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1. APRESENTAÇÃO
2.1.5. O CONTROLE DAS ÁGUAS DO ESCOAMENTO SUPERFICIAL DIRETO
2.1.6. MEDIDAS ESTRUTURAIS E NÃO ESTRUTURAIS
2.2. PLANEJAMENTO EM DRENAGEM URBANA
2.2.1. OBJETIVOS, VANTAGENS E LIMITAÇÕES
2.2.2. PLANEJAMENTO DIRETOR
2.3. DIRETRIZES DE PROJETO
2.3.1. ALOCAÇÃO DE ESPAÇOS E OCUPAÇÃO MARGINAL NAS CANALIZAÇÕES
2.3.2. CONSOLIDAÇÃO DE REQUISITOS E RESTRIÇÕES BÁSICAS DE PROJETO
2.3.3. CANAIS ABERTOS
2.3.4. GALERIAS DE GRANDES DIMENSÕES
2.3.5. DISPOSITIVOS DE ARMAZENAMENTO
2.4. ROTEIRO DE PROJETO EM DRENAGEM URBANA
2.4.1. DADOS BÁSICOS
2.4.6. DOCUMENTAÇÃO DO PROJETO
3. HIDROLOGIA URBANA
3.1. PRECIPITAÇÃO DE PROJETO
3.1.1. ATUALIZAÇÃO DA EQUAÇÃO DE CHUVAS INTENSAS DO POSTO DO IAG
COBERTAS POR PLUVIÓGRAFOS
3.2. ESCOAMENTO SUPERFICIAL
3.2.1. MÉTODOS DE ANÁLISE
3.2.2. DETERMINAÇÃO DA CHUVA EXCEDENTE
3.2.3. VAZÕES MÁXIMAS EM PEQUENAS BACIAS URBANAS
PORTE MÉDIO
4. HIDRÁULICA EM DRENAGEM URBANA
4.1. ELEMENTOS BÁSICOS DA HIDRÁULICA DE CANAIS
4.1.1. ELEMENTOS GEOMÉTRICOS:
4.1.2. EQUAÇÃO DA ENERGIA
4.2. EQUAÇÕES DO REGIME UNIFORME
VARIADO
4.3.1. MÉTODO EM QUE A VARIÁVEL É A PROFUNDIDADE (DIRECT STEP METHOD)
4.3.2. MÉTODO EM QUE A VARIÁVEL É A POSIÇÃO DA SEÇÃO (STANDARD STEP METHOD)
4.3.3. CONSIDERAÇÕES COMPLEMENTARES:
4.4. MODELO HIDRODINÂMICO
4.4.1. EQUAÇÕES DO MOVIMENTO
4.5. CÁLCULO DE CONDUTOS EM REGIME FORÇADO
4.6. EQUAÇÕES GERAIS PARA O ESTUDO DAS SINGULARIDADES
4.6.1. EXEMPLO DE CASO: RESSALTO HIDRÁULICO
4.7. PROPAGAÇÃO DE HIDROGRAMAS DE CHEIA POR MÉTODOS
4.7.1. MÉTODO DE TRANSLAÇÃO DIRETA
4.7.2. MÉTODO CONVEXO DE PROPAGAÇÃO DE HIDROGRAMAS
4.7.3. COMPARAÇÃO DOS EXEMPLOS DE ENCAMINHAMENTO DE HIDROGRAMA EM CANAIS
5. SISTEMAS DE MACRODRENAGEM
5.1. CANAIS E GALERIAS
5.1.1. VAZÕES DE PROJETO
5.1.2. METODOLOGIA DE CÁLCULO
5.1.3. DEFINIÇÃO DE FATORES DE ATRITO
5.1.4. COMPOSIÇÃO DE RUGOSIDADE
5.1.5. REGIME DE ESCOAMENTO
5.1.6. BORDA LIVRE
5.2. SINGULARIDADES
5.2.1. EMBOQUES EM NÍVEL
5.2.2. EMBOQUES A PARTIR DE VERTEDORES
5.2.3. ALARGAMENTO DE SEÇÃO
5.2.4. ESTREITAMENTO DE SEÇÃO
5.2.5. REBAIXAMENTO DE NÍVEL
5.2.6. PILARES DE PONTE
5.2.7. CONFLUÊNCIAS
5.2.8. BIFURCAÇÕES
5.2.9. MUDANÇA DE DIREÇÃO
5.3. ESTRUTURAS DE DISSIPAÇÃO DE ENERGIA
5.3.1. DEGRAUS
5.3.2. RAMPAS DENTADAS
5.3.3. BLOCO DE IMPACTO
5.4. ASPECTOS RELATIVOS A ARRANJOS DE OBRAS
5.4.1. DESEMBOQUE EM RIOS
5.4.2. CONFLUÊNCIAS
5.4.6. DEGRAUS
5.4.7. INÍCIO DE GALERIA OU CANALIZAÇÃO
5.4.8. POÇO DE QUEDA NA ENTRADA DE BUEIROS OU GALERIAS
5.4.9. RETENÇÃO DE DETRITOS E SEDIMENTOS
