ou objeções à mensagem do Evangelho que apresentamos. Mas nunca devemos fazer daapologética o foco de atenção ou o objetivo de interagir com os descrentes.
Kevin:
Bill, se você estivesse sentado no Starbucks com um descrente, você começaria com aapologética?
Craig:
Não, eu não faria isso. Eu fui treinado para, quando fizer o evangelismo, sempreprimeiro apresentar o Evangelho. E, depois, lidar com os argumentos e evidências a favor doEvangelho.Então, o que eu sugeriria que uma pessoa fizesse é, se você está compartilhando o Evangelhocom alguém, e você diz, por exemplo, "Deus te ama e tem um plano maravilhoso para suavida
”
e aquela pessoa diz que não acredita em Deus, eu não ficaria preocupado naquele pontotentando dar argumentos para a existência de Deus. O que eu faria seria dizer à pessoa, "Olha,eu não estou tentando lhe provar que a Bíblia diz a verdade, eu estou apenas tentandocompartilhar com você o que a Bíblia diz. E, depois que eu fizer isso, podemos voltar econversar sobre se existem ou não boas razões para acreditar que ela diz a verdade."E o que você frequentemente descobrirá, Kevin, é que, depois de compartilhar o Evangelhocom a pessoa, às vezes, aquelas objeções e perguntas que foram lançadas no começo daconversa foram completamente esquecidas e não eram obstáculos reais na mente do descrente.Então, eu acho que apenas depois de compartilharmos o Evangelho com a pessoa é quepodemos voltar e lidar com as objeções e questões que ela tem.Nós devemos sempre tratar o descrente com respeito. E, por isso, se o descrente tiver objeçõesou perguntas sobre aquilo que compartilhamos, devemos respeitosamente responder essasperguntas, levá-las a sério e tratá-las como dignas de respeito. E isso significa dar uma boaresposta a essas perguntas e, se não sabemos a resposta, admiti-lo! E dizer, "Eu não sei, nãopensei nisso, não li sobre isso. Mas deixe-me estudar, e lhe responderei.
”
Mas trate essapergunta como uma questão séria que precisa ser respondida.
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