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Teratógenos

Teratógenos

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12/20/2013

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Giovanna Colletes Sestito
Bioquímica eBiologia Molecular
Centro Universitário de Araraquara
 – 
UNIARAMedicinaMaio/2010Teratógenos:- Teratogênese;- Teratógenos Humanos eMecanismos de Ação;Orientador: prof. Dr. Wilton RogérioLustri.
 
Introdução
O termo “teratógeno” é utilizado para designar qualquer agente capaz de
produzir uma anomalia congênita ou aumentar a incidência desta na população.Define-se por anomalia, alterações estruturais ocorridas no desenvolvimentoembrionário, comumente nos períodos de diferenciação rápida, em que órgãos epartes do embrião são mais vulneráveis a perturbações.No entanto, é preciso diferenciar anomalia de variação anatômica, uma vez quea primeira diz respeito à malformação, e a segunda à diferenças morfológicas quepodem se apresentar externamente ou em qualquer um dos sistemas do organismo,sem que isto traga prejuízo funcional ao indivíduo.Antigamente acreditava-se que o embrião, estando envolvido pelas estruturasembrionárias, tais como âmnio, córion e parede abdominal do útero materno, estarialivre de agentes ambientais. Tais estruturas estavam associadas à idéia de proteção, noentanto, em 1941, foi descrita a síndrome da rubéola congênita. Tal doençacaracterizava-se pela infecção do organismo pelo vírus da rubéola durante a gestação,principalmente no primeiro trimestre, podendo causar aborto, morte fetal, partoprematuro e malformações congênitas.A identificação da síndrome rompeu com a idéia de que a placenta protegeria oembrião contra agentes exógenos, porém o fato que consumou a investigação acercadessa questão foi a tragédia da talidomida, medicamentosedativo,anti-inflamatórioe hipnótico utilizado durante a gestação, no início da década de 1960.Dessa forma estimou-se que uma parte dos defeitos congênitos estaria associadaà fatores genéticos e a outra parte vinculada à interferência de drogas, vírus e outrosfatores ambientais.Todavia, é necessário considerar a existência da herança multifatorial, na qualfatores genéticos e ambientais atuam concomitantemente como causa da anomalia.
 
TeratogêneseA teratogênese, especialidade médica relacionada à analise da contribuiçãoambiental ao desenvolvimento pré-natal alterado, tem como objeto de estudo osteratógenos.Embora o mecanismo exato de ação dos teratógenos seja ainda desconhecido,estudos revelam que certas condições hereditárias e ambientais podem alterarprocessos fundamentais do desenvolvimento embrionário, tais como ocompartilhamento intracelular, a superfície da célula, a matriz extracelular e oambiente fetal, os quais, em conjunto, são indispensáveis ao bom desempenho docontrole genético da diferenciação celular. Acredita-se que as mudanças celulares,como morte celular, rompimento mecânico, movimentos morfogenéticos, entreoutros, sejam conseqüência das várias interpretações da resposta celular inicial, a qualpossibilita que lesões patógenas levem o processo ao defeito final.Os teratógenos podem ser biológicos ou químicos, os quais têm comopatógenosbactérias, fungos, vermese vírus ou compostos e substâncias químicas, respectivamente. Para se considerar a possível teratogenicidade de um agente épreciso considerar alguns princípios: os períodos críticos do desenvolvimento, adosagem da droga ou composto químico e o genótipo do embrião.A respeito dos períodos críticos do desenvolvimento humano, verifica-se queem determinados períodos a suscetibilidade do embrião sofrer a interferência de umagente exógeno é maior. Considera-se o período mais critico como sendo o que adivisão, diferenciação celular e morfogênese estão em seu ponto máximo. Como osprimórdios de todas as estruturas internas e externas essenciais são formados duranteo período embrionário, estima-se que a fase compreendida entre a terceira e oitavasemanas constitua o período mais crítico do desenvolvimento, altamente suscetível àação teratógena, porém cada parte, tecido e órgão têm um período crítico específico.Portanto a anomalia depende de quais partes, tecidos ou órgãos estão mais expostos àação teratógena em determinado momento.Após a fertilização, as duas próximas semanas podem sofrer perturbaçõesambientais, que podem interferir na clivagem do zigoto ou implantação do blastocistoe ocasionar aborto espontâneo do embrião. Contudo, tal fato não está associado àscausas de anomalias congênitas, visto que os teratógenos, nesse período, provocam a

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