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1. Dolphin's Playground

1. Dolphin's Playground

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O Pátio dos Golfinhos (A Liga dos 7 Mares)Jaci Burton
 
Resumo:
O trabalho da doutora Jasmine "Jaz" Quinlan era tratar de animais marinhos no Aquário de California Bay. O que elasonhava era passar a sua vida no oceano com as criaturas que amava, preferindo a companhia delas à de qualquer humano. Quando um grupo de golfinhos dão à costa, ela decide tratar deles, acarinhá-los e salvá-los.Triton, guardião dos golfinhos e membro da Oceana, uma civilização submarina, não quer ter nada a ver com oshumanos terrestres – especialmente com os do sexo feminino. Mas ele é forçado a trabalhar com Jaz para ajudar osseus golfinhos doentes.No momento em que Jaz conhece Triton, ele acende um fogo nela que nenhum oceano poderia apagar. A paixão e amor pelo mar que ele sente iguala-se à dela, e quando ela descobre quem ele é e onde ele vive, os seus sonhos mais loucostornam-se realidade.Apesar dos preconceitos dele, Triton apaixona-se pelo carinho de Jaz pela natureza. Ela ama o mar tanto como ele,despertando desejos que ele luta por manter enterrados.Enquanto dois mundos diferentes separam Jaz e Triton, o amor arranja uma forma de os unir. 
 
Capítulo 1
 A Doutora Jasmine “Jaz” Quinlan olhava atentamente pela janela de seu quarto, dentro do complexo Califórnia BayAquarium, no sul de Califórnia. O sol lutava por aparecer através da névoa da primeira hora da manhã, uma paredecinza e tão grossa que mal se podia ver a água.Umas formas características jaziam ao bordo da água. Seu pulso se voltou mais rápido quando o sol abriu uma brechano último rescaldo desta arrepiante névoa do verão.Por favor não deixe que seja... Esperou estar equivocada, esperou que o que estava sobre a areia fosse algumamadeira levada pela corrente, não as criaturas vivas que amava.Como uma resposta milagrosa às suas mais ferventes rezas, a névoa se levantou o suficiente para lhe mostrar aomenos uma dúzia de golfinhos nariz de garrafa.Estavam ali parados, o que significava que tinham vindo à costa para morrer.Merda! Sentiu o desejo desesperado que estes golfinhos não sofressem do morbillivirus, que podia eliminar famíliasinteiras. Sabendo que agora todo o tempo era precioso, pediu uma equipe de resgate. Vestiu-se rapidamente, agarrandoseu estojo de primeiros socorros, e saiu correndo pela porta. Não havia ainda gente na praia, por isso os golfinhos nãotinham sido descobertos.Quão último queria era uma multidão reunida ali. Seu trabalho era muito mais difícil quando havia tão bonssamaritanos como curiosos cruzando-se em seu caminho.Em uns segundos carregados de adrenalina tinha descido pela escada traseira, com os sapatos enchendo-se de areiaenquanto corria a curta distância da praia até a borda.Seu coração se rompeu ao ver lutar os golfinhos. Agarrou seu equipamento e examinou o primeiro que encontrou,suspirando aliviada quando descobriu os batimentos de seu coração.— Estão ainda vivos. Vão buscar gruas! — gritou aos empregados mais próximos. Os caminhões-grua foramchegando até a praia para assim poder levantar os golfinhos e levá-los para dentro.Trabalharam infatigavelmente durante toda a manhã, carregando os golfinhos que lutavam, um após o outro, enquantoos voluntários jogavam água sobre os mamíferos doentes para prevenir a desidratação e o sobreaquecimento.Jaz limpou o suor de sua testa, afastando os fios vermelhos frisados de seu incómodo cabelo, que voavam para suacara devido à brisa do oceano. Fazia tempo que tinha tirado a jaqueta e o pullover, seu corpo estava empapado devidoaos esforços de manobrar golfinhos que pesavam várias centenas de libras. Por sorte havia muitas mãos disponíveis.Moviam cada mamífero até colocá-lo em cima da cinta da grua.Os últimos golfinhos foram carregados e entregues a cada um dos tanques do aquário antes do anoitecer.Mas seu trabalho não tinha terminado. Agora tinha que averiguar o que estava mal com eles, e como mantê-los comvida. Devolvê-los simplesmente ao oceano não teria sido a solução. Os golfinhos deram à costa quando se sentirammuito doentes para nadar na água. Por isso voltariam à costa outra vez na manhã seguinte.A multidão se reuniu ao redor da praia e tinha observado todo o processo. As equipes das notícias permaneceramperto, repórteres pedindo uma entrevista. E dirigir-se à imprensa não era seu forte. Procurou freneticamente MandyDaniels, encarregada de relações públicas do aquário. Infelizmente estava ausente.Assim só ficava ela para dizer algo à imprensa, algo que conseguisse afastar as câmaras de sua cara.— Dra. Quinlan, você tem alguma idéia do que ocorre aos golfinhos? — perguntou um repórter, empurrando ummicrofone sob seu nariz.— Ainda não, mas começaremos a fazer provas em seguida. — dirigiu-se para o aquário, sabendo que os meios decomunicação não a podiam seguir além das portas.— Pensa que se deve à poluição? Possivelmente um derrame de petróleo?— Duvidoso. Não há nenhum registro de que tenha havido um derrame e o oceano ao redor do aquário é analisadocom regularidade, já que bombeamos a água do mar para as nossas piscinas.
 
