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A totalidade das possibilidades

A totalidade das possibilidades

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Published by Monika Berghoff
Não existe uma realidade fixa. Não existem regras totais da natureza que definam fronteiras – as únicas fronteiras existentes são aquelas que nós próprios construímos. Assim, existe uma vontade muito forte de mover estas fronteiras, ou mesmo de as dissolver. Parte da estrutura da vontade humana é um crescimento interno crescente de tomada de decisões, que de repente se consolida numa conclusão final: sim, é possível! Sim, a cura é possível! Sim, esta nova terra e este novo céu, esta total nova forma de vida, de consciência e de sociedade podem-se manifestar! Sim, a reconciliação pode acontecer, mesmo entre países como Israel e a Palestina.
Não existe uma realidade fixa. Não existem regras totais da natureza que definam fronteiras – as únicas fronteiras existentes são aquelas que nós próprios construímos. Assim, existe uma vontade muito forte de mover estas fronteiras, ou mesmo de as dissolver. Parte da estrutura da vontade humana é um crescimento interno crescente de tomada de decisões, que de repente se consolida numa conclusão final: sim, é possível! Sim, a cura é possível! Sim, esta nova terra e este novo céu, esta total nova forma de vida, de consciência e de sociedade podem-se manifestar! Sim, a reconciliação pode acontecer, mesmo entre países como Israel e a Palestina.

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Published by: Monika Berghoff on Mar 05, 2011
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03/05/2011

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A totalidade das possibilidades
Dieter Duhm
(Trecho do livro: Dieter Duhm: Future without War (Futuro sem Guerra))Traduzido do alemão por Rita Duarte
A matéria não conhece fronteiras. Está aberta em todas as direcções, émultidimensional em si própria e está continuamente a mudar emmanifestações exteriores. Existe uma totalidade que é mais completa do quequalquer outra coisa que jamais imaginámos, nomeadamente a totalidadedas possibilidades existente na matéria. Não existe uma realidade fixa. Nãoexistem regras totais da natureza que definam fronteiras as únicasfronteiras existentes são aquelas que nós próprios construímos. Assim,existe uma vontade muito forte de mover estas fronteiras, ou mesmo de asdissolver. Lembra-me aventureiros, atletas e desportistas, como Alexander von Humboldt, Rüdiger Nehberg, Klaus Hätzel, Reinhold Messner ePrentice Mulford. Parte da estrutura da vontade humana é um crescimentointerno crescente de tomada de decisões, que de repente se consolida numaconclusão final: sim, é possível! Sim, a cura é possível! Sim, este corpopode-se tornar novamente saudável! Sim, este pesadelo pode terminar! Sim, esta nova terra e este novo céu,esta total nova forma de vida, de consciência e de sociedade podem-se manifestar! Sim, a reconciliação podeacontecer, mesmo entre países como Israel e a Palestina. Ou como Ibraim Abuleish, de Sekem, Egipto diz:“Sim, podemos tornar o deserto num oásis!” Sim, podemos tornar este planeta oprimido num enormeparaíso!Se olharmos para a natureza, podemos ver as possibilidade da Criação no Multiverso. A riqueza infinita, naforma de flora e fauna nos solos, sob as águas e no ar, dá-nos uma previsão daquilo que é possível. Ainfinidade de formas existentes são uma mostra das possibilidade que ainda não se manifestaram mas queexistem no espaço latente e que estão a espera de ser chamadas por aquilo que David Bohm chama de“ordem implicita”. Uma pequena mudança na percepção, uma pequena mudança na frequência daconsciencia, um pequeno desvio do trajecto usual, abrir-se-à a um novo mundo – tal como uma pequenarodagem de um caleidoscópio que cria uma novo e ordenado padrão.Para além do mundo visível, parece existir um número infinito de mundos paralelos. A qualquer momentoqualquer um se pode manifestar, dependendo do angulo da nossa visão.Sai Baba manifesta uma nota de dólar, Rolling Thunder cria uma tempestade em Chicago, Jesus alimenta oscinco mil, os Jansenitas suportam o jogo e os mosquetes; pacientes incuráveis são curados no momento, oholandês Mirin Dajo tem um punhado atravessado no peito e retira-o sem qualquer dano. Milagre apósmilagre, todos gerados por uma mudança na frequência da consciência, uma “mudança do angulo no qual ofeixe de referência entra na película holográfica” e um apropriado pequeno “salto para o lado” e encontramo-nos noutra realidade. Na “Basel PSI Conference” Uri Geller demonstrou como fazia sementes germinar nasua mão.Estamos perante uma nova era. Vamos notar que saltos dimensionais são inteiramente naturais ecorrespondem aos ritmos da evolução. Vamos aprender a trazê-los conscientemente, visto que sãonecessários para a humanização do nosso planeta. Vamos abandonar as velhas crenças e dogmas da doença,privação e decadência. Não há leis derradeiras no que toca à idade nem à morte. Começamos a tornar-nosembriões conscientes de nós próprios e começamos a reconhecer o quanto impedimos o crescimentoimpondo uma paragem nós mesmos.Provas dos tempos pré-históricos fazem-nos suspeitar de que, de alguma forma, já cá estivemosanteriormente. Começamos a suspeitar que o universo está contido em inumeráveis estruturas do nossocorpo, desde as células cerebrais ao próprio cérebro. Sob tamanhas circunstâncias, parece estanho quecontinuemos a olhar para aquilo que tem sido possível até agora, quando olhamos para as possibilidades quetemos hoje, no que toca ao trabalho pela paz, à utilização da energia solar e ao desenvolvimento de novasestruturas económicas e sociais.Referimo-nos a alegadas leis da natureza que nunca existiram em termos reais. O que nos pareciam ser asleis da natureza eram, nada verdade, nada mais do que leis estatísticas que descreviam o comportamento dohomem e da matéria – válidas sob circunstâncias sociais explícitas e sob as estruturas de pensamentorelacionadas. Tratam-se de leis históricas e não de leis eternas.
Dr. Dieter Duhm
Photo: © Nigel Dickinson
 
