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Shifters 1 Stray

Shifters 1 Stray

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 Tiamat WorldShifters 01Rachel Vicent
1 
Rachel Vicent
Werecats ou Shifters 01
Stray 
Ficaram só oito castas/filhotes de mulheres werecats. . . E eu sou uma delas. Vejo-me como todaestudante graduada americana. Mas sou uma werecat, uma trocaformas, e vivo em doismundos. Apesar das reservas de minha família e de meu orgulho, escapei à pressão de perpetuar minha espécie e fiz uma vida normal por minha conta. Até a noite em que umExtraviado atacou. Fui advertida a respeito dos Extraviados ,werecats sem Orgulho,constantemente em busca de alguém como eu: fêmea, atraente, e fértil. Afugentei-o, mas logocompreendi que dois de meus companheiros furtacor 
1
tinham desaparecido.
1
Refere-se aos tecidos e matérias que parecem mudar de cor conforme o ângulo que são vistas.
Disp. em Esp:
Purple Rose
Envio e Tradução:
Gisa
Revisão Inicial:
Lu Avanço
Revisão Final:
Danielle Aguiar 
Formatação:
Gisa
Logo e Arte:
Suzana PandoraTiamat - World 
 
 Tiamat WorldShifters 01Rachel Vicent
2 
Comentário da Revisora Lu Avanço
: O livro é diferente dos felinos que estamosacostumados tem pouco sexo e muita ação e suspense então é bem diferente.Mas uma historia de prende do inicio ao fim muito bom.
Capítulo Um
No momento em que a porta abriu soube que uma briga seria inevitável. O mistério estavasomente no fato de se seria eu quem daria os golpes ou quem os recebesse.O aroma me sacudiu quando deixei o confortável ar condicionado do hall do edifício pelocalor do verão central de Texas, ajustando a bolsa mais acima sobre meu ombro enquantoentortava os olhos para o pôr-do-sol. Um passo detrás de mim, encontrava-se minha companheirade quarto, Sammi, metendo o pau acerca da visão discriminatória das contribuições das mulheresà literatura do século dezenove que o professor convidado mostrou em sua conferência. Eupensava em jogar advogado do diabo, só para fazê-la ficar com mais raiva, quando uma mudançana brisa da tarde me deteve onde estava, no degrau superior da entrada.Meu argumento ficou esquecido, congelada, explorando a zona para encontrar a fonte dessearoma inequívoco. Visualmente, não havia nada fora do comum: só pequenos grupos deestudantes de verão que falavam com sua maneira dos dormitórios. Estudantes humanos. Mas oque cheirava não era humano. Nem sequer se aproximava disso. Absorvida em seu discurso,Sammi não se deu conta de que eu tinha parado. Ela caminhava a minha direita amaldiçoandoruidosamente quando sua pasta escorregou de suas mãos para estalar na terra, deixando umadesordem de folhas soltas no piso.
Poderia me avisar à próxima vez que você for parar, Faythe,- Ela me acotovelou,dobrando-se logo para compilar as folhas caídas. Grunhidos e mais palavras -muito coloridas- seescutaram detrás, onde nosso acidente tinha provocado um engarrafamento no tráfego depedestres. Os meninos do Lit não costumavam olhar por aonde iam; a maior parte caminhaconcentrada em um livro em vez de olhar o caminho.
Sinto muito. - Ajoelhei-me para lhe ajudar, tomando uma folha de papel em concretoantes que um estudante que se encontrava detrás a pisasse. As arrumando, tomava as folhas,seguindo a Sammi meio agachada na parede de tijolo da entrada. Ainda falando, ela fixou suapasta no suporte e começou a reorganizar suas notas, totalmente ignorante do aroma, comosempre estavam os seres humanos. Ouvia apenas seu bate-papo incessante enquanto elatrabalhava. Os orifícios de meu nariz aspiraram mais desse aroma e voltei meu rosto para a brisa.Ali. Passando o pátio, no beco que se encontrava entre o edifício de física e a sala de conferências.Meu punho agarrou as alças da bolsa e apertei os dentes. Não se supunha que ele estivesse aqui.Não se supunha que nenhum deles estivesse aqui. Meu pai tinha prometido isso.Sempre soube que eles me observavam, apesar de ter concordado com meu pai de que nãointerferissem em minha vida. Em uma ocasião, pude ver olhos muito brilhantes na multidão de um jogo de futebol, ou notei um perfil familiar na fila para pegar comida. E somente duas vezes em
 
