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Bases Alienigenas na Lua

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01/14/2011

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Bases Alienigenas na Lua
Por Fred Steckling*
 
Em 25 de maio de 1961, o presidente John F. Kennedy estabeleceu para os Estados Unidos a meta de, antesdo final daquela década, colocar um homem na Lua e traze-lo de volta em segurança à Terra. Mas, como acontececom a maioria das novas aventuras da humanidade, houve alguns percalços.Em 27 de janeiro de 1967, um incêndio a bordo da Apolo 1 matou três astronautas norte-americanos. Umcurto-circuito pós fogo na atmosfera de oxigênio puro da capsula espacial Apolo, produzindo em segundosmuitíssimo calor. A mistura atmosférica depois foi alterada, tornando-se mais segura. Melhorias nas cápsulasApolo, bem como em várias missões orbitais lunares Apolo, resultaram na aterrissagem triunfal da Apolo 11 na Luaem 20 de julho de 1969. A inscrição na placa do módulo de alunagem dizia: “Neste local homem do planeta Terrapela primeira vez pisou na Lua, julho de 1969 d.C. Viemos em paz em nome de toda a humanidade.” Como as nossas missões Apolo foram bem divulgadas na Terra, ficando praticamente todos os cidadãosinformados acerca de nossa primeira aterrissagem, pode-se especular com segurança que a mensagem da placanão se destinava a ser lida por seres da Terra. Existem pessoas nos círculos científicos que me deram a entenderque esse fato por si mesmo é prova de que se espera que outras pessoas, não desta Terra, leiam a placa. NaTerra, as placas só são colocadas num lugar quando se tem certeza de que serão vistas e lidas. A Lua não écertamente excesão.Por ocasiao do encerramento do programa Apolo, os astronautas norte-americanos tinham passado cerca de160 homem-horas explorando a Lua, a pé e utilizando Exploradores movidos a eletricidade. Os astronautasconduziram muitas experiências de vários tipos e trouxeram, ao todo, aproximadamente 360 quilos de rochas esolo lunar de suas missões.As informações provenientes das aterrissagens da Apolo ocuparam a atenção dos cientistas durante muitosanos. Embora seja verdade que grande parte dos dados foi analisada, também é verdade que muitos foramignorados por causa da reduçãoo das verbas concedidas à NASA e a decorrente perda de pessoal. Há boatos deque grande quantidade de solo e numerosas rochas lunares desapareceram misteriosamente no decorrer dos anos.Numa recente viagem a Washington, D.C., visitei novamente o Museu Smithsoniano. Desta vez, encontrei umaextensa seleção de rochas lunares exibidas na seção de pedras preciosas da instituição. Observei cuidadosamenteestes espécimes raros. Sem ter muito conhecimento geológico, posso todavia afirmar categoricamente quequaisquer destas pedras poderiam ser substituídas por uma amostra adequada de uma rocha da Terra e ninguémnotaria a diferença.
 
As missões ApoloApolo 8
: 21 a 27 de dezembro de 1968, fotografou a Lua enquanto estava em órbita. Os astronautas dessasmissões foram Borman, Lovell e Anders. A Apolo 8 trouxe uma série notável de fotografias coloridas do ladoescondido da Lua.
Apolo 10
: 18 a 26 de maio de 1969, foi um vôo orbital lunar tripulado pelos astronautas Stafford, Young eCernan.
Apolo 11
: 16 a 24 de julho de 1969, a primeira alunagem tripulada realizada pelos astronautas Armstrong eAldrin. O astronauta Collins comandou a nave-mãe que permaneceu na órbita lunar, esperando o retorno dosprimeiros homens a andar na Lua.
Apolo 12
: 14 a 24 de novembro de 1969, outra alunagem lunar bem-sucedida, os astronautas Conrad eBean caminharam na Lua e o astronauta Gordon ficou em órbita lunar aguardando seu retorno.
Apolo 13
: 11 a 17 de abril de 1970, astronautas Lovell, Swigert e Haise a bordo. A Apolo 13 foi o malfadadovôo, não foi tentada a aterrissagem na Lua por causa de uma misteriosa explosão ocorrida anteriormente num dostanques de oxigênio. Porém, os astronautas da Apolo 13 cumpriram suas missões fotográficas a partir da órbitalunar.
 
