atua na coordenaçãopedagógica, avaliar o impacto das propostas curriculares na prática escolar, bemcomo orientar propositivamente os professores para o desenvolvimento do seutrabalho. Entende-se que cabe ao coordenador pedagógico promover o debatesobre as definições curriculares e o que isso implica para a potencialização dopapel da escola.A compreensão de que a natureza humana não é dada ao homem,mas é por ele produzida, leva ao entendimento do trabalho educativo como “oato de produzir, direta e intencionalmente, em cada indiduo singular, ahumanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto doshomens(SAVIANI, 2008, p.7). Assim, se o homem o se faz homemnaturalmente, o saber pensar e sentir, o saber querer, agir ou avaliar precisa seraprendido, e a isso responde o ato educativo intencional. Para tanto, a educaçãoprecisa de referências como matéria-prima de sua atividade: encontra-se aí opapel central das definições curriculares.Essas definições vinculam-se à existência de diretrizes que orientamuma base nacional comum para o que se ensina na escola. O Artigo 210 daConstituição Federal de 1988 determina como dever do Estado fixar “conteúdosmínimos para o Ensino Fundamental, de maneira a assegurar a formação básicacomum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais”. Maso basta ter uma refencia nacional comum: “Os currículos do ensino
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fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a sercomplementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por umaparte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade,da cultura, da economia e da clientela” (Lei de Diretrizes e Bases da EducaçãoNacional – LDB nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, no seu Artigo 26). Épreciso, pois, o envolvimento de todos os que participam do ato educativointencional na sua construção.A base curricular nacional está hoje expressa em diversos documentosnormativos elaborados à luz da LDB/1996. Desde então, foram produzidospareceres e aprovadas resoluções referidas às diferentes etapas e modalidadesda educação básica, complementadas com orientações relativas à formação dosprofessores e aos planos de carreira e de remuneração do magistério.Padrões fixados nacionalmente, no entanto, não significam a ausênciade responsabilidade dos sistemas, das escolas e dos docentes na tomada dedecisões acerca do planejamento e da prática do ensino. Projetos Políticos-Pedagógicos (PPPs) das escolas e particularmente docentes têm um papelfundamental ao traduzir para a prática concreta as diretrizes formuladas emâmbito nacional, estadual ou municipal. E cabe aos gestores o importante papelde mediar as discussões curriculares destinadas ao esclarecimento da função queos docentes desempenham na produção do currículo que as escolas colocamefetivamente em ação. Quais as possibilidades e limites das ações dos docentese da escola nas definições, decisões e inovações curriculares? Como entrecruzaras determinações estruturais, as definições dos sistemas com as ações concretasdos sujeitos na escola?
Apresentação
Com a perspectiva de atender, o aos desafios postos pelasorientações e normas vigentes, mas principalmente ao compromisso com odireito de todos à educação, é preciso olhar de perto a escola, seus sujeitos, suasinúmeras variáveis e rotinas e fazer indagações sobre suas condições concretas,sua história, seu retorno e suas possibilidades. Cabe perguntar, então, como asdefinições curriculares condicionam o trabalho pedagógico em cada escola?
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Esta Sala tem por objetivo debater queses que auxiliem vo,coordenador pedagógico, a pensar o planejamento curricular da sua instituição apartir da legislação nacional, mas considerando sempre os sujeitos da suainstituição, o contexto no qual ela se insere e as questões que são pertinentes àsua realidade. Com essas preocupações e indicações elaboramos a SalaAmbiente Currículo, Cultura e Conhecimento que você passa a conhecer agora eque dá continuidade aos estudos que você fez até aqui nas SalasAmbiente
Realidade Escolar e Trabalho Pedagógico
e
Projeto Político-Pedagógicoe Organização do Ensino
. Agora você estará estudando, concomitantemente, porum período de 12 (doze) semanas, os contdos desta sala e da salade
Avaliação Escolar.
Tais conteúdos relacionam-se diretamente à estrutura doato educativo no espaço escolar e possuem inter-relações importantes quepermitem otimizar o seu aproveitamento!Vejamos, então, como está estruturado o conteúdo da Sala AmbienteCurrículo, Cultura e Conhecimento. São quatro unidades perpassadas por umeixo central ou uma intenção que se pretende estar sempre presente seja naleitura dos textos, seja na execução das atividades propostas: a compreensão docurrículo como fator importante para a viabilizão do direito de todos àeducação. Como tal, ele precisa ser compreendido na dinâmica de relações emque está inserido.Os objetivos desta Sala Ambiente podem ser assim explicitados:
a.compreender o currículo como um importante instrumento de viabilizaçãodo direito de todos à educação;b.conhecer as modificações geradas pelas reformas dos anos de 1990 naorganização curricular da educação básica;c.identificar as atuais tendências da organização curricular;d.compreender os conceitos de trabalho, ciência e cultura como mediaçãofundamental no processo de orientação da organização curricular, particularmente no quediz respeito ao Ensino Médio;e.perceber a necessidade de estabelecer um diálogo curricular frente àsorientações nacionais, estaduais e municipais;f.atualizar o conhecimento dos coordenadores a respeito das alteraçõescurriculares em andamento e do seu significado para a organização do trabalho pedagógicoescolar.
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