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FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER - IRMÃO X - CARTAS E CRÔNICAS

FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER - IRMÃO X - CARTAS E CRÔNICAS

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FRANCISCO CANDIDO XAVIER
CARTAS ECRÔNICAS
( Ditadas pelo Espírito Irmão X)
Caro AmigoSe você gostou deste livro e tem oportunidade de adquiri-lo, faça-o, pois os direitos autorais sãodoados a instituições de caridade.Muita Paz
 
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 ÍNDICE
TEMAS CAP TEMAS CAP
A CARIDADE MAIOR 27 KARDEC E NAPOLEÃO 28A ESTACA ZERO 23 LIÇÃO NAS TREVAS 01A PETIÇÃO DE JESUS 03 MENSAGEM BREVE 37ACERCA DA PENA DE MORTE 21 NA HORA DA CRUZ 25AMOR E AUXÍLIO 10 NO APRENDIZADO COMUM 36ANOTAÇÕES SIMPLES 33 NO REINO DOMÉSTICO 32AS TRÊS ORAÇÕES 02 NOTA EXPLICATIVA 20AUXÍLIO DO SENHOR 15 O CAMINHO DO REINO 05BELARMINO BICAS 16 O GRANDE CEIFADOR 34BICHINHOS 29 O GRUPO REAJUSTADO 31CARTA DE UM MORTO 35 O SERVO INSACIÁVEL 30CARTA ESTIMULANTE 26 OBSESSÃO PACÍFICA 08COMUNICAÇÕES 14 ORAÇÃO DIANTE DO TEMPO 40CONSCIÊNCIA ESPÍRITA 07 PROVAÇÕES 22CURIOSA EXPERIÊNCIA 09 RESPONDENDO 24EM TORNO DA PAZ 19 SERVIÇO E TEMPO 11ESPIRITISMO E DIVULGAÇÃO 12 TRAGÉDIA NO CIRCO 06EXPLICAÇÃO DE AMIGO 13 TREINO PARA A MORTE 04EXPLICANDO 38 VENENO LIVRE 18INFLUENCIA DO BEM 17 VERSÃO MODERNA 39
 
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DEDICATÓRIA
Num belo apólogo conta Rabindranath Tagore que um lavrador, a caminho de casa, com acolheita do dia, notou que, em sentido contrário, vinha suntuosa carruagem, revestida deestrelas. Contemplando-a, fascinado, viu-a estacar, junto dele, e, semi-estarrecido,reconheceu a presença do Senhor do Mundo, que saiu dela e estendeu-lhe a mão a pedir-lheesmolas.O quê? - refletiu, espantado - o Senhor da Vida a rogar-me auxílio, a mim, que nunca passeide mísero escravo, na aspereza do solo?Conquanto excitado e mudo, mergulhou a mão no alforje de trigo que trazia e enfrentou aoDivino Pedinte apenas um grão da preciosa carga.O Senhor agradeceu e partiu.Quando, porém, o pobre homem do campo tornou a si do próprio assombro, observou quedoce claridade vinha do alforje poeirento. O grânulo de trigo, do qual fizera sua dádiva,tornara à sacola, transformado em pepita de ouro luminescente.Deslumbrado, gritou:- Louco que fui! . Porque não dei tudo o que tenho ao Soberano da Vida?Na atualidade da Terra, quando o materialismo compromete edificações veneráveis da fé, nocaminho dos homens, sabemos que o Cristo pede cooperação para a sementeira doEvangelho Redivivo que a Doutrina Espírita veicula. E, entregando este livro humilde àcirculação das idéias renovadoras - trabalho despretensioso que não chega a valer um grãode trigo da verdade -, imagino nestas cartas e crônicas, que passo às mãos de leitor amigo,um punhado de acendalhas para o lume da Nova Revelação, e repito, reverente, ante abondade do Eterno Amigo:- Ah! Senhor! . Compreendo a significação de teus apelos e a grandeza de tua magnificência,mas perdoa ao pequenino servo que sou, se nada mais tenho de mim para te dar!Uberaba, 18 de abril de 1966.

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