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Apostila Alinhamento de Eixo

Apostila Alinhamento de Eixo

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DOCUMENTO Nº:
ORGÃO EMISSOR;
DATA EMISSÃO:
Inspeção Dinâmica
04/07/2005Nº REVISÃO: 01VIGÊNCIA: 04/07/2005APROVADOR:
ALINHAMENTO
 
COMITÊ Diretivo – 10/01/2005
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ÍNDICE
1. Introdução .................................................................................................................................................. 32. Tipos de acoplamentos e características ..................................................................................................... 42. 1. Acoplamentos rígidos ......................................................................................................................... 42. 2. Acoplamentos flexíveis ........................................................................................................................ 42. 3. Acoplamentos de compensação .......................................................................................................... 53. Ferramentas e acessórios ........................................................................................................................... 54. Variáveis de alinhamento ............................................................................................................................ 65. Alinhamento de montagem ......................................................................................................................... 65. 1. Introdução ........................................................................................................................................... 65. 2. Nivelamento de base de sustentação do motor .................................................................................... 65. 3. Jogo longitudinal do eixo do motor ....................................................................................................... 75. 4. Fatores radial e axial ............................................................................................................................ 75. 5. Ovalização e empenamento dos acoplamentos e eixos ....................................................................... 85. 6. Medição radial ...................................................................................................................................... 115. 6. 1. Centro do acoplamento A, abaixo do centro do acoplamento B ............................................................. 115. 6. 2. Centro do acoplamento A, acima do centro do acoplamento B .............................................................. 115. 6. 3. Acoplamento “A” desalinhado lateralmente em relação ao acoplamento “B” .......................................... 125. 6. 4. Caso prático medição radial .................................................................................................................. 125. 6. 5. Desalinhamento radial duplo................................................................................................................. 135. 7. Medição axial ....................................................................................................................................... 145. 7. 1. Desalinhamento axial vertical ................................................................................................................ 155. 7. 2. Desalinhamento axial horizontal ............................................................................................................ 175. 7. 3. Caso prático medição axial .................................................................................................................. 185. 8. Desalinhamento axial duplo e radial duplo ........................................................................................... 206. Método de Alinhamento Reverso ................................................................................................................. 237. Alinhamento de máquinas quentes .............................................................................................................. 26
 
 
DOCUMENTO Nº:
ORGÃO EMISSOR;
DATA EMISSÃO:
Inspeção Dinâmica
04/07/2005Nº REVISÃO: 01VIGÊNCIA: 04/07/2005APROVADOR:
ALINHAMENTO
 
COMITÊ Diretivo – 10/01/2005
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8. Método de Alinhamento a laser..................................................................................................................... 279. Torque de aperto em parafusos e chumbadores.......................................................................................... 2910. Tabela de torque em parafusos para alguns materiais................................................................................ 3011. Procedimento do Alinhamento .................................................................................................................... 31
1. INTRODUÇÃO
 
 
DOCUMENTO Nº:
ORGÃO EMISSOR;
DATA EMISSÃO:
Inspeção Dinâmica
04/07/2005Nº REVISÃO: 01VIGÊNCIA: 04/07/2005APROVADOR:
ALINHAMENTO
 
COMITÊ Diretivo – 10/01/2005
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O alinhamento entre eixos acoplados é uma necessidade indiscutível. No entanto, quando se fala da qualidade doalinhamento, observamos pontos de vista divergentes, quanto ao grau de precisão necessário.O controle preditivo de equipamentos por análise de vibrações, tem proporcionado valiosa ajuda neste sentido,quantificando os efeitos que desalinhamentos provocam em equipamentos.Um bom alinhamento de acoplamentos girantes, evita:
vibração,
desgaste prematura,
aquecimento,
perda de potência.Mesmo os acoplamentos que permitem desalinhamentos devem ser bem alinhados, para garantir bomdesempenho, com maior duração da vida útil da transmissão.
DESALINHAMENTO: ESSE DESVIO SAI CARO
 
Apesar do desbalanceamento ser considerado por muitos como a principal causa de vibração, na verdade 70 a75% dos problemas de vibração são causados por desalinhamento.O processo de deterioração da máquina se dá na seguinte seqüência:1. Todo elemento rotativo possui um desbalanceamento residual (eliminá-lo requer um procedimento de alto custosó justificável para equipamentos críticos, tais como equipamentos nucleares).2. Este pequeno desbalanceamento é amortecido (absorvido) pelos elementos dos rolamentos, que possuemfolgas da ordem de 1,3 µm, o que significa em termos práticos, nenhuma folga.3. Quando um equipamento é operado com desalinhamento, os esforços cíclicos causam desgaste excessivo nosmancais. Logo o desgaste transforma-se em folga excessiva entre os elementos dos rolamentos que dessaforma não fornecem mais o amortecimento necessário para restringir dos elementos rotativos.4. O passo final ocorre quando alguém bem intencionado detecta a vibração e solicita o balanceamento ou asubstituição da unidade defeituosa. Assim, sem um diagnóstico correto, trabalho extra desnecessário érealizado. A estatística mostra que a percentagem de retrabalho é de 12%, o que gera um aumento exponencialdos custos.O desalinhamento além de destrutivo para o equipamento, também é dispendioso em termos do consumo deenergia elétrica.Não é incomum encontrar uma diferença de 3 a 4 ampéres entre a potência despendida para acionar umequipamento corretamente alinhado e um desalinhado.Um exemplo de cálculo apresentado abaixo mostra que um motor de 100 Hp com um consumo extra de 2ampéres consome em um ano R$ 690,00 (seiscentos e noventa reais) a mais de energia elétrica.Em uma indústria de porte médio com algumas dezenas de motores, o consumo anual extra desnecessário járepresenta alguns milhares de reais. Imaginemos o que isso representa em uma grande indústria.A economia advinda do bom alinhamento pode ser calculada da seguinte forma:KW (trifásico) = (volts) (ampéres) (F.P.) . (1,732)1000F.P.= Fator de PotênciaEconomia anual será igual:diferença (em KW) (custo/KW) (7200 horas/ano)7200 horas/ano - 6 dias por semana, 50 semanas por ano.Exemplo: Amperagem desalinhado = 27 A após alinhamento = 25 A

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