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Manual de Oslo Areas de inovação - DEFINIÇÕES DADOS PESQUISA

Manual de Oslo Areas de inovação - DEFINIÇÕES DADOS PESQUISA

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Published by: Luiz Henrique Machado on Feb 07, 2011
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10/11/2012

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O CD com o
Manual de Oslo
está em:
www.finep.gov.br/dcom/brasil_inovador/capa.html
 
CAPA
 
MENU
 
PREFÁCIO
 
SUMÁRIO
 
CAPÍTULO 1
 
CAPÍTULO 2
 
CAPÍTULO 3
 
CAPÍTULO 4
 
CAPÍTULO 5
 
CAPÍTULO 6
 
CAPÍTULO 7
 
CAPÍTULO 8
 
REFERÊNCIAS
 
ANEXO A
 
ANEXO B
 
 
 
Prefácio
A geração, a exploração e a difusão do conhecimento são fundamentais para ocrescimento econômico, o desenvolvimento e o bem estar das nações. Assim, é fundamentaldispor de melhores medidas da inovação. Ao longo do tempo a natureza e o panorama dainovação mudaram, assim como a necessidade de indicadores que capturem tais mudanças eofereçam aos formuladores de políticas instrumentos apropriados de análise. Um trabalhoconsiderável foi realizado durante os anos 1980 e 1990 para desenvolver modelos e estruturasde análise para estudos sobre inovação. Experimentos com pesquisas pioneiras e seusresultados, juntamente com a necessidade de um conjunto coerente de conceitos e instrumentos,levaram à primeira edição do Manual de Oslo em 1992, centrada na inovação tecnológica deproduto e processo (TPP) na indústria de transformação. O Manual se tornou referência paravárias pesquisas que examinaram a natureza e os impactos da inovação no setor comercial, taiscomo o 'European Community Innovation Survey' (CIS), atualmente em sua quarta edição. Osresultados dessas pesquisas levaram a refinamentos na estrutura do Manual de Oslo em termosde conceitos, definições e metodologia, originando a segunda edição publicada em 1997, que,entre outras coisas, expandiu o tratamento para o setor de serviços.Desde então, a análise dos resultados de pesquisas e de necessidades de políticaslevaram ao lançamento de outra revisão do manual, cujo resultado pode ser visto nesta terceiraedição. Como existe uma noção crescente de que muita inovação no setor de serviços não écapturada de maneira adequada pelo conceito TPP, decidiu-se adicionar a questão dasinovações não tecnológicas nesta revisão. Dessa forma, o escopo do que é considerado umainovação foi agora expandido para incluir dois novos tipos: inovação de marketing e inovaçãoorganizacional. Esses são certamente conceitos novos, mas eles já foram testados em váriospaíses da OCDE, com resultados promissores.
 
É também uma novidade desta edição o esforço em tratar a dimensão sistêmica dainovação, em um capítulo centrado nas interações relativas à inovação. Lições retiradas deoutras pesquisas também foram incorporadas com o objetivo de refinar conceitos existentes equestões metodológicas, tais como a mensuração dos insumos e resultados da inovação, etambém a melhoria dos métodos de coleta de dados.A inovação ocorre também em países fora da região da OCDE: um número crescente depaíses na América Latina, leste da Europa, Ásia e África iniciaram a realização de pesquisasbaseadas no Manual de Oslo. Embora o desenho dessas pesquisas tenha visado normalmenteestar de acordo com os padrões do Manual de Oslo, muitas delas adaptaram sua metodologiapara considerar as necessidades específicas dos usuários e as características dos sistemasestatísticos nesses países com diferentes cenários econômicos e sociais. Adaptações nacionaisforam desenvolvidas por país e seguiram diferentes abordagens. Por exemplo, aceita-seamplamente que a difusão e as mudanças incrementais da inovação respondem por grandeparcela da inovação em países fora da OCDE. Utilizando essas experiências ricas e diversas,adicionou-se um anexo a esta edição do Manual de Oslo, que incorpora algumas liçõesaprendidas e oferece um guia para novas pesquisas sobre inovação em países fora da OCDE.O Manual de Oslo, desenvolvido conjuntamente pelo Eurostat e a OCDE, constitui partede uma família de manuais dedicada à mensuração e interpretação de dados relacionados aciência, tecnologia e inovação. Esse material compreende manuais, diretrizes e guias sobre P&D(Manual Frascati), indicadores de globalização, patentes, a sociedade da informação, recursoshumanos em C&T (Manual Canberra) e estatísticas de biotecnologia.Preparada com o patrocínio da OCDE e da Comissão Européia (Eurostat), esta terceiraedição do Manual de Oslo é o resultado de um processo colaborativo de três anos que envolveuo Grupo de Trabalho de Especialistas Nacionais da OCDE em Indicadores de Ciência eTecnologia (OECD Working Party of National Experts on Science and Technology Indicators –NESTI) e o Grupo de Trabalho do Eurostat em Estatísticas de Ciência e Tecnologia (EurostatWorking Party on Science, Technology and Innovation Statistics – WPSTI) assim como váriosoutros especialistas externos. Este manual oferece diretrizes para a coleta e a interpretação dedados sobre inovação de maneira internacionalmente comparável. Chegar a um consensosignificou algumas vezes assumir compromissos e concordar com convenções. Assim como

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