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Vamos Brincar, a Rimar Vol. III

Vamos Brincar, a Rimar Vol. III

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02/08/2011

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 A leitura é um processo complexo, influenciado por numerososfactores lingsticos, cognitivos e sociais. Apesar da suacomplexidade é, em grande medida, dependente da linguagem oral.Existe um número considerável de crianças que tem uma dificuldadeespefica em obter a aptio literia, sendo esta dificuldadeconsiderada, para a maior parte de pais e professores, inesperada,por ocorrer em crianças inteligentes e capazes que realizam bemoutras tarefas.Investigações realizadas sobre os processos de leitura, suaaquisição desenvolvimento, demonstram, por um lado, a existênciade importantes conexões entre a chamada "consciência fonológica" eas primeiras etapas na aquisição da leitura, por outro, a existência derelações entre os problemas de fala e algumas competênciasmetalinguísticas.O conceito de consciência fonogica pode ser definido,genericamente, como a capacidade para conscientemente manipular (mover, combinar ou suprimir) os elementos sonoros das palavrasorais (Tunmer e Rohn,1991). A dislexia é uma forma espefica de comprometimento dalinguagem que afecta a forma pela qual o rebro codifica ascaracterísticas fonológicas das palavras faladas. O défice centralencontra-se no processamento fonológico e surge de representaçõesfonológicas mal especificadas. Caracteriza-se por alterações dadescodificação das palavras, reflectindo um processamentofonogico insuficiente e em desacordo com a idade e/oucapacidades cognitivas. Associa-se, com frequência, a dificuldadesna motricidade fina, no ritmo, no processamento e apresentação dainformação escrita: disgrafia, disortografia e, em alguns casos,discalculia.O crescimento linguístico espara além da apreenoespontânea e natural da língua materna (Sim-Sim,1988).Assim,
Enquadramento Teórico
 
a linguagem é considerada o ponto nevrálgico das dificuldades deleitura e escrita, constituindo o factor que melhor diferencia sujeitoscom distúrbios de aprendizagem daqueles que os não têm (Rebelo,2001). Tal como defendem vários autores, o desenvolvimento daoralidade e da capacidade de reflexão sobre a própria língua, bemcomo a adequada conceptualização da linguagem escrita que seadquire do contacto com o impresso, o compenciasfacilitadoras da aprendizagem da leitura/escrita. Por outro lado, oconhecimento lexical, a compreensão semântica, o domínio dasrelações gramaticais e consciência da estrutura segmental dalíngua são considerados como as bases linguísticas subjacentes àaprendizagem da leitura. As investigações realizadas nestedonio m acentuado a importância das competências deprocessamento fonológico na aquisição das competências daleitura, referindo que o factor que melhor prediz o fracasso daleitura/escrita é a baixa consciência fonogica. Os jogos depalavras, os trocadilhos e os duplos sentidos são bons exemplos deuma outra capacidade que requer a manipulação consciente dalíngua fora do contexto comunicativo e é servida por processoscognitivos de nível superior, nomeadamente a consciência e ocontrolo do conhecimento, sendo esta capacidade conhecida por consciêncialinguística (Sim-Sim, Martins, 2000).De um modo geral, pode considerar-se que o conhecimento dalíngua oral, o nível de consciência linguística e o conhecimentoprecoce dos grandes prinpios que regulam a escrita opredictores fiáveis de aprendizagem da leitura, entre outrosdeterminantes de sucesso (Sim-Sim, 1988). As modalidades mais elementares da consciência fonológicaabrangem sensibilidade às sílabas, rimas e segmentação e podemdesenvolver-se, mais ou menos espontaneamente, ao longo dosanos pré-escolares (Liberman, 1974; Treiman, 1992). O sucessonestas tarefas relaciona-se significativamente com o desempenhona leitura/escrita no primeiro ano escolar (Vellutino e Scanion,

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