Gostaria de citar Prentice Mulfort, que, como ninguém, soube como formular estes factos de formaimpressionante. Note-se que estas declarações foram escritas no século XIX!“Já não é por causa do curso inevitável da natureza que o corpo humano envelhece, ou que as cartas possamser enviadas apenas pelo correio e não por um feixe eléctrico. É a impertinência e ignorância de querer assumir o que é que pertence às leis da natureza e o que não pertence! É um enorme erro olhar para trás, paraum pequeno pedaço do passado que nos é visível e toma-lo como sinal irremediável do que irá sempreacontecer desde então até à eternidade.” (Mullford, The Nonsense of Life and Death).O que é que é possível e o que é que não é possível? Quem se está a questionar sobre isso? Quem é que estáa dar respostas? Quem pode determinar os limites mentais e espirituais e quem é que controla as condiçõesque tornam tanto as perguntas como as respostas possíveis? O que é que nós sabemos sobre nós próprios esobre o mundo que nos permite falar de “leis” e de “limites”?Não é o nosso corpo um absoluto milagre? A cada segundo, de 10 a 100 mil milhões de células, cada umacom o seu “mini-computador”, alcançam feitos perfeitamente coordenados, produzindo performances comotocar um violino, executar mecanicamente movimentos precisos ou acrobacias de circo! Quem é queimaginou tudo isto? Quem é que construiu as células? Quem é que teve a inteligência de coordena-las destaforma? Alguém viu este génio construtor?Quando me vejo ao espelho e fico com medo de estar a ficar demasiado gordo, mil milhões de células irãoimediatamente mobilizar-se de modo a actualizar a imagem de ficar gordo. Sincronizadamente com estaimagem, ou com o pensamento, todas as funções corporais que servem o seu propósito e são levadas à acção,independentemente de estarmos a lidar com a imagem idealizada ou com um pensamento apreensivo. Ofactor decisivo é a concretização da imagem que está ligada com o pensamento. É sempre a imagemvisualizada que está inerente ao nosso pensamento. Se milhões de células reagem instantaneamente a talimagem de pensamento, com o simples objectivo de a concretizar – então e se toda a humanidade o fez? E semilhões ou biliões de pessoas são levadas por uma mesma imagem mental e reagem da mesma forma? Não éuma possibilidade quase inimaginável, tanto para o bem como para o mal? Não foram os tempos terríveis dasCruzadas, da Inquisição ou do fascismo provas suficientes destas possibilidades? Não será agora tempo deusar o mesmo contexto para novos e melhores objectivos, para melhores imagens mentais?Os céus e as terras que existiram até hoje foram todos criados com base numa série de leis naturaisformuladas sob certas condições evolucionárias, e através do desenvolvimento da consciência humana. Foiuma era histórica e em grande parte terrível que gerou estas leis, limites e definições, as muitaspossibilidades, probabilidades e impossibilidades.O “Grande Possível” mostra-se na medida em que se torna possível para todos nós segregar o mundo elibertá-lo destas definições, julgamentos e comentários, que afinal são nossos e não do mundo. As limitaçõesque colocamos sobre o mundo parecem existir exclusivamente nas nossas cabeças. Por isso, algo tem queacontecer dentro de nós, se queremos tocar, entrar e experiênciar o “Grande Possível”. Seja o que for queaconteça dentro de nós neste caminho, seja o que for que os exploradores encontrem em termos de métodos eexperiências, irá sempre terminar no mesmo Uno.Vamos saber experiênciar o “Grande Possível” assim que pararmos de reagir ao mundo com medo. Quandocriamos estruturas nas quais o medo antigo desaparece, a confiança surge – confiança entre pessoas,confiança na natureza e confiança nas leis sagradas da vida.Depois de tudo o que conhecemos sobre a construção do mundo hoje em dia, no fim da era materialista,temos que a sumir que a matéria básica intrínseca ao mundo não consiste em substância material, mas antesuma substância feita de ideias, visões, conceitos e informação! Tomar conhecimento disto representa amudança de paradigma mais importante de todos os tempos. Irá mudar radicalmente as ciências naturais e atecnologia, assim como os nossos hábitos diários. Estamos no início de uma revolução, que irá passar-nospor cima se tentarmos trancá-la uma prisão de pensamento que é demasiado confinada. Como Einsteinafirmou: “Nada que possamos imaginar é impossível.” Uma civilização humana do futuro irá ser fundamentalmente diferente da presente ou mais ninguém poderá existir.Agradeço a todos os pioneiros que pelo poder do pensamento, que através das suas capacidades intelectuais evisionárias estão preparados para uma nova civilização. Agradeço particularmente a todos os que estão nestemomento a trabalhar neste sentido. Temos que comunicar entre nós!
--------Para mais informações, por favor contactar:Institute for Global Peace (IGP)Tamera, Monte do Cerro

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