Apolo 14
: 31 de janeiro a 9 de fevereiro de 1971, chegou à Lua sem dificuldades e aterrissou comsegurança. Os astronautas Shepard e Mitchell caminharam na Lua enquanto o astronauta Rossa pilotava a nave-mãe na órbita lunar.
Apolo 15
: 26 de julho a 7 de agosto de 1971, outra missão de aterrissagem bem-sucedida, os astronautasScott e Irwin realizavam experiências na Lua, enquanto o astronauta Worden esperava seu retorno na nave-mãe.Deve-se dizer que todos os astronautas que pilotavam a nave-mãe tinham sua parte de experiências a realizar,bem como numerosas missões fotográficas. Além disso, as mensagens de rádio enviadas pelos astronautas queestavam na Lua eram transmitidas à Terra pela nave-mãe. O público deve entender que os astronautas que nãopuderam andar na Lua merecem tanto respeito e crédito quanto os que andaram.
Apolo 16
: 16 a 27 de abril de 1972, aterrissou na Lua e os astronautas Young e Duke realizaramexperimentos na superfície. O astronauta Mattingly ficou orbitando a Lua, esperando o regresso de seuscompanheiros exploradores lunares.
Apolo 17
: 7 a 19 de dezembro de 1972. Foi a última missão Apolo de alunagem, o local de alunagem ficavano vale Taurus-Littrow. A tripulação da Apolo 17 era composta pelo astronauta Cernan, cientista astronautaSchmitt, e o astronauta Evans, que ficou circulando na órbita lunar. A Apolo 17 também fotografou de formaintensiva o lado oculto da Lua. A área da cratera King parecia ser um de seus principais objetivos.Muitos cientistas sérios ficaram desapontados com a interrupção do programa Apolo, que terminouabruptamente com o vôo da Apolo 17. Ainda havia tanto que precisava ser explorado na Lua e tantas perguntas emistérios ainda a serem solucionados.Como eu, outras pessoas que estudaram grande número das fotografias daNASA, chegaram à inegável conclusão de que descobrimos coisas demais lá em cima. Por essa razão, paramos deforma tão abrupta.Os autores do livro, Alternative 3, publicado na Grã-Bretanha, sugerem que nosso programa de exploraçãolunar prosseguiu, mas sob total sigilo. Acho que eles estão corretos, e concordo que temos explorado a Luasecretamente com veículos propulsados pelo eletromagnetismo, não muito diferente daqueles que vêm nos visitarvindos de outros mundos, a não ser pelo tamanho.Se algumas nações da Terra tivessem conseguido duplicar nem que fosse o menor dos UFOs caídos na Terranos últimos 30 anos, teriam descoberto meios ilimitados de transporte, não detectáveis pelos equipamentos deobservação da Terra. Alternative 3 sugere que é isso o que acontece, e que nos reunimos aos seres vindos deoutros mundos na Lua, construindo bases e realizando estudos. Nos nossos dias, quando tantas coisas sãosilenciadas, distorcidas e ocultas, e quando o silêncio, medo e desconfiana dominam nossas vidas, isso parecerealmente bem possível, que há um pouco de verdade em todas essas especulações.
 
