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Dinâmica do relacionamento funcional

Dinâmica do relacionamento funcional

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Encontro 01 - COMPROMETIMENTO: AUTO-ESTIMA, EMPATIA E AFETIVIDADE.Encontro 02 -INTELIGÊNCIA EMOCIONAL, MÚLTIPLAS E MULTIFOCAL.Encontro 03 - TRABALHO EM EQUIPE, MORAL E ÉTICA.Encontro 04 ± MOTIVAÇÃO E LIDERANÇA.
 Encontro 01 - COMPROMETIMENTO: AUTO-ESTIMA, EMPATIA E AFETIVIDADE. DINÂMICA DO RELACIONAMENTO FUNCIONAL 
³ Um dos maiores problemas da humanidade é que sofremos de uma pobreza espiritual que contrasta de forma chocante com aabundância científica e tecnológica.´
Martin Luther King Jr
 
 
I.
 
PERCEPÇÃO.Percepção é a função cerebral que atribui significado a estímulos sensoriais, a partir de histórico devivências passadas. Através da percepção um indivíduo organiza e interpreta as suas impressões sensoriaispara atribuir significado ao seu meio. Consiste na aquisição, interpretação, seleção e organização dasinformações obtidas pelos sentidos. A percepção pode ser estudada do ponto de vista estritamente biológicoou fisiológico, envolvendo estímulos elétricos evocados pelos estímulos nos órgãos dos sentidos. Do pontode vista psicológico ou cognitivo, a percepção envolve também os processos mentais, a memória e outrosaspectos que podem influenciar na interpretação dos dados percebidos. A.
 
Fatores que influenciam a percepção.O processo de percepção tem início com a atenção que não é mais do que um processo de observaçãoseletiva, ou seja, das observações por nós efetuadas. Este processo faz com que nós percebamos algunselementos em desfavor de outros. Deste modo, são vários os fatores que influenciam a atenção e que seencontram agrupados em duas categorias: a dos fatores externos (próprios do meio ambiente) e a dos fatoresinternos (próprios do nosso organismo). B.
 
Fatores externos.Os fatores externos mais importantes da atenção são a intensidade (pois a nossa atenção éparticularmente despertada por estímulos que se apresentam com grande intensidade e, é por isso, que assirenes das ambulâncias possuem um som insistente e alto); o contraste (a atenção será muito maisdespertada quanto mais contraste existir entre os estímulos, tal como acontece com os sinais de trânsitopintados em cores vivas e contrastantes); o movimento que constitui um elemento principal no despertar daatenção (por exemplo, as crianças e os gatos reagem mais facilmente a brinquedos que se movem do queestando parados); e a incongruência, ou seja, prestamos muito mais atenção às coisas absurdas e bizarras doque ao que é normal (por exemplo, na praia num dia verão prestamos mais atenção a uma pessoa que apanhesol usando um cachecol do que a uma pessoa usando um traje de banho normal).Fatores internos C.
 
Fatores internos.Os fatores internos que mais influenciam a atenção são a motivação (prestamos muito mais atenção atudo que nos motiva e nos dá prazer do que às coisas que não nos interessam); a experiência anterior ou, por outras palavras, a força do hábito faz com que prestemos mais atenção ao que já conhecemos e entendemos;e o fenómeno social que explica que a nossa natureza social faz com que pessoas de contextos sociaisdiferentes não prestem igual atenção aos mesmos objetos (por exemplo, os livros e os filmes a que se dámais importância em Quixadá podem não despertar a mesma atenção em Limoeiro. II.
 
PARADIGMAS.
 
