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CONTESTAÇÃO Erro médico

CONTESTAÇÃO Erro médico

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Contestação em indenizatória contra erro médico. No caso, o paciente quebrou o femur e teve complicações oriundas da osteossintese, requerendo condenação dos médicos e do hospital por danos estéticos e morais.
Contestação em indenizatória contra erro médico. No caso, o paciente quebrou o femur e teve complicações oriundas da osteossintese, requerendo condenação dos médicos e do hospital por danos estéticos e morais.

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06/17/2013

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA TERCEIRA VARA CÍVEL DACOMARCA DE _________________.Processo nº _______________ ______________________________________ ____ ,
doravante Primeiro e Segundo Comtestante, respectivamente
 
qualificados nos autos supra, que em seu desfavor promovem
 _________________________,
também qualificado, por intermédio deseus procuradores
in fine
assinados vêm com o devido acatamento erespeito ante a ilustre presença de Vossa Excelência, apresentarem
CONTESTAÇÃO
na presente
AÇÃO DE REPARAÇÃO DE DANOSMATERIAIS, MORAIS E ESTÉTICOS,
com fulcro nos artigos 300 e seguintesdo Código de Processo Civil, pelos fatos e fundamentos que passa aexpor:
SINTESE DA INICIAL
1.
O requerente em extensa peça inicial ter sidovítima de danos materiais, morais e estéticos por ato supostamente ditoilícito do segundo requerido, ora contestante.
 
Segundo a inicial, o requerente exercia a funçãode pedreiro, com sario mensal de R$ 1500,00, o que pretendeucomprovar com declarações de particulares (doc. anexos).Ainda segundo a inicial, o requerente sofreu umafratura de fêmur no dia 05/11/2000, motivo pelo qual foi encaminhado àFundação Civil Casa de Misericórdia de , primeira requerida, onde ficouinternado por 09 dias à espera de cirurgia, sob os cuidados do segundorequerido.A cirurgia foi realizada no dia 14/11/2000,alegando o requerente que ;quem efetuou o procedimento de colocaçãode haste (platina) em sua coxa teria sido o instrumentador “Mauro” enão o contestante, médico então responsável pela cirurgia.Prossegue, alegando que após receber alta em18/11/2000, permaneceu em sua residência por mais 13 dias sentindomuita dor e febre, motivo pelo qual foi realizado o hemogramacompleto. Do exame cuja cópia consta no processo, o requerenteconcluiu por infecção hospitalar, que segundo afirma originou-se de maustratos e falta de higienização sofridos na cirurgia.Ainda segundo a inicial, o requerentepermaneceu internado por mais 21 dias, obtendo alta em 23/12/2000.Alega que o membro operado expeliu secreção por aproximadamentedois meses, sem que fosse dada qualquer explicação por parte docontestante.Em fevereiro de 2001, ainda conforme peçaintrodutória, o requerente teria realizado consulta onde foi informadopelo contestante da necessidade de uma segunda cirurgia, que segundo orequerente, foi novamente “realizada” pelo instrumentador Mauro, eis
 
que o contestante se retirou da sala de cirurgia 30 minutos após o seuinício.A segunda cirurgia foi realizada para a colocaçãode fixador do fêmur, que segundo o vasto entendimento médico dorequerente teria sido colocado de forma errônea e atingido o nervociático.O requerente recebeu alta e 21 dias após foiinformado da necessidade de nova cirurgia para a retirada do fixador.Ainda segundo o requerente, tal cirurgia foi realizada em 13/04/2001onde foi efetivada a abertura de seu membro inferior direito. Após acirurgia, a pedido do requerente assumiu o caso o dico MarcosBruxelas de Freitas, terceiro requerido na presente ação.Foi internado novamente em 20/04/2001,tomando medicação que ainda segundo seu entendimento “médico” nãoestavam fazendo efeito algum, motivo pelo qual supostamente teriaprocurado auxílio de médica de São Paulo, que fez “diagnóstico” deinfecção hospitalar com risco de óbito.Conforme inicial, foi requisitado exame decultura, que constatou crescimento de cocos gram positivo identificadoscomo staphylococus aureus, e que supostamente teria sido ministradomedicamento inadequado, não constante no exame laboratorial.O requerente foi então encaminhado ao HC deRibeirão Preto, que determinou seu reencaminhamento ao serviço deorigem. Prossegue o requerente afirmando ter-lhe sido exigida a quantiade R$ 2.250,00 para pagamento de enxerto, que foi pago com cheque,que foi inclusive sustado pelo requerente.

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