5.4.10. JUNÇÕES ESTRUTURAIS
5.5. OBRAS DE DETENÇÃO/RETENÇÃO (D/R)
5.5.1. DEFINIÇÃO GERAL
5.5.2. PROCEDIMENTOS DE PLANEJAMENTO E PROJETO
5.5.3. COLETA E ANÁLISE DOS DADOS RELATIVOS À BACIA DE DRENAGEM
5.5.4. IDENTIFICAÇÃO DE POSSÍVEIS LOCAIS PARA ARMAZENAMENTO
5.5.5. ESTABELECIMENTO DA DESCARGA DE PROJETO
5.5.6. CONFIGURAÇÃO PRELIMINAR DA HIDROLOGIA DE PROJETO
5.5.7. ABORDAGENS DAS CONDICIONANTES LATERAIS E VERTICAIS
5.5.8. FINALIZAÇÃO DO PROJETO
5.5.9. OBRAS MÚLTIPLAS DE D/R
5.5.10. ASPECTOS NEGATIVOS E USOS INADEQUADOS DE OBRAS DE D/R
6. OBRAS DE MICRODRENAGEM
6.1. TERMINOLOGIA
6.2. ELEMENTOS FÍSICOS DO PROJETO
6.3. DEFINIÇÃO DO ESQUEMA GERAL DO PROJETO
6.3.1. TRAÇADO DA REDE PLUVIAL
6.3.2. DISPOSIÇÃO DOS COMPONENTES
6.4. DETERMINAÇÃO DA VAZÃO: MÉTODO RACIONAL
6.4.1. INTENSIDADE
6.4.2. COEFICIENTE DE ESCOAMENTO
6.5. DIMENSIONAMENTO HIDRÁULICO
6.5.1. CAPACIDADE DE CONDUÇÃO HIDRÁULICA DE RUAS E SARJETAS
6.5.2. BOCAS-DE-LOBO
6.5.3. GALERIAS
7. EROSÃO URBANA
7.1. DEFINIÇÕES GERAIS
7.1.1. VAZÃO LÍQUIDA CARACTERÍSTICA
7.1.2. VAZÃO SÓLIDA
7.1.3. RELAÇÃO ENTRE A MORFOLOGIA E A GRANULOMETRIA
7.1.4. CANAIS ESTÁVEIS
7.1.5. GRAUS DE LIBERDADE
7.2. EROSÃO SUPERFICIAL
7.2.1. FORMAS DE EROSÃO
7.2.2. FATORES QUE AFETAM A EROSÃO
7.2.3. TAXA DE TRANSFERÊNCIA DE SEDIMENTOS
7.2.4. PRODUÇÃO DE SEDIMENTOS EM ÁREAS URBANAS
7.2.5. EROSÃO URBANA NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO
7.3. ESTABILIDADE DE CANAIS NATURAIS
7.3.1. EQUAÇÕES DA TEORIA DO REGIME
7.3.2. EQUAÇÕES BASEADAS NO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS
7.4. SEÇÕES ESTÁVEIS E FATORES QUE AFETAM O SEU EQUILÍBRIO
7.4.1. SEÇÕES MORFOLOGICAMENTE ESTÁVEIS
7.4.2. PRINCIPAIS INTERVENÇÕES QUE PODEM AFETAR O EQUILÍBRIO FLUVIAL
7.4.3. ESTUDO QUALITATIVO DO GRAU DE INSTABILIDADE DE SEÇÕES
7.4.4. EFEITOS SECUNDÁRIOS E COMPENSAÇÕES NATURAIS
7.5. DIMENSIONAMENTO DE GALERIAS E TUBOS NÃO ASSOREÁVEIS
7.5.1. CONDIÇÃO DE INÍCIO DE TRANSPORTE DE SEDIMENTOS
7.5.2. ESTUDO DA CONDIÇÃO CRÍTICA EM FUNDO FIXO
7.5.3. PRESENÇA DE MATERIAIS COESIVOS
8. ASPECTOS GERAIS DA QUALIDADE DA ÁGUA
8.1. PRINCIPAIS FONTES GERADORAS DE CARGA DIFUSA
8.2. IMPACTOS SOBRE A QUALIDADE DA ÁGUA DO CORPO RECEPTOR
8.3. AVALIAÇÃO DAS CARGAS POLUIDORAS
8.4. MÉTODOS DE CONTROLE DA POLUIÇÃO POR CARGAS DIFUSAS
8.4.1. MEDIDAS NÃO ESTRUTURAIS
8.4.2. MEDIDAS ESTRUTURAIS
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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HIDROLOGIA_URBANA_SP

HIDROLOGIA_URBANA_SP

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