 Tiamat WorldShifters 01Rachel Vicent
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cinco anos captei a essência distintiva no ar, como o sabor de minha infância, doce e familiar, mascom um gosto amargo. O aroma era brandamente íntimo. E totalmente incômodo.Eram sutis, todas essas olhadas, essas indiretas de que minha vida não era tão privada comonós fingíamos que era. Os espiões de papai se colocavam entre multidões e sombras porque elesnão queriam ser visto tanto como eu não queria vê-los.Mas este era diferente. Ele queria que o visse. Inclusive pior, ele não pertencia a meu pai.
—… que suas idéias eram de algum modo menos importante porque ela tinha ovários em
vez de testículo, chauvinistas. Is
so é bárbaro. Alguém deveria… Faythe?
 Sammi me deu uma pequena cotovelada com seu caderno restaurado.
Está bem? Pareceque acaba de ver um fantasma.Não, não tinha visto um fantasma. Tinha cheirado um gato.
Me esta doendo um pouco o estômago. - Fiz caretas para parecer convincente.
Vou deitar. Desculpar-te-ia com o grupo por mim?Ela franziu o cenho.
Faythe, esta era sua idéia.
Sei. - Cabeceie, pensando nos outros quatro candidatos do M.A. concentrados já em suas
cópias do Love’s Labours Lost na bibl
ioteca. - diga a todos que ali estarei na próxima semana,prometo-o.
Está bem. - Ela disse encolhendo seus ombros sardentos. -É sua decisão.Segundos mais tarde, Sammi era somente outro estudante vestido de algodão na calçada,sem suspeitar que estivesse sob a espreita das sombras que se encontravam a pouco mais detrinta metros.Cruzei essa distancia através do pátio, lutando por não demonstrar a cólera que mecarcomia. A uns metro da calçada, caminhe sobre o cordão, me dando tempo de pensar em umplano de ação. Ajoelhando-me, observei dissimuladamente o beco, para olhar ao delinqüente. Istonão se supunha que acontecesse. Nunca, em meus vinte e três anos de vida, tinha escutado falarde um extraviado que conseguisse entrar tanto em nosso território sem ser bem-vindo. Issosimplesmente não era possível.Contudo, ele estava ali, apenas oculto da vista no beco. Como um covarde. Poderia terchamado a meu pai para lhe informar do intruso. Devia havê-lo chamado provavelmente, eleenviaria o espião do dia para fazer-se cargo do problema. Mas chamando-o teria que suportar odiscurso de meu pai, o que queria evitar a todo custo. Meu outro curso de ação era assustar aoestranho eu mesma então obedientemente informaria do incidente quando agarrasse a um dosque me observavam. Não era grande coisa. Extraviados eram solitários, e geralmente tão volúveiscomo cervos quando os enfrentava. Eles sempre fugiam dos gatos do Orgulho porque nós sempretrabalhávamos em pares, como mínimo. Exceto eu.Mas o extraviado não sabia que eu não tinha nenhum respaldo. Demônio provavelmente otivesse. Graças à paranóia de meu pai, nunca estava realmente sozinha. É certo, não tinha vistohoje quem estava a meu serviço, mas isso não significava nada. Eu não podia descobri-lo sempre,mas alguém sempre estava aí. Havendo-se amarrado o sapato, pus-me de pé, uma veztranqüilizada pelas medidas super protetoras de meu pai. Sacudi minha bolsa sobre o ombro e me

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