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As Institutas
ou
 Tratado da Religião Cristãvol. 2
Edição
clássica
(latim)
 
João Calvino
 
 
5
Í N D I C E
 
EM TERMOS DOS TÍTULOS DOS CAPÍTULOSE CABEÇALHOS ÀS SEÇÕES DE CADA CAPÍTULO
CAPÍTULO 1PELA QUEDA E DEFECÇÃO DE ADÃO TODO O GÊNERO HUMANO FICOUSUJEITO À MALDIÇÃO E DECAIU DA CONDIÇÃO DE ORIGEM:ONDE SE TRATA DO PECADO ORIGINAL1. Natureza e propósito do conhecimento de nós mesmos ............................................................... 002. O conhecimento próprio embotado pela autoglorificação ............................................................ 003. As duas facetas do real conhecimento de nós mesmos ................................................................. 004. Desobediência, o fator da queda no Éden .................................................................................... 005. O pecado original de Adão afeta toda sua posteridade ................................................................. 006. A depravação adâmica propagada a todos os seus descendentes .................................................. 007. A transmissão da depravação adâmica a toda a posteridade ......................................................... 008. A real natureza do pecado original ............................................................................................... 009. O pecado infesta e domina a todo o ser humano .......................................................................... 0010. O pecado procede do homem, não de Deus ............................................................................... 0011. A depravação está na própria natureza, entretanto não pertence à natureza como talCAPÍTULO IIO HOMEM ESTÁ AGORA PRIVADO DE LIBERDADE DA VONTADEE REDUZIDO A MÍSERA SERVIDÃO1. Perigos a serem evitados .............................................................................................................. 002. As pressupostas faculdades da alma e sua função ........................................................................ 003. A vontade humana, na opinião dos filósofos, é livre e soberana .................................................. 004. Os patrísticos, ainda que um tanto ambiguamente, esposam o livre-arbítrio ................................ 005. Acepções de vontade e de liberdade nos patrísticos ..................................................................... 006. Graça operante e graça cooperante e o livre-arbítrio .................................................................... 007. Inconveniência da expressão
livre-arbítrio
.................................................................................. 008. A concepção agostiniana da liberdade da vontade ....................................................................... 009. Outros patrísticos ao lado de Agostinho ...................................................................................... 0010. O senso de nossa dependência para com Deus é o caminho da vitória ...................................... 0011. Verdadeira humildade: a única atitude que nos convém ............................................................. 0012. Desfeitos os dons sobrenaturais, corrompidos os naturais, contudo o homem ainda possui a razão13. A compreensão humana na esfera das coisas terrenas e da sociedade organizada ....................... 0014. A compreensão humana na área das artes .................................................................................. 0015. A compreensão humana a esplender na variada esfera do saber e do conhecimento secular ...... 0016. As capacidades humanas são dons do Espírito, ainda que agora estejam corrompidas .............. 0017. Síntese: as capacidades humanas são dons da divina graça ........................................................ 0018. Incapacidade da razão humana em penetrar a verdade de Deus ................................................. 00
 
 19. O testemunho da Bíblia quanto à cegueira espiritual das criaturas humanas .............................. 0020. Somente pela iluminação do Espírito Santo se pode conhecer a Deus, e as coisas de Deus ....... 0021. Só de Deus advém o remédio para a cegueira humana ............................................................... 0022. A própria lei natural atesta a culpabilidade humana ................................................................... 0023. A incoerência do arbítrio natural no homem ............................................................................... 0024. A insuficiência humana ante o cumprimento da lei ..................................................................... 0025. A iluminação do Espírito é a condição do bom entendimento da verdade de Deus .................... 0026. Não é só o entendimento que é deficiente, mas também a vontade ............................................. 0027. A vontade só pode querer o genuíno bem através do Espírito ..................................................... 00CAPÍTULO IIIDA NATUREZA CORROMPIDA DO HOMEM NADA PROCEDE SENÃO O CONDENÁVEL1. A natureza humana é totalmente depravada ................................................................................. 002. A depravação humana é confirmada pelo que diz Paulo em Romanos 3 ...................................... 003. A graça divina restringe a operação da depravação humana .......................................................... 004. À graça especial de Deus se devem até mesmo as ações dignas que o homem natural pratica ...... 005. Sendo corrompida a natureza humana, a vontade se torna escrava do pecado .............................. 006. Somente pela obra da graça em nossa regeneração somos capacitados a fazer o bem que Deusrequer ........................................................................................................................................... 007. A revitalização da vontade é obra da graça, não do sinergismo ................................................... 008. A Bíblia ensina que só de Deus procede o bem que há em nós ..................................................... 009. Também das preces e súplicas da Bíblia se vê que tudo que de bom podemos fazer provém deDeus ............................................................................................................................................. 0010. De nós não procede sequer um mínimo intento de fazer o que Deus requer; isso provémsomente da graça de Deus ........................................................................................................... 0011. Perseverança: obra exclusiva de Deus, não produto do mérito humano .................................... 0012. Nada fazemos em colaboração com a graça, senão mediante a operação da graça ........................ 0013. Agostinho sustenta que a vontade humana é totalmente acionada pela graça .............................. 0014. Agostinho não cancela a vontade humana, mas diz ser ela totalmente dependente da graça ....... 00CAPÍTULO IVCOMO DEUS OPERA NO CORAÇÃO DOS HOMENS1. A vontade humana é cativa do pecado, escravizada ao Diabo ....................................................... 002. A tríplice operação de Deus, do homem e de Satanás nas ações más ........................................... 003. A ação de Deus em tal caso não é simples presciência, nem mera permissão .............................. 004. A ação de Deus nos ímpios e através deles .................................................................................. 005. Satanás também é instrumento do poder de Deus ........................................................................ 006. A operação divina nas próprias ações ordinárias do homem ........................................................ 007. A própria experiência evidencia a operação divina em todos os fatos da vida humana ................. 008. O livre-arbítrio, não é uma questão de levar a bom termo o que é do querer, mas do livre querercomo tal ........................................................................................................................................ 00CAPÍTULO VREFUTAÇÃO DAS OBJEÇÕES QUE SE COSTUMAM INTERPOREM DEFESA DO LIVRE-ARBÍTRIO1. Primeira objeção: o pecado necessário não é culpável; o pecado livre é evitável ........................ 002. Segunda objeção: galardão e castigo deixam de ser procedentes ................................................. 00
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