Por trás dos Mistérios Lunares
No nosso tempo de colégio, ensinaram-nos um conjunto de fatos relativamente completos sobre a Lua.Disseram-nos e, estranhamente, ainda nos dizem hoje, que a Lua não apresenta condições de sustentar vida, nãotem ar, é coberta de crateras de vulcões extintos, sendo, falando sem rodeios, um globo de rocha morta. Oproblema é que esses “fatos” já não são aceitáveis, pois nossas explorações lunares feitas pelas missões Apolotrouxeram provas cabais que mostram o contrário.Dácadas atrás, muito antes de a moderna ciência espacial ser desenvolvida, os astrônomos ficavam confusoscom o que seus telescópios revelavam na Lua. “Cidades em crescimento.” Centenas de cápulas lunares foramentão mapeadas. Luzes isoladas, explosões e outras estranhas sombras geométricas, inexplicáveis com base nasleis naturais conhecidas, foram observadas por astrônomos profissionais e também amadores. Vamos estudar osregistros. Há alguma coisa se deslocando ali em cima, fazendo ondular luzes, cortando montanhas, construindocápulas, muros, pirâmides, túneis e reservatórios de água com paredes reforçadas. Se não existe ar na Lua, existeum ótimo substituto, algo que sustenta nuvens, refrata luz e incendeia meteoros. A ciência está confusa com o fatode que algumas imensas crateras lunares são, na verdade, vulcões ativos. Durante as missões Apolo, foramobservadas e medidas erupções vulcânicas e tremores lunares. Longe de estar morta, pode-se notar que a Lua temalgo que cresce e muda com as estações. Que mais poderia ser além de vegetação? As descobertas feitas pelosprogramas de exploração lunar dos EUA e URSS são tão surpreendentes, tão incríveis, que virtualmenteprovocaram muitas noites de insônia aos cientistas.Cento e trinta anos atrás, o astrônomo Gruithuisen observou, ao norte da cratera Schrocter, formações delinhas cruzadas e quadrados que apresentam semelhança surpreendente com fotografias aéreas de bairros e ruasde cidades tiradas a grandes altitudes. Embora o astrônomo Gruithuisen tenha sido rotulado de excêntrico naépoca, seus detratores não conseguiram oferecer nenhuma explicação melhor para a formação. Contudo,formações semelhantes foram descobertas depois, na década de 1930, pelo Observatório Mt. Wilson. Quando o
 
