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O_CARAPEBA_2

O_CARAPEBA_2

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02O CARAPEBA
setembro de 2010
O CARAPEBAchegou bombando!
A
repercussão d`O CARA-PEBA número 1 foi umasurpresa até para nós, quenos propomos a escrever estas maltraçadas linhas mensal-
mente. É muito graticante fazer um trabalho que a gente tem prazer 
e receber um retorno tão carinho-so e empolgado da parte do leitor.E também dos anunciantes, o que émais difícil! Nossas comemoraçõescomeçaram antes mesmo do jornalter sido impresso. A versão onlinecomeçou a circular um dia antes naweb, chegando a ter mais de 2 mildownloads. Horas depois de ser dis-
 ponibilizado, na madrugada do dia
29 para 30 de julho, O CARAPEBA
cou entre os Trending Topics Br no Twitter, ou seja, durante alguns
minutos entre 2h e 3h da manhã o jornal passou a ser um dos assun-tos mais comentados e “retweeta-dos” na rede social em todo o país,graças à matéria com o DayvidBraga, o morador de Araruama queganhou o concurso nacional Melho-res da Websfera 2010 na categoriaVideocast. Além de famoso na web,Dayvid agora dá autógrafos por aquitambém. Foi convidado por empre-
sários locais a fazer a cobertura e
divulgação de shows, e de quebravai assinar uma coluna aqui no jor-nal. Ainda por cima, participou essemês de uma campanha publicitária
dos chicletes Trident, em São Pau
-lo, e aproveitando a viagem paralevar O CARAPEBA pra turma do
Pânico na TV conhecer. O apresen
-
tador Emílio Surita e o redator JuanGonzáles Pastor leram e aprovaram
a matéria que citava a participaçãode Dayvid no programa e encherama bola do jornal. Além deles, muitasoutras personalidades relacionadasà comunicação leram e comentaramo jornal. Assim como Emílio,o conhecido publicitário Wagner Martins, o MrManson da agênciade marketing Espalhe, destacou o
conceito da capa em seu Twitter. Fa
-lando nisso, o personagem principalda primeira edição foi o vendedor e
marketeiro ambulante Jorge Luís,
que depois do jornal passou a ser 
conhecido como Jorge Carapeba.
Com a divulgação do seu telefonede contato, recebeu várias propostasde empresários querendo promover suas marcas, e após terminar o con-trato de divulgação com o super-mercado para o qual ele trabalhava,agora ele mesmo agencia os seus di-versos clientes. “Foi fantástico. De-vido à grande repercussão que teveo jornal, me deu mais credibilidadee visibilidade junto ao comércio lo-cal, acabaram me associando com o
nome”, comemora Jorge. Então,
 benvindo à família! E a partir des-sa edição ele assina a coluna de pu- blicidade “O CARAPEBA indica”,dando dicas de comércio e serviçoslocais.Damos também as boas-vindas amais parceiros. Esse mês temos achegada do parceiro Camillo Antu-nes, editor do site Noitelagos.com,
conhecido por fazer a cobertura fo
-
tográca dos eventos na região há
sete anos. Agora, ele passa a assinar também sua coluna por aqui. Mêsque vem, o conhecido colunista e
cerimonialista Ecy Júnior estreia
a coluna Prisma-Objetiva, traçan-do o panorama da arte e cultura naregião. Ecy retorna às páginas dos jornais por aqui e também como co-lunista social do jornal Marola. Ecom a pompa e bom gosto que lhe
é característico, realiza um grande
evento black-tie para promover es-ses lançamentos esse mês.
Cada vez mais amigos estão chegan
-do para participar conosco do jornal.
Seu Hélio, o cara que paga as contas por aqui, está cando com ciúmes.
Depois do que ele escreveu sobre
os amenguistas na última edição,
só recebeu e-mails contendo xinga-mentos. Por isso, esse mês ele for-çou a barra para assinar a coluna so-cial, pelo menos até arranjarmos um bom colunista do ramo para ocupar esse espaço. Aos poucos, a gente vaitirando da cabeça dele essa ideia deser jornalista. Ou então, quem sabeassim ele resolva bancar o jornalcom mais páginas...
Emílio Suri ta, do Pânico na  T V ”: Vou le var pra casa pra ler  tudo! ”
acesse www.ocarapeba.com.br
oo: Dai Baga
EDITORIAL
 
