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Table Of Contents

1 INTRODUÇÃO
2 OBJETIVOS
3 A QUESTÃO AMBIENTAL
3.1 HISTÓRICO RECENTE
Tabela 1 - Cronologia dos eventos relevantes relacionados às questões ambientais
3.2 MEIO AMBIENTE – VISÃO GERAL SOBRE A GOVERNANÇA
3.3 A INDÚSTRIA; GOVERNO, MERCADO, SOCIEDADE E O MEIO
Figura 1 - Novo modelo de regulação e controle ambiental
3.4 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E ECO-EFICIÊNCIA
3.4.1 Evolução histórica
3.4.2 Elementos–chave para viabilizar a eco-eficiência
3.4.3 Dimensões da eco-eficiência
Figura 6 - Síntese da sustentabilidade segundo o WBCSD
3.4.4 Ferramentas da eco-eficiência
Figura 7 - Métodos e ferramentas para melhoria de desempenho ambiental
3.4.4.1 Produção mais limpa/prevenção à poluição
Figura 8 - Visão geral de produção mais limpa ou prevenção à poluição
3.4.4.1.1 Visão histórica
Figura 9 - O balanço entre o efeito econômico e ambiental
Figura 10 - Evolução da abordagem tecnológica
Avaliable Technologies)
3.4.4.1.3 Implementação da produção mais limpa
Figura 11 - Etapas para implementação de um programa de produção mais limpa
Figura 12 - Avaliação do processo –principais alternativas
3.4.4.1.5 Experiências e programas de implementação de produção mais limpa
limpa
3.4.4.2 Análise do ciclo de vida - ACV
Figura 13 - Ciclo de vida de um produto
3.4.4.2.1 Metodologia da ACV
Figura 14 - Protocolo da ACV
Figura 16 - Principais categorias dos dados do inventário
Tabela 3 - Categorias de impacto ambiental segundo diferentes organismos
Figura 17 - Procedimento para cálculo dos ecoindicadores
3.4.4.2.2 Principais aplicações da Análise de Ciclo de Vida (ACV)
Tabela 4 - Nível de detalhamento
Figura 20 - Fases do desenvolvimento de um produto
Tabela 5 - Fases do desenvolvimento de um produto
3.4.4.2.3 Limitações e perspectivas para a ACV
3.4.4.3 Avaliação de desempenho ambiental
3.4.4.3.1 Indicadores de eco-eficiência
Figura 23 - Indicadores ambientais segundo a OECD
Figura 24 - Escolha dos indicadores-chave segundo metodologia OECD
Tabela 6 - Indicadores para diferentes categorias e aspectos
3.4.4.3.2 Indicadores ambientais segundo as normas IS0 14031 e EMAS
Figura 26 - Indicadores de desempenho ambiental operacional – indústria
Figura 27 - Indicadores de desempenho ambiental operacional – serviços
Figura 28 - Indicadores de desempenho de gestão ambiental
de desempenho ambiental
3.4.4.3.4 Tendências
3.4.4.4 Relatórios de desempenho ambiental
de sustentabilidade
3.4.4.4.2 Elaboração do relatório
Figura 31 - Principais etapas para elaboração de um relatório
3.4.4.4.3 Principais iniciativas
3.4.4.4.4 Tendências
3.4.4.5 Sistemas de gestão ambiental
Figura 33 - Abordagem das empresas para a questão ambiental
3.4.4.5.1 Normas da série ISO 14000
Tabela 7 - Normas da série ISO e sua abrangência
Figura 34 - Número de certificados ISO 14001 emitidos no mundo até 2001
Figura 35 - Distribuição dos certificados ISO 14001 emitidos até 2001
3.4.4.5.3 Especificação para um sistema de gestão ambiental - norma BS 7750
3.4.4.5.4 Programa "Atuação Responsável®" (Responsible Care)
3.4.4.6 Contabilidade ambiental
Tabela 8 - Comparação entre contabilidade ambiental gerencial e financeira
3.4.4.6.1 Contabilidade ambiental como ferramenta de gestão nas empresas