telescópio de cem polegadas foi apontado na direção da cratera Gassendi, foi fotografado um notável “sistema detubos”.. Enquanto algumas dessas construções cresciam, outras foram removidas.Muito tempo atrás, o astrônomo Nininger descobriu o que parecia ser um túnel translúcido de cerca de 32quilômetros de comprimento ligando as crateras Messier e W. H. Pickering. Em dezembro de 1915, a crateraAristarco fez uma surpresa natalina aos observadores na forma de um lindo muro negro novo que não estava láantes. Corre do centro para a beirada, muito parecido com os muros e tubos interligados da cratera Gassendi. Em1972, os “construtores de barreiras” lunares mostraram-se extraordinariamente ativos. Três longas barreiras ouobjetos de aspecto artificial apareceram no soalho da cratera Arquimedes. Depois, não muito longe foramdescobertos mais três objetos, dispostos na forma de um triângulo. Neste período, a revista astronômica francesaL. Astronomie relatou a existência de um longo muro encurvado e de um reto, com arcos, que apresentavamincrível semelhança com um viaduto, ou um tipo de ponte.Em novembro de 1970, meu filho e eu realizamos estudos lunares sérios da área Arquimedes. Usamos nossorefletor de 12 e 1/2 polegadas. A elevação de observação era de 14.935,2 metros acima do nível do mar. Certanoite, para nossa surpresa, avistamos três objetos em forma de charuto muito grandes no soalho da Arquimedes.Todos os três objetos tinham o mesmo tamanho; dois deles estavam estacionados na área ao norte e o outroestava na área ao sul. Comparamos o que vimos com o Mapa Seccional Lunar da área da Arquimedes da ForçaAérea. No mapa, o soalho da cratera estava relativamente plano, e não foi registrada evidência destes objetos.Eles permaneceram na cratera por várias horas. O diâmetro da Arquimedes tem aproximadamente 80 quilômetros.De acordo com nossas medidas, esses objetos em forma de charuto tinham pelo menos 32 quilômetros decomprimento e aproximadamente 4,8 quilômetros de largura..O renomado astrônomo Walter Haas afirmou certa vez que sabia de casos em que astrônomos famosostinham observado atividades incomuns na Lua, mas se recusaram terminantemente a informá-los ou mesmodiscuti-los. Na noite de 10 de julho de 1941, o próprio Walter Haas viu dois clarões de meteoro no intervalo decinco minutos. Um grupo de astrônomos, organizado por Haas, observou um total de 12 clarões de meteorocruzando o disco escuro da Lua num período de observação de 170 horas. Isto prova que a Lua possui umaatmosfera densa o bastante para incendiar meteoros. Essa atmosfera produz nuvens nas cores branco, cinza evermelho. Algumas são tão densas que projetam sombras visíveis. Vez por outra, a cratera Platão, próxima do polonorte lunar, apresenta suas beiradas cobertas, na maior parte de seus 7.700 quilômetros quadrados, por umageada ou neve esbranquiçada. Estudos das regiões polares norte e sul sugerem uma concentração maior denuvens acima dessas áreas. Isso sugere que as temperaturas acima da quinquagésima latitude norte e daquinquagésima latitude sul parecem ser mais moderadas, em razão da incidência dos raios solares a partir de certoângulo. Esse fato torna mais amenas as mudanças, de outra forma drástica, das temperaturas lunares nas regiõesdo equador. Talvez possamos chamar as regiões polares lunares de zonas temperadas.O astrônomo Patrick Moore afirmou na revista Omni, de novembro de 1978: “Em nossa fase presente deesclarecimento pós-Apolo, seria errado sugerir que foram resolvidos todos os mistérios da Lua.” O sr. Moore faladas coisas curiosas vistas de vez em quando: brilhos tênues, luzes intermitentes, trechos de névoa e vulcõesativos. Ou seja, poder-se-ia dizer: “A Lua está viva e vai bem.” Brilhos avermelhados também foram relatados porastrônomos da URSS na cratera Alphonsus e próximo a ela. Também tremores lunares moderados, medidos pelosinstrumentos da Apolo, ocorrem com bastante frequência por ocasião do perigeu.Em todo caso, a indústria lunar parece ter realizado convenções muito concorridas na cratera Platão nosúltimos 50 anos pelo menos. Foram observadas ali fileiras de luzes móveis, e um triângulo de luz brilhou na crateradurante bastante tempo. Trinta luzes brilhantes flamejavam no soalho da cratera ao mesmo tempo, seguindonuma rotina atordoante. Enquanto alguns grupos brilhavam a toda, no mesmo momento outros gruposesmoreciam, assumindo um brilho baixo. A Sociedade Astronômica Real Britânica relatou 1.600 observaçõessemelhantes. De quando em quando é observada uma luz brilhante na cratera Aristarco e outra na base orientaldos Alpes lunares. Isto vem acontecendo há mais de cem anos. No Mare Crisium foi observada uma formação depontos e traços de luz, enquanto a cratera Messier por vezes resplandece com várias luzes brilhantes. A crateraEudoxus exibiu longas linhas de luz.Durante uns vinte anos, o Monte Piton, na serão norte do Mare Imbrium, tem emitido raios de luz à maneirade um farol. Não pode haver dúvidas, mesmo nas mentes mais limitadas, de que muitas dessas luzes, e emespecial os objetos brilhantes e móveis, são controlados por uma inteligência.Dave Darling, astrônomo amador, munido de um refletor de 12e 1/2 polegadas, informou-me acerca de seusrecentes achados na Lua. Um trecho de sua carta: “Existe uma convicção crescente de que a Lua é a base de operações da atividade de UFOs vista em nossoscéus.” Ele relatou os seguintes avistamentos: Um grande objeto em forma de charuto em 16 de abril de 1979, àuma da madrugada, com aproximadamente 16 quilômetros de comprimento e 2,5 metros de diâmetro. Sua cor eraprata metálica, projetando uma sombra distinta sobre a superfície lunar. Estava localizado próximo da cratera

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