Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more ➡
Download
Standard view
Full view
of .
Add note
Save to My Library
Sync to mobile
Look up keyword
Like this
5Activity
×
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
Observação Participante e o que Fazer do Psicólogo Escolar: Subsídios para o Estágio em PEPA - Psicologia Escolar

Observação Participante e o que Fazer do Psicólogo Escolar: Subsídios para o Estágio em PEPA - Psicologia Escolar

Ratings: (0)|Views: 2,351|Likes:
A observação participante permite ao psicólogo escolar, inserido neste contexto, “olhar” para o processo de apropriação de conhecimento dos vários segmentos inseridos no ambiente escolar, o que significa analisar a existência cotidiana da escola como história acumulada, buscar, em seu presente, os elementos estatais e civis com os quais a escola se construiu. Ou seja, na observação da escola ele poderá averiguar o que é convergente e o que é divergente, ou contraditório, nas diversas formas do existir da escola.

Assim, o cotidiano escolar passa a ser o espaço privilegiado para a pesquisa e para a intervenção do psicólogo escolar, pois é aí que ocorre o encontro dos diversos segmentos envolvidos com o dia-a-dia da escola, o que circunscreve o campo para a emergência das contradições que estão implícitas na relações sociais que ali se desenvolvem.
A observação participante permite ao psicólogo escolar, inserido neste contexto, “olhar” para o processo de apropriação de conhecimento dos vários segmentos inseridos no ambiente escolar, o que significa analisar a existência cotidiana da escola como história acumulada, buscar, em seu presente, os elementos estatais e civis com os quais a escola se construiu. Ou seja, na observação da escola ele poderá averiguar o que é convergente e o que é divergente, ou contraditório, nas diversas formas do existir da escola.

Assim, o cotidiano escolar passa a ser o espaço privilegiado para a pesquisa e para a intervenção do psicólogo escolar, pois é aí que ocorre o encontro dos diversos segmentos envolvidos com o dia-a-dia da escola, o que circunscreve o campo para a emergência das contradições que estão implícitas na relações sociais que ali se desenvolvem.

More info:

Published by: José Hiroshi Taniguti on Mar 06, 2011
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, DOC, TXT or read online from Scribd
See More
See less

04/09/2013

pdf

text

original

 
Observação Participante e o que Fazer do Psicólogo Escolar:
Subsídios para o Estágio em PEPA
A observação participante permite ao psicólogo escolar, inserido neste contexto, “olhar” para oprocesso de apropriação de conhecimento dos vários segmentos inseridos no ambiente escolar, oque significa analisar a existência cotidiana da escola como história acumulada, buscar, em seupresente, os elementos estatais e civis com os quais a escola se construiu. Ou seja, na observação daescola ele poderá averiguar o que é convergente e o que é divergente, ou contraditório, nas diversasformas do existir da escola.Assim, o cotidiano escolar passa a ser o espaço privilegiado para a pesquisa e para a intervenção dopsicólogo escolar, pois é aí que ocorre o encontro dos diversos segmentos envolvidos com o dia-a-dia da escola, o que circunscreve o campo para a emergência das contradições que estão implícitasna relações sociais que ali se desenvolvem.O cotidiano escolar, enfim, caracteriza-se como um campo de interseção entre sujeitos individuaisque levam seus saberes específicos para a construção da escola. Nesses espaços incorporam-se etornam-se significativos numerosos elementos não previstos na realidade, nas categoriastradicionais da realidade escolar. A realidade escolar aparece sempre mediada pela atividadecotidiana, pela apropriação, elaboração, refuncionalização ou repulsa que os sujeitos levam a cabo.A partir do cotidiano escolar e pela observação participante, o psicólogo escolar terá acesso àsrepresentações sociais que medeiam as relações que se travam intra e extra-instituição escolar.
Asrepresentações sociais (...) são as explicações e as afirmações que os indivíduos dão sobre suarealidade, É como assimilam a estrutura social na qual integram suas experiências, valores, ouseja, é a relação que se estabelece entre o homem e o meio.
(Salles, 1990/1991, p. 15).Representação social é, portanto, o conjunto de significados que os indivíduos estabelecem parasua realidade, significados estes expressos pela linguagem. Tal perspectiva nos sugere que opsiquismo humano é produto da sociedade e, concomitantemente, as representações sociais sãoengendradas coletivamente pela sociedade. Nesse sentido, a partir de uma abordagem sócio-cultural. Do psiquismo humano, entendemos que os significados são produzidos socialmente, setransformam por intermédio da atividade e do pensamento dos indivíduos e, assim, seindividualizam, se subjetivam.Tendo em vista essas considerações, podemos dizer que, ao tomar o cotidiano escolar como espaçosocial de pesquisa/intervenção, o psicólogo escolar terá acesso às mediações que os indivíduosestabelecem para compreender sua realidade – as representações sociais – e, assim, poderá desvelar os mecanismos utilizados (individual e coletivamente) na construção de sentidos para a realidadeescolar. Dito de outra forma, o psicólogo escolar poderá desvelar os significados (convergentes oucontraditórios) que s agentes sociais envolvidos no processo educacional – pais, alunos,professores, direção, etc. – atribuem para a relação professor-aluno, par o conhecimento, para oprocesso ensino/aprendizagem, para o processo de avaliação, etc., além dos significados atribuídosao
próprio trabalho do psicólogo escolar
.Essas considerações nos levam a indicar a observação participante como a metodologia maisadequada para o psicólogo escolar apreender, compreender e intervir no contexto escolar. Por umlado, essa metodologia lhe proporciona aproximação do cotidiano escolar e suas representaçõessociais, resgatando sua dimensão histórica, sócio-cultural e seus processos. Por outro lado, permite-lhe intervir nesses cotidiano, e nele trabalhar no nível das representações sociais e propiciar aemergência de novas necessidades para os agentes que ali se “movimentam”.

Activity (5)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 hundred reads
1 thousand reads
Paulo Cesar liked this

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->