Paradigma (do grego Parádeigma) literalmente modelo, é a representação de um padrão a ser seguido.É um conjunto de verdades compartilhadas por certa coletividade que dão sentido e suporte as açõesda vida diáriaTalvez a maneira mais forte de definir o conceito de paradigma seja dizer que ele representa osconteúdos de uma visão de mundo. Isso significa que as pessoas que agem de acordo com os axiomas de umparadigma estão unidas, identificadas ou simplesmente em consenso sobre uma maneira de entender, deperceber, de agir, a respeito do mundo.Os que partilham de um determinado paradigma aceitam a descrição de mundo que lhes é oferecidasem criticar os fundamentos íntimos de tal descrição. Isto significa que o olhar deles está estruturado demaneira a perceber só uma determinada constelação de fatos e relações entre esses fatos. Qualquer coisa quenão seja coerente com tal descrição passa desapercebida; é vista como elemento marginal ou semimportância. A.
 
O Fruto dos
p
aradigmas
e do imaginário: os pré-
conceitos.
 Os Preconceitos são Fruto dos paradigmas e do imaginário, os pré-conceitos desfiguram a³realidade´ e cria estereótipos que cristalizam o movimento do equilíbrio homeostático e dinâmico. B.
 
O processo de percepção de si e do outro.
³Assim como espero que os outros me aceitem como sou, devo aceita-los como são´ 
 Às vezes não compreendemos nossas atitudes ou nosso comportamento por desconhecermos os nossosconflitos e ou não conseguimos resolve-los. Existem pessoas que não se dão conta da atmosfera que criamno trabalho, no lar e nos grupos.É necessário observarmos o impacto que causamos no nosso ambiente e no dos outro. Nós usamosdefesas para repelir ameaças imaginárias ou reais.Se eu me compreendo melhor passo a entender melhor o outro; Entender as barreiras e defesas quelimitam meu relacionamento e estabelecer metas. A melhor maneira de compreender o outro é observandomeu comportamento.Poderá reconhecer as diferenças no modo de agir  pensar e sentir. Assim, você terá mais condições deinterpretar os outros pelo o que eles são.As pessoas que apresentam pensamentos rígidos que não entendem o outro apresentam comportamentoestereotipados. Ex; Ah! É mulher... não sabe dirigir.                   É loira, só podia... por isso é burra.
 
C.
 
Texto: Alerta! Paradigmas podem ser reféns de nossas emoções.
 
 
 
"Quebrar paradigmas" tornou-se uma exigência no mundo dos negócios, dos esportes, da sociedade.O termo que até alguns anos era mencionado casualmente hoje é corriqueiro para traduzir que estamos naera da mudança. O sistema deve mudar. As empresas dependem de mudanças para se manter no mercado.Os profissionais precisam rever seus conceitos, criar novas formas de atuação e assim por diante. Quebrar paradigmas é romper modelos. Mas, apesar de todos os movimentos e manifestações nesse sentido, seanalisarmos profundamente, o que vem acontecendo na maioria das vezes são apenas novas formas de fazer as mesmas coisas com resultados muito parecidos.Para que um paradigma seja realmente quebrado é necessário que algo seja superado e o novo sejaintroduzido. É preciso questionar conceitos, regras, emoções, crenças e tudo isso deve começar individualmente para depois alcançar o coletivo. Não existe outro caminho. Ricardo Semler, fundador epresidente da Semco S/A, empresa do setor de serviços, maquinário e
softwares
e autor do livro "Virando aprópria mesa", é um exemplo fascinante de quebra de paradigmas. Aos 21 anos, ao assumir a empresa decompressores do pai, ele implantou um sistema de gestão baseado na democracia total. Os funcionáriospassaram a fazer os próprios horários, discutir com os chefes a estratégia do negócio e tirar sonecas em redesinstaladas na sede da empresa em São Paulo. Mas, ao contrário do que muitos temiam, a empresa não virouuma bagunça, nem foi à falência. Hoje fatura US$ 160 milhões, tem três mil empregados e vem registrandotaxas médias de crescimento de 30% ao ano. Você conhece algum empresário com ousadia suficiente paraadotar a mesma estratégia?Recentemente, lembrei-me de uma experiência pessoal que evidencia uma outra forma de quebra deparadigma. Numa manhã tranqüila, eu corria numa bela praia no Espírito Santo quando fui surpreendido por um senhor que, aos gritos, se dirigiu a mim com um insuportável "oh japonês". Não dá para negar a minha
 