Tabela 9 - Uso das ferramentas de gestão ambiental pelas empresas
3.4.4.6.2 Custos ambientais
Tabela 10 - Custos ambientais
Figura 36 - Classificação dos custos e sua mensuração
Figura 37 - Custos privados e sociais
3.4.4.6.3 Análise financeira dos investimentos
Tabela 11 - Quadro comparativo dos métodos de análise de investimentos
Figura 38 - Etapas para avaliação financeira de investimentos
3.4.4.6.4 Contabilidade ambiental financeira - relatórios de prestação de contas
3.4.4.6.5 Publicação das informações financeiras
4 PRODUÇÃO DE CELULOSE E PAPEL
4.1 CELULOSE
Figura 39 - Componentes da madeira
Tabela 12 - Tipos de fibras
4.2 FLORESTAS
4.2.1 FSC - Forest Stewardship Council
4.2.2 Pan European Forest Certification – PEFC
4.2.3 Programa nacional de certificação florestal -CERFLOR
4.3 PROCESSOS PARA PREPARAÇÃO DA CELULOSE
4.3.1 Processo Mecânico – MP
4.3.2 Processo Termomecânico – TMP
4.3.3 Processo Semiquímico
4.3.4 Processo Químico – Kraft
4.3.5 Processo Químico – Sulfito
4.3.6 Processo Químico – Sulfato
4.4 BRANQUEAMENTO DA POLPA CELULÓSICA
4.5 FABRICAÇÃO DE PAPEL
4.5.1 Matérias-primas não fibrosas
Tabela 13 - Produção de papel no mundo
Tabela 14 - Produção de celulose no mundo
Figura 40 - Produção de polpa no mundo
Figura 41 - Produção de polpa no Brasil em 2001
Figura 42 - Produção de papel no Brasil em 2001
4.6.2 Produção de celulose branqueada
Figura 43 - Evolução da produção de polpa branqueada no mundo
Figura 44 - Evolução da produção de polpa branqueada no mundo
5.1 DESCRIÇÃO DO PROCESSO KRAFT
5.1.1 Estocagem e preparação da madeira
5.1.2 Cozimento e deslignificação
5.1.3 Lavagem e depuração
5.1.4 Deslignificação com oxigênio
Tabela 15 - Número kappa para diferentes tipos de cozimento e madeira
5.1.5 Branqueamento
5.1.6 Depuração da polpa branqueada e secagem (extração)
5.1.7 Sistema de recuperação química
Figura 47 - Representação esquemática do ciclo de recuperação de álcalis
Figura 48 - Representação esquemática do ciclo de licor e circuito de sólidos
5.2 PRINCIPAIS CONSUMOS E EMISSÕES DO PROCESSO KRAFT
5.2.1. Consumo de madeira
5.2.2 Consumo de água e geração de águas residuárias
Figura 50 - Águas residuárias típicas geradas no processo kraft
Tabela 19 - DQO nas águas residuárias em diferentes etapas do processo
5.2.3 Emissões atmosféricas
Figura 51 - Principais reações que ocorrem na caldeira de recuperação
5.2.4 Geração de resíduos sólidos
5.2.5 Consumo de produtos químicos
Tabela 23 - Consumo de produtos químicos para a produção de polpa kraft
5.2.6 Consumo de energia
5.2.7 Geração de ruído
5.3 BAT PARA O PROCESSO KRAFT
Tabela 24 - Características das águas residuárias
Tabela 25 - Emissões atmosféricas típicas do processo kraft
Tabela 26 - Consumos de energia térmica e elétrica em fábricas kraft eficientes
5.3.1 Descascamento a seco
kappa (em batelada ou contínuo)
5.3.3 Fechamento do circuito de filtrados na lavagem e depuração marrom
5.3.4 Deslignificação com oxigênio
Tecnologias de deslignificaçãoKappa
5.3.5 Branqueamento com ozônio
5.3.6 Branqueamento ECF
5.3.7 Branqueamento TCF
5.3.8 Fechamento parcial da unidade de branqueamento
5.3.9 Coleta de derrames
5.3.10 Controle de processo e lavagem eficiente
5.3.11 Arraste com vapor (“stripping”) e reúso dos condensados