— Quanto tempo acredita que vão...?— Não há mais perguntas. — Jaz alcançou a porta, passou seu cartão de identificação e se deslizou dentro semescutar o resto da pergunta do repórter. Nunca tinha apreciado o som da fechadura, quando fazia clique ao fechar portasautomaticamente, mas agora se alegrou que mantivesse os famintos repórteres à raia.Com um suspiro de alívio, se dirigiu apressada para a escada traseira, trocou-se, colocando o seu traje isotérmico, elogo correu para a piscina. Seu pessoal já recolhia amostras de sangue e fiscalizava os sinais vitais dos golfinhosdoentes.— A temperatura da pele parece estar dentro dos níveis normais. — Bob Pene, um de seus ajudantes, olhou para cimaquando entrou na parte pouco profunda da água, logo baixou o olhar e se centrou de novo em seu trabalho.Ela caminhou pela água por volta de um dos golfinhos e imediatamente começou a registar temperaturas e extrair amostras de sangue, gritando os dados a outro de seus ajudantes, que permanecia de pé ao lado da piscina.Trabalharam sistematicamente com todos os golfinhos, que não pareciam mostrar nenhum sintoma externo de doençaou ferida. O que podia significar que o dano talvez fosse interno.Depois de pôr marcadores identificativos a todos os golfinhos, o pessoal se apressou a ir ao laboratório para processar o sangue extraído. Jaz saiu da piscina e tirou seu traje isotérmico, com a intenção de ir até seu apartamento para trocar de roupa e dirigir-se ao laboratório. Infelizmente, foi bloqueada na saída pela pessoa que não queria ver nesse dia.— Dra. Quinlan, quem autorizou este resgate?Claude Morton, o administrador do Califórnia Bay Aquarium, olhava-a atentamente, com seus elegantes óculos queprovavelmente lhe tinham custado mais do que ela ganhava em um ano. Seu traje Armani era completamentedesapropriado neste ambiente, mas para Claude a imagem era tudo. Ele não regulava nenhum gasto, ao menos quandoeste se relacionava com seu próprio traje e seu estilo de vida. Mas se se gastava um cêntimo que não estivesse nopressuposto do aquário, empalidecia como se o dinheiro saísse de sua própria conta bancária.— Eu autorizei o resgate. Queria que observasse como uma dúzia de golfinhos morriam na praia enquanto um centrode mamíferos marinhos estava somente a quinze metros de distância?Ele enrugou seu nariz, sem dúvida desagradado pelo aroma da água e dos mamíferos. Ainda bem. Esperava que oaroma o fizesse vomitar.— Não somos responsáveis pelo que ocorre fora da propriedade do aquário, Dra. Quinlan.— Agora não é bom momento para entrar nesse tema, Claude — disse ela, sabendo que chamá-lo por seu nome lheincomodaria bastante. Claude preferia que o chamassem Doutor como se tivesse recebido um prêmio Nobel e insistia aopessoal que o chamassem «Dr. Morton». Para falar a verdade, era bem sabido que procedia de dinheiro antigo, e que oscolégios em que tinha estudado tinham sido virtualmente comprados e pagos por sua família.Como sempre, ignorou-a. Mas hoje não era um dia como os outros. Ela começou a mover-se para passar diante dele,mas ele bloqueou sua saída.— Temos que falar disto. Tem que tirar estes golfinhos daqui, agora.Negando-se a deixar que a intimidasse, lhe disse:— Estão doentes. Necessitam assistência médica. Não os moverei.Sua cara avermelhou.— Moverá sim. Não temos recursos para este tipode resgate.— Não, Claude. Eles ficam.Com um olhar zangado, tirou seu telefone móvel do bolso.— Muito bem, então os terei que retirar eu, se você não estiver disposta.Jaz respirou profundamente para evitar dar um pontapé no meio das pernas do idiota de seu chefe. Então uma idéia aassaltou.— Muito bem. Pode fazê-lo. Enquanto isso, vou falar com os repórteres que estão na porta babando por uma históriasuculenta. Penso lhes dizer que o administrador do aquário deixará morrer uma dúzia de golfinhos só porque o salvar 

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