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Profanações - Giorgio Agamben

Profanações - Giorgio Agamben

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Published by: Lígia Poggi Pereira on Feb 05, 2011
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Fábio Santos Bispo added this note
Também na natureza há profanações! O exemplo do gato é brilhante! A atividade predatória é deslocada, a partir do jogo, para uma atividade que dá novo uso ao instinto. Não é possível pensar em uma profanação também a propósito da agressividade que resulta na morte violenta? Os jovens não poderiam encontrar novos usos, criar novos jogos onde pudessem realizar seus impulsos sem se tornarem escravos deles?
Fábio Santos Bispo added this note
Se o capitalismo é uma religião, qual a sua fé? É o puro crédito, na medida em que o capitalismo se sustenta na necessidade do crédito para que haja a circulação do dinheiro. "E se, segundo Benjamin, o capitalismo é uma religião na qual o culto se emancipou de todo objeto e a culpa se emancipou de todo pecado, e, portanto, de toda possível redenção. Então, do ponto de vista da fé, o capitalismo nã
Fábio Santos Bispo added this note
A profanação presente no jogo não indica, justamente, que o ato é extraído de sua origem mítica? Quando um ritual qualquer perde sua seriedade, tornando-se um jogo, um brinquedo, é que se pode afirmar que uma profanação ocorreu. Um novo uso foi então realizado, um uso que não serve a nenhuma esfera transcendente, mas que se esgota no gosto da brincadeira.
Fábio Santos Bispo added this note
Profanar algo é extraí-lo da esfera do sagrado, restituindo-o ao uso comum. Não um uso natural, mas um novo uso que profana a coisa, exaurindo sua aura sagrada.
Fábio Santos Bispo added this note
O homo-sacer é sagrado, no sentido de já ser um tabu, um anátema, mas é ao mesmo tempo profano, no sentido de que a vida nua de seu corpo o impede de aceder à esfera divina. "No mundo profano, é inerente ao seu corpo um resíduo irredutível de sacralidade, que o subtrai ao comércio normal com os seus semelhantes e o expõe à possibilidade da morte violenta..."
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