de processo quentes ou concentrados
5.3.13 Tratamento aeróbio das águas residuárias
5.3.18 Coleta de GNC concentrados e diluídos para incineração no forno de cal
biomassa
5.5.2 Uso de SNCR na caldeira de recuperação
indústrias kraft por tratamento biológico e sistemas avançados -
quelantes
“Organosolv Pulping”
Tabela 31 - Tecnologias alternativas para a produção de polpa
5.6 BAT PARA PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE PAPEL
Tabela 35 - Geração de resíduos sólidos em fábricas européias
6 MATERIAIS E MÉTODOS
6.1 A INDÚSTRIA ESTUDADA: VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL-VCP
PREVENÇÃO E CONTROLE DA POLUIÇÃO NA UNIDADE JACAREÍ
6.2.1 Projeto P-600
Figura 54 – Representação esquemática da linha de fibras
Figura 56 – Representação do sistema de caustificação
Figura 57 – Representação esquemática da fabricação de papel
6.2.1.2 Descrição do projeto P-600
Figura 58 – Novo sistema de evaporação (P-600)
6.2.1.3 Investimentos
6.2.2 Projeto ECF
6.2.2.1 Descrição do projeto ECF
Figura 59 – Linhas de produção de celulose e Projeto ECF
Figura 61 – Representação esquemática do digestor Lo-solids®
Figura 62 – Representação esquemática da linha de fibras ECF e TCF (linha B)
6.2.3.1.2 Linha de fibras B
Figura 68 – Representação esquemática da modificação do branqueamento B
6.2.3.1.3 Evaporação
6.2.3.1.4 Caldeira de biomassa
6.2.3.1.5 Nova estação de tratamento de águas residuárias (ESTAR)
6.2.3.1.6 Fechamento de circuitos
6.2.3.2 Investimentos do P 1.200
6.3 EVOLUÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL NA UNIDADE JACAREÍ
6.4 CONTABILIADE AMBIENTAL
7 APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
7.1 RESULTADOS DO PROJETO P 600
7.1.1 Emissões hídricas
Figura 77 – Evolução da cor específica do efluente industrial
7.1.2 Emissões atmosféricas
Figura 78 – Evolução da emissão específica de MP
Figura 79 – Evolução da emissão de TRS
7.2 RESULTADOS DO PROJETO ECF
7.2.1 Rendimento do cozimento
Figura 82 – Principais tecnologias e sua correlação com os aspectos ambientais
Figura 83 – Produção diária de celulose
Figura 84 – Representação esquemática do branqueamento após modificações
Figura 85 – Número kappa na linha B do processo ECF com e sem modificações
7.2.3 Consumo de água
Figura 88 - Evolução da vazão específica de água captada ao longo do tempo
7.2.4 Geração de águas residuárias
Figura 89 - Evolução da vazão de águas residuárias
Figura 91 - Evolução temporal da DQO no afluente e efluente da ESTAR
Figura 93 - Evolução da cor específica da água residuária ao longo do tempo
Figura 94 - Evolução emissão específica de AOX durante o projeto ECF
7.2.5 Emissões atmosféricas
7.2.6 Geração de resíduos sólidos
7.2.7 Consumo e cogeração de energia
7.3 RESULTADOS DO PROJETO P 1.200
7.3.1 Emissões hídricas e captação de água
7.3.2 Emissões atmosféricas
Figura 105 - Evolução da emissão de TRS
7.3.3 Matriz energética
Figura 106 - Matriz energética ao longo do tempo
7.5 RESULTADOS DOS PROJETOS RELACIONADOS À GESTÃO
7.5.1 Gestão ambiental na Unidade
7.5.2 Elaboração de relatórios de desempenho ambiental do Grupo VCP
8 PROJETOS FUTUROS
9 CONCLUSÕES
10 ANEXOS
11 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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