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Linux_Redes_e_Servidores_2_edi

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Prefácio
Quando recebi o convite para escrever o prefácio desta segunda edição do livro
 Redes eServidores Linux
, fiquei muito feliz. Afinal de contas, tenho sido um ávido usuário dosprodutos que o Carlos Morimoto desenvolve e dos livros que escreve. Escrever esteprefácio é uma oportunidade e tanto de expressar minha admiração e gratidão pelotrabalho de quem tanto tem contribuindo para disseminar o uso de sistemas livres noBrasil, uma causa à qual tenho me dedicado há muitos e muitos anos.O trabalho mais famoso do Carlos é o Kurumin, que é uma distribuição GNU/Linuxbaseada no Debian e Knoppix. O Kurumin é extremamente fácil de usar e já ganhoudiversos prêmios no Brasil, sendo usado por um número incontável de usuários. Alémdisto, o Carlos é também editor do Guia do Hardware.net [1] e autor de diversos livrossobre Linux, Hardware e Redes.Uso o Kurumin em meu trabalho e em casa, já há alguns anos. Dentre tantas opçõesexistentes, o que me chama mais atenção no Kurumin é a sua simpatia. Parece que osistema fala com a gente, sempre querendo nos ensinar, mostrando atalhos para realizarum grande número de tarefas.Até aqueles hábitos tão comuns dos usuários de computadores, que não lêem nada e sóparam para pensar melhor quando algo dá errado foram previstos, de forma quase quesobrenatural. Parece que tudo foi pensado. Os livros transmitem a mesma sensação deintimidade, de conhecimento cúmplice, em que nos contam diversos segredos de formaclara, objetiva, sem esconder nada.Sistemas operacionais livres, como GNU/Linux e suas variações, como o Kurumin,possuem uma quantidade inimaginável de aplicativos também livres, que podem serusados para resolver problemas dos mais variados tipos. Diferentemente do que ocorriaalguns anos atrás, em que ninguém conhecia o mundo do software livre e suaspotencialidades, admitir tal ignorância nos dias de hoje é, para ser gentil, no mínimoperigoso para a reputação profissional.Este livro nos guia por algumas das tarefas mais comuns e importantes na configuraçãoe administração de servidores GNU/Linux, como o compartilhamento da conexão ecompartilhamento de arquivos, configuração de servidores web, acesso remoto, correioeletrônico, criação de redes de terminais com o LTSP, redes sem fio, firewall,segurança, enfim, muitos dos tópicos mais importantes no dia a dia de um profissionalde suporte de sistemas.
 
A área de informática, por sua grande diversidade, complexidade e uma taxa deevolução assustadora, faz com que mesmo profissionais experimentados, comvários anos de experiência, se sintam desamparados e despreparados para lidarcom os desafios diários do trabalho. O movimento de software livre, que agregauma comunidade de centenas de milhares de pessoas ao redor do mundo, tornaeste cenário ainda mais complexo e desafiador. Introdução
Inicialmente, as redes eram simplesmente uma forma de transmitir dados de um micro aoutro, substituindo o famoso DPL/DPC (disquete pra lá, disquete pra cá), usado atéentão.As primeiras redes de computadores foram criadas ainda durante a década de 60, comouma forma de transferir informações de um computador a outro. Na época, o meio maisusado para armazenamento externo de dados e transporte ainda eram os cartõesperfurados, que armazenavam poucas dezenas de caracteres cada (o formato usado pelaIBM, por exemplo, permitia armazenar 80 caracteres por cartão).Eles são uma das formas mais lentas, trabalhosas e demoradas de transportar grandesquantidades de informação que se pode imaginar. São, literalmente, cartões de cartolinacom furos, que representam os bits um e zero armazenados:De 1970 a 1973 foi criada a Arpanet, uma rede que interligava várias universidades ediversos órgãos militares. Nesta época surgiu o e-mail e o FTP, recursos que utilizamosaté hoje. Ainda em 1973 foi feito o primeiro teste de transmissão de dados usando opadrão Ethernet, dentro do PARC (o laboratório de desenvolvimento da Xerox, em PaloAlto, EUA). Por sinal, foi no PARC onde várias outras tecnologias importantes,incluindo a interface gráfica e o mouse, foram originalmente desenvolvidas.O padrão Ethernet é utilizado pela maioria das tecnologias de rede local em uso, dasplacas mais baratas às redes wireless. O padrão Ethernet define a forma como os dadossão organizados e transmitidos. É graças a ele que placas de diferentes fabricantesfuncionam perfeitamente em conjunto.A partir de 1995, com a abertura do acesso à internet, tudo ganhou uma nova dimensãoe a principal função da maioria das redes passou a ser simplesmente compartilhar aconexão com a web. Estamos agora assistindo a uma segunda mudança, que é o uso daweb não apenas para comunicação, mas como uma forma de rodar aplicativos.

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