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Ecce Homo - Louis Claude de Saint-Martin

Ecce Homo - Louis Claude de Saint-Martin

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Louis Claude de Saint-Martin
Ecce Homo
www.espelhosdatradicao.blogspot.com
 
Ecce Homo
por
Louis Claude de Saint Martin
Traduzido do original Italiano:"Ecce Homo"Milão –1950Tradução: Sociedade das Ciências Antigas
 
Capítulo I
Quando no campo das ciências exatas e naturais, nos defrontamos com osaxiomas, não nos perguntamos porque estes são verdadeiros; estamosconvencidos que encontram a sua resposta em si mesmos.Quando no campodas ciências exatas e naturais, nos defrontamos com os axiomas, não nosperguntamos porque estes são verdadeiros; estamos convencidos queencontram a sua resposta em si mesmos.Tal sensação encontra a sua razão de ser na relação que existe entre a exatidãodaqueles axiomas e a centelha de verdade que brilha em nossa mente. É comose nos encontrássemos de fronte a dois raios de uma mesma fonte de luz quemesmo parecendo distantes um do outro, unem-se pela sua analogia epenetrando-se transmitem o calor e a luz reciprocamente.Servir-nos pelo menos da verdade que os axiomas nos ensinam mesmoparcialmente, pode ser importante para nós, mas a existência desses doiselementos essenciais que acabamos de conhecer não pode determinar nem aexatidão do axioma nem a intensidade da centelha de verdade em nossa mente.Ambos apresentam-se dotados de uma vida natural própria sem perigos deimpedimento e os dois raios poderiam separar-se sem produzir nenhum efeito enão perderiam a sua essência e o seu caráter constitutivo. Um matemáticopoderia encontrar-se imerso no sono; isto certamente não impediria a verdadegeométrica de existir e nem o engenheiro de possui-la ou servir-se dela nomomento oportuno.Existe porem, uma filosofia que nega tudo isto, porque não distingue nos seresa essência como algo distinto das suas várias propriedades, porque detém-senas simples modificações das coisas e nega, ou antes, condena abertamente aexistência autônoma dos seres alem das impressões. Queremos simplesmenteadvertir sobre isto, sem deter-nos em uma discussão, a todos aqueles que nãoconhecem esta filosofia e asseguramos, que encontrarão em si mesmos a defesade tais dúvidas. Passemos adiante.A alma humana, seja por um impulso próprio, seja por uma dádiva, eleva-se aosentimento íntimo do ser universal que abraça tudo e produz cada coisa, aosentimento daquele ser desconhecido que chamamos Deus. A alma não maisprocura na descoberta de axiomas particulares como dar-se conta da verdade

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