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Construção de um resumo

Construção de um resumo

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05/21/2013

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original

 
Escola Secundária da Ribeira Grande
Tecnologias InformáticasFicha de apoio
A
NO
: 10
º
 
Construção de um resumo
Com o resumo, pretende-se atingir o equilíbrio entre o mínimo depalavras e o máximo da informação relevante presente no texto-fonte. Significa isto que poderemos retirar de um texto uma partedo seu material verbal, sem prejudicarmos o essencial dainformação referencial, objectiva, que ele comunica. O produtoobtido não é certamente um texto idêntico: é outro texto contendo amesma informação essencial.A cnica do resumo opera mais ao vel da transformação dodiscurso do que ao nível da palavra. Resumir não é só dizer poroutras palavras, é dizer por outras e com menos palavras, o que sóse conseguirá se se modificar o discurso.
Procedimentos a respeitar quando se faz um resumo1.
Conservar a ordem sequencial das ideias.
2.
Salvaguardar o sistema de enunciação.
3.
Reformular o discurso sem tomar posição:
3.1.
retirar a maioria dos pormenores, exemplos poucosignificativos, citações, breves narrativas, que servem paraexplicar ou ilustrar os dados e as opines, evitando, noentanto, esquematismo excessivo;
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3.2.
quando os textos apresentam informão quantificada,conservar somente os números mais significativos;
3.3.
suprimir as repetições e tudo que se insira no estilo pessoaldo autor do texto;
3.4.
manter apenas as conexões que exprimem a linha deraciocínio mais importante.
3.5.
Retirar as fórmulas do tipo “O autor pensa que…; mostraque…”.
4.
Não copiar frases integrais do texto.
5.
Respeitar o número de palavras pedido.
Caso prático
 Texto:
A CASA DE CAMÕESSe fosse um campo de futebol estaria coberto de ervadaninha e deitado ao abandono…
Em Stratford-upon-Avon, uma cidadezinha inglesa, existe umacasa que qualquer inglês conhece: a casa de Shakespeare.Acontece, porém, de que nessa casa tenha realmente vivido ogrande poeta e dramaturgo. Pressupõe-se que sim e os milhares devisitantes que anualmente ali ocorrem fingem que acreditam. Todosos anos há um festival internacional de teatro que coloca a pequenacidade nas páginas dos jornais (ingleses) e nos ecrãs das televisões(inglesas).Ora, a pretensa casa de Shakespeare, pequena e de aparênciahumilde, apesar dos seus quatrocentos anos, é coisa digna de ver,não só pelo seu aspecto seguro e pela sua boa conservação, maspelos objectos de museu que a compõem. Os habitantes dapequena cidade, à custa das visitas à casa, vivem do turismo. A
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própria localidade tornou-se paragem obrigatória para quem visita aInglaterra e são aos milhares os turistas que a visitam.Falemos agora de um outro caso: a casa dos Camões em Vilarde Nantes. […] Há quem diga que isso de Camões ter nascido emChaves é uma treta. Pois claro que é uma treta. Camões nuncapoderia ter nascido em Chaves. O grande épico, efabulador deefeitos heróicos, ele também herói sem recompensa, que morreunuma espelunca comido de miséria e de doença, como poderianascer numa cidade tão rica e tão sisuda? No entanto, está maisque provado que a família de Camões era sem dúvida a mesma queconstruiu e habitou a casa de Vilar de Nantes. É provável até que opoeta tenha passado algumas temporadas aí, bebendo a água daserra, ouvindo os pardais nos carvalhos, debaixo de uma cerejeiraenquanto compunha um soneto de amor.Pois a casa, embora pequena para os nossos olhos actuais,habituados a edifícios enormes repletos de pequenas caixas ondevivemos entalados entre os móveis, era, quatrocentos anosatrás, bastante confortável. Visitem-se as aldeias em redor e deite-se uma olhadela às casas de granito com pouco mais de cinquentaanos que a constituem: pequenas, de uma a duas divisões e o curralpor baixo onde conviviam os porcos, a burra e uma ou duas cabrasleiteiras.A casa dos Camões, a quem a visitar, mostra uma data naombreira da porta principal: 1574. Não se sabe se é a data deconstrão, se é a data da restaurão. Propomos a segundahipótese, uma vez que era costume entre fidalgos (e os Camõeseram gente fidalga) a reconstrução das habitações quandoaumentava a família ou quando a casa estava em vias de ruir. Acasa tem o rés-do-chão e o primeiro andar. No rés-do-chãoguardavam-se as cavalgaduras, os porcos e as cabras. Para isso nãofaltava espaço. No primeiro andar temos uma varanda com umdesenho típico da região e umas quantas divisões separadas portabiques de madeira e gesso. Havia ainda uma outra parte da casa,
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