descendência, mas eu não suportava ser chamado assim. Quando alguém se dirigia a mim dessa forma, umacesso de raiva era acionado no meu interior. E não foi diferente nesse dia. A minha primeira intenção foidirigir insultos ao meu interlocutor e desprezar a sua conversa. Freei o meu impulso, parei, analisei e percebique precisava vencer essa intolerância, quebrar um paradigma e aprender algumas lições. Lembra-se quecomentei que a quebra de um paradigma começa individualmente? E posso garantir que sempre favorece ocoletivo.A primeira lição a que me submeti foi buscar o motivo da minha reação diante daquela situação.Forcei-me a trazer à consciência qual era a origem da minha ira. Depois de responder a diversos "por quês"cheguei à conclusão de que quando me chamavam de japonês eram os meus traumas da infância que vinhamà tona. Quando procuramos analisar a situação enxergamos que muitas vezes nos tornamos reféns deemoções e hábitos. O segundo passo foi me aproximar do tal senhor e travar um diálogo com ele, poisentendi que de forma alguma ele teve a intenção de criar uma inimizade. Depois da nossa conversa,ponderando as informações que trocamos, percebi que a terceira importante lição estava no fato de ter aproveitado esses momentos para agregar informações inteligentes de um universo diferente do meu.Conclui que o simples fato de tomarmos consciência das nossas próprias limitações é um quebra deparadigma. Os passos seguintes, invariavelmente, nos conduzem a caminhos que antes pareciamimpossíveis. Esse processo ocorre tanto na área pessoal quanto no mundo corporativo.Com esses exemplos quero ressaltar que não importa a complexidade da mudança. O fato é que sópodemos dizer que paradigmas são verdadeiramente quebrados à medida que novas formas de atuação sãodesenvolvidas e mostram resultados diferentes em médio e longo prazo. Crenças e barreiras rompem-sequando a experiência mostra exceções e novas possibilidades, principalmente quando as pessoas ecorporações estão abertas a isso. E mudar um paradigma pode não ser tão difícil! Se bem analisarmos,veremos que se trata de um exercício de possibilidades que devem ser bem compreendidas, ponderadas, e,acima de tudo, implantadas.
Fonte: htt
p
://www.rh.com.br(Yasushi Arita)
  III.
 
O PODER DA AUTO-ESTIMA. Querer se transformar no que não é, entrar na onda da banalização e do culto ao corpo, esquecendocompletamente do espírito, é o primeiro passo que o levará a uma possível depressão. É preciso manter sempre vivo o interesse pelas coisas de modo geral, pela vontade de aprender e, principalmente, pelaconstante auto-reflexão.A auto-estima é importante para qualquer pessoa, independente da idade. Ela quer dizer ³acapacidade que o indivíduo tem de ter uma avaliação positiva de si mesmo em diversos aspectos da vida´.A chave para mantê-la em alta é se perguntar constantemente: como anda o meu trabalho, meusfilhos, minha vida social? Como me avalio hoje?Nenhum julgamento é tão importante quanto o que o ³EU´ faz de si mesmo.Durante este questionamento você encontrará diversas barreiras. Aproveite este momento pararefletir e, se for o caso, mudar o seu comportamento. Que tal transformar essas barreiras em desafios?Volte no tempo, lembre-se de quando era adolescente. Essa fase era repleta de problemas e dúvidas aresolver, planejamentos, decisões sobre o futuro, trabalho, faculdade, o primeiro namorado... Pense bem. Setivesse a sabedoria de hoje, conseguiria mudar muita coisa nessa época.Vamos agora voltar aos dias de hoje. Podemos dizer que entramos numa segunda fase deplanejamento. Enxergar as barreiras como novos desafios a serem enfrentados, alguns a mais, outros amenos. Mas o que importa é que precisamos reestruturar nossas vidas.

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