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Orb, Corbs

Orb, Corbs

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01/02/2011

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O ufólogo Claudeir Covo (INFA) e sua esposa Paola (INPU) estão enviando uma série de mensagens sobre “orbs” e “rods” a listas de discussão, reproduzimos abaixo algumas delas comsua gentil autorização:Desde que o José Escamilla divulgou esse assunto, em 1994, passei a acompanhar tudo que épublicado à respeito. Hoje existem várias dezenas de sites sobre ORBs e RODs, nos mais diversospaíses, com milhares de fotografias, com as mais diversas conclusões.Nesse tempo todo fiz as mais diversas experiências, e ainda estou fazendo, bem como tenhotrocado muitas idéias e conceitos com outros pesquisadores.Tenho duas fitas de vídeo do Escamilla. Tenho também um documentário sobre Obliteração Solar.Fiz muitas experiências com Obliteração Solar. Analisei essas inúmeras imagens, paradas e emmovimento, além das imagens que eu obtive.Basicamente, existem duas correntes ao redor do mundo:
1 – Que são uma nova espécie de vida. Alguns dizem serem de outra dimensão.2 – Que são simples insetos, pássaros, poeira, gotas d’água, pólem, etc…
 Como Ufólogo, gostaria muito que os ORBs e os RODs fossem realmente algum tipo de sondaufológica ou algo inexplicável, mas as evidências dos fatos me levaram a conclusões bemconhecidas, felizmente ou infelizmente, não sei.A minha conclusão é que os ORBs e os RODs são bem terrestres, envolvendo insetos, pássaros emicro partículas em suspensão na atmosfera.Também não vejo nenhuma diferença entre ORBs e RODs, pois os resultados finais nas imagenssão semelhantes, variando apenas nas aletas laterais nos RODs.A grosso modo podemos definir como ORBs a imagens em fotos, envolvendo círculos (não sãoesferas) transparentes (partículas em suspensão na atmosfera), totalmente fora de foco.Da mesma forma, podemos definir RODs os cilindros com aletas (insetos batendo as asas), emfoco, envolvendo filmes.Lamento que os defensores de que ORBs e RODs são uma nova espécie de vida, ou algoinexplicável, em suas colocações, não entram em detalhes técnicos sobre os equipamentos quecapturam essas imagens e os equipamentos que reproduzem as mesmas.
É fundamental ter conhecimentos técnicos sobre as máquinas fotográficas, bem comoas videográficas. As pessoas que estudarem isso, com certeza vai ter outros elementospara entender o que realmente acontece com as imagens finais de ORBs e RODs.
Historicamente falando, o primeiro dispositivo de ver imagens foi a CÂMARA ESCURA, conhecidadesde a época de Cristo. Tudo indica que essa câmara foi utilizada por Leonardo da Vinci parafabricar o Santo Sudário, mas essa é outra história.Em 1826, o francês Joseph Nicéphore Niepce conseguiu, pela primeira vez, fixar uma imagem,com o auxílio de sais de prata e com o princípio da câmara escura, após 8 horas de fixação.Depois disso, várias pessoas perceberam que uma seqüência de fotos podia dar a falsa sensaçãode movimento. Após inúmeras tentativas, chegou-se ao Kinetoscópio, no final do Século IXX.
 
Tiveram que usar uma exposição de fotos acima do tempo de retenção da retina humana, deaproximadamente 1/18s. Utilizaram 24 quadros por segundo e cada quadro é apresentado 2vezes, tendo assim 48 campos por segundo. Assim nasceu o cinema.Já no século XX, a televisão partiu para o mesmo conceito, utilizando 30 quadros por segundo,sendo que cada quadro é apresentado 2 vezes, tendo assim 60 campos por segundo. Tambémtemos que saber que o feixe de elétrons emitido pelo cinescópio varre na freqüência horizontal de15.750 Hz e na freqüência vertical de 60 Hz.Assim, temos o efeito estroboscópico, o batimento de freqüências, entrelaçamento de imagens,etc…, que afetam a visão humana e nos dá a falsa sensação de algo que não está acontecendo,como a roda de uma carroça que gira para trás, mesmo ela indo para a frente.
Também temos que levar em conta a movimentação da câmara, a movimentação dapartícula ou inseto e a movimentação das asas de um inseto. Tem inseto que chega àvelocidade de até 60 Km/s. Tem inseto que bate as asas na incrível freqüência de 1.000(mil) vezes por segundo, que é o caso da libélula. Fotógrafos profissionais sóconseguiram fotografar uma libélula com as asas “congeladas” (sem movimento),utilizando velocidades do obturador em 1/25.000s. Temos também que levar em contaa abertura, o tempo de exposição, a distância, o foco, a sensibilidade do filme, etc… Omesmo conceito também se aplica nos equipamentos digitais.Com esse dados em mãos, já podemos começar a fazer as nossas próprias experiênciase ter elementos concretos em mãos para se chegar a uma conclusão CORRETA.
Com um tempo de exposição convencional de 1/60s, uma simples bola de bilhar em movimento,deixará de ser uma bola e passará a ser um ROD.
 
O tamanho do ORB e do ROD não importa, pois podemos conseguir o mesmo efeito utilizandomicro ou macro elementos. Por exemplo, fiz a foto de um “ROD” com mais de 30 metros decomprimento, a uma distância de 150 metros. O resultado final é o mesmo. Trata-se de um avião.Se esse gigantesco “ROD” (avião) estivesse batendo as asas, teríamos ao lado do falso cilindromovimentos helicoidais.Se no tempo de exposição de um fotograma, o inseto bater 5 vezes as suas asas, iremos ter umafigura do seguinte tipo:Se fazermos 4 cortes transversais no ROD acima, à direita, e sobrepor as 5 imagens resultantes,iremos ver claramente que são iguais, ou seja, o inseto foi capturado 5 vezes no mesmofotograma.Outro detalhe importante é conhecer um pouco deIMAGENS FORA DE FOCO 

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