Apocalipse (William Barclay) 3alguns dos quais se contam entre os melhores que jamais se escreveram.O Comentário em dois volumes de R. H. Charles, en
The InternationalCritical Commentary
é uma mina de informação, e completamenteindispensável. O de H. B. Swete, nos
Macmillan Commentaries
,combina a erudição e a piedade, tal como Swete sempre o obteve emtodos os livros que escreveu. O de I.
T. Beckwith é de primeiraimportância. O de F, J. A. Hort nunca foi completado, mas até osfragmentos que possuímos são riquíssimos. O de James Moffatt no
Expositor’s Greek Testament
ainda possui valores. Todos estescomentários trabalham sobre o texto em grego.Outros Comentários, sobre o texto em inglês, são os seguintes: Ovolume de W. H. Simcox em
The Cambridge Bible for Schools and Colleges
é muito sumário e algo passado de moda — se publicou em1890 — mas ainda útil, assim como o de Martin Kiddie em
The Moffat Commentary. The Book of Revelation
, por E. F. Scott, não é umcomentário, mas sim uma exposição lúcida e iluminadora. O
Commentary on the Epistles to the Seven Churches
, por R. C. Trench,possui toda a amplitude de conhecimentos e profundidade de experiênciaespiritual que são conhecidos nesse autor.Como temos dito neste Comentário, o Apocalipse é único no NovoTestamento. Mas dista de ser o único em seu tipo, porque forma parte daliteratura apocalíptica que floresceu entre o Antigo e o NovoTestamento. Para o estudo desta literatura, o sólido trabalho de E. H.Charles, em dois volumes,
The Apocrypha and Pseudoepigrapha of theOld Testament
é completamente indispensável. Em 1958 se publicouaquele que é, de longe, o melhor Comentário em inglês do Apocalipse, ode Thomas S. Kepler. É digno de ser lido, junto com
The Book of theUnveiling
, por M. R. Newbolt. O livro de Austin Farrer,
A Rebirth of Images
, é uma obra erudita e importante, mas às vezes pode resultar tãodifícil como o próprio Apocalipse.Há muitos que queriam poder ler o Apocalipse mas queencontraram tão difícil fazê-lo que a tarefa ficou para eles virtualmente