 
setembro de 2010
O CARAPEBA0 3
acesse www.ocarapeba.com.br
O novoda Região
U
m jovem morador de Saquarema,que desde cedo fazia sucesso emconcursos escolares, barzinhose karaokês se apresentando com seu in-separável violão, num passe de mágicase torna o artista com a carreira musicalmais promissora de nossa região. Depoisda visibilidade proporcionada pela parti-cipação no programa “Ídolos” da RedeRecord no ano de 2009, o cantor Juceir Jr. vem provando que sua carreira não seresumiu aos famigerados quinze minutosde fama destinados aos participantes dereality-shows. Muito pelo contrário: após
a eliminação na TV, onde cou entre os24 nalistas de um total de 37 mil inscri
-tos, o cantor foi surpreendido pelo reco-nhecimento alcançado junto ao público.Convites para participações em progra-mas de rádio e TV, matérias em jornaise pedidos de shows surgiam de todos oslados. Logo Juceir foi contratado pelaVIP Produções, empresa que hoje admi-nistra sua carreira e produz o seu CD. A primeira música lançada, “Anjo”, esteveentre as mais tocadas nas rádios da re-gião, e a música de trabalho, chamada“Antes que o sol se ponha”, está em fase
de nalização e promete ser um sucesso
nacional. Apesar da mudança radical emsua vida há cerca de um ano, o cantor tem convicção de que é isso que ele al-meja para a sua vida. “Daqui pra frente,eu só quero trabalhar e trabalhar. Estar um dia aqui, outro ali, sempre levandoa minha música. Eu me sinto privilegia-do por poder fazer aquilo que gosto e ser reconhecido por isso, então eu procurofazer o meu melhor sempre”, sentenciaJuceir, demonstrando maturidade quantoao seu futuro na música.
Shows
Em setembro, a agenda do cantor está bemcorrida. No dia 5, show em Saquarema; dia
17 na Expolagos, em Araruama; dia 25 emSão Vicente; dias 26 e 27 Juceir participa
do Projeto Ressoar, da Rede Record, emSão Pedro da Aldeia. Para acompanhá-loem suas apresentações, alguns dos melho-res músicos de Araruama e Cabo Frio sereuniram em uma banda. O repertório dosshows mescla sucessos do chamado “ser-tanejo universitário” e do pop nacional,além de clássicos da MPB.
 fotos: divulgação
 
Vitor Bricio – vitorbricio@intnet.com.br
H
á tempos o Funk invadiu asclasses mais altas da socie-dade carioca. Mesmo presentenos outros estados e com algumreconhecimento mundial, o mo-vimento não é tão forte quantono Rio de Janeiro. Enquanto osclubes vão falindo e as UPPsinibindo o movimento, os MCstocam nos principais eventos ecasas de shows da cidade. Com o“Tum tá tum, tum tá” substituído pelo “Tchun tchá, tchá gundumgundum gundum dá”, qualquer fachada recém pintada por qual-quer projeto de desenvolvimentosocial, ilustrado por uma ONG, perde o destaque para o batidão,que faz a maioria das pessoas su- bir em qualquer lugar.
Acho ter sido Raul Seixas o
 primeiro artista de outro segmen-to a associar – se ao estilo, quan-do no começo dos anos 90 lan-çou com DJ Malboro uma versãode “Rock das Aranhas”. O Funk não era o de James Brown (e o baião de Raul também não era ode Luís Gonzaga), mas de certaforma reverenciava a cultura dacidade que um dia acolheu umartista pobre, vindo da regiãonordeste e que queria ser ameri-cano como Elvis Presley ou BobDylan. No entanto lembro-mede uma gravação do “Baú doRaul” na fundição progresso,onde roqueiros, hippies e chatos
vaiaram a DJ Vivi Seixas, lhade Raul Seixas. A moça ousavanas mixagens funk quando suamãe, Kika Seixas, idealizadora
do evento, intercedeu com algocomo: “Não façam isso. O pró- prio Raul foi um dos primeiros atrabalhar com o funk no Brasil”.Alguém tem dúvida de que o“Rock das Aranhas” e seu teor li-terário poderia ser perfeitamenteum sucesso do Mr. Catra? VivaLulu Santos.Uma situação muito parecidaacontece com o samba. Durantea maior parte do ano a geração“Sou do samba” não troca a Lapaou a universidade pelas comuni-dades, mas no verão é nas qua-dras das escolas de samba queestá a graça. Não precisa ser aescola de coração, apenas bastaque aja batucada e celebridades polêmicas fotografadas ao ladode pessoas loiras. Já no baile
funk, quanto mais tracantes o
 jogador de futebol conhecer, me-lhor para o baile e para a torcida.Hoje, tanto o Samba quandoo Funk abrange em sua maioria,gente jovem, bonita e com algumdinheiro, mas não recebem o ró-tulo “Universitário”. Se seu avô,
 por exemplo, te ajudou no cursi
-nho pré - vestibular, paga as suasmensalidades ou simplesmenteacredita que universidade é coisaséria, ele vai repensar ao ler por aí “Pagodão Universitário” ou“Funk Universitário”. Isso não vai acontecer com o “Serta-nejo Universitário”, porque a suaavó acha o Luan Santana bonito.A maior vantagem que o sam- ba tem sobre o funk é que Marce-lo D2 arrombou as portas quandofalou de bairros como Madureira,São Cristóvão, Oswaldo Cruz, etrabalhou com nomes como JoãoDonato, Zeca pagodinho e Ar-lindo Cruz. Assim despertou-secerto interesse dos jovens para osamba e para estes artistas (não para estes bairros). Obrigado D2.
Em Araruama, estamosfeito capital
 A Ab Lounge promove asquintas feiras o “baile” com An-
drézinho (Ex Molejo) da Moci
-dade e convidados. A abertura,intervalo (cada vez mais raro) e
nal do show, cam por conta do
DJ Leo Machado, que encerra anoite com Funk. O sambista não
vem mais com o seu grupo o
-cial e é acompanhado pelo “Nóisna Fita”. Andrézinho, em apre-sentações mais curtas, canta um
 pedaço da letra, deixa o refrão
com a platéia e vai pra galera.Ainda na trilha desse samba de bamba e também na Gigi, o grupo“Sambará” lotou o “Cabana Bra-sil”, no primeiro dia de agosto.
Era domingo, dia de Flamengo x
Vasco no telão. Os organizadoresEduardo Leão e Walin arrenda-ram a casa do empresário Chaves.Gente bonita, com cheiro de cer-veja e sem cara de domingo.
E-mail para Vitor Bricio -vitorbricio@intnet.com.br
O ritmo do morro
estúdio
B

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