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As Institutas V.3

As Institutas V.3

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As Institutas
ou
 Tratado da Religião Cristãvol.
3
 
Edição
clássica
(latim)
 
João Calvino
 
3
Í N D I C E
EM FUNÇÃO DOS CAPÍTULOS E SUAS SEÇÕES
CAPÍTULO IAS COISAS QUE FORAM DITAS ACERCA DE CRISTO NOS SÃO PROVEITOSASEM VIRTUDE DA OPERAÇÃO SECRETA DO ESPIRITO1. A união com Cristo e a apropriação das bênçãos que ele nos conquistou operam-se atravésdo Espírito Santo ............................................................................................................................................... 002. Cristo, o receptáculo do Espírito Santo, de quem recebemos os dons ............................................................. 003. Títulos com que se designa o Espírito Santo na Bíblia .................................................................................... 004. A fé é a principal obra do Espírito Santo em nossa salvação ............................................................................ 00CAPÍTULO IIDA FÉ
– 
DEFINIÇÃO E EXPOSIÇÃO DE SUAS PROPRIEDADES1. Importância e natureza da fé polarizada em Cristo ......................................................................................... 002. Improcedência da fé implícita dos escolásticos ............................................................................................... 003. Improcedência da tese romanista a requerer fé implícita na autoridade absoluta da igreja ............................. 004. A correta acepção de fé implícita: imperfeita, incompleta, incipiente ou germinal .......................................... 005. Pode-se dizer que fé implícita é a predisposição de crer, o que se pode chamar de fé potencial ou preparatória 006. A verdadeira fé é embasada na Palavra de Deus escrita, polarizada no pleno conhecimento de sua vontade .. 007. A fé repousa na promessa da graça, da misericórdia e da verdade de Deus em Cristo .................................... 008. Improcedência da distinção escolástica entre fé
“formada”
e fé
“informe”
...................................................... 009. 1 Coríntios 13.2 não corrobora a distinção entre fé
“formada”
e fé
“informe”
............................................... 0010. A fé
“informe”,
como se patenteia nos incrédulos, não é fé verdadeira ........................................................... 0011. A fé é operante, ainda que não eficaz nem absoluta, até mesmo nos réprobos ................................................ 0012. Só nos eleitos é a fé real e eficaz; nos réprobos, ela é apenas aparente e ineficaz ............................................ 0013. Várias e distintas acepções do termo fé nas Escrituras ................................................................................... 0014. A fé é conhecimento, e este de cunho transcendente, não sensório, perceptivo ou especulativo ...................... 0015. A fé é conhecimento certo e seguro, como se acha fundamentado em Deus e sua Palavra .............................. 0016. A fé é sólida confiança nas promessas divinas e firme apropriação da salvação que Deus nos propicia ........ 0017. A certeza que a fé nos confere de forma alguma exclui a tentação de dúvida e inquietude, ora mais, ora menossentida ............................................................................................................................................................. 0018. O perene conflito do coração crente, dividido entre o poder do Espírito e a tentação da carne, decorrência daimperfeição da fé ............................................................................................................................................ 0019. A fé, por mais incipiente e rudimentar que seja, cresce em contínuo vigor e certeza ..................................... 0020. A bipolaridade da experiência de fé na perspectiva do ensino de Paulo ........................................................ 0021. Firmada na divina palavra, a fé jamais cede terreno à incredulidade nem se deixa abater-se por ela ............ 0022. A certeza da fé não é afetada pelo devido temor de Deus .............................................................................. 0023. O temor não suprime a fé nem impede a certeza ............................................................................................ 0024. A fé não vacila entre a esperança e o medo, atuada ora por aquela, ora por este ........................................... 0025. A bipolaridade da fé na palavra de Bernardo de Clareval .............................................................................. 0026. A fé redunda em temer a Deus como o Senhor e honrá-lo como Pai .............................................................. 0027. O temor de Deus que no crente é filial, no incrédulo é servil ......................................................................... 0028. A fé contempla, não a prosperidade terrena, mas a salvação e a vida eterna ................................................... 0029. A fé se fundamenta na divina promessa da graça ........................................................................................... 0030. Improcedência da tese de que a fé não deve ser definida tão-somente da promessa da graça, mas também das
 
 
ameaças de castigo ....................................................................................................................................... 0031. A fé se calca na Palavra da Escritura e nela se contém ................................................................................... 0032. A fé se polariza nas promessas de Deus e é expressão de seu amor, cujo cumprimento se acha em Cristo ... 0033. A fé se firma na palavra da Escritura através da iluminação da mente e do alento do coração efetuados peloEspírito Santo ............................................................................................................................................... 0034. Só somos levados a Cristo e seu reino, em genuína e verdadeira fé, em virtude do Espírito do Senhor ........ 0035. A fé é obra de Deus, dom e manifestação de seu poder ................................................................................. 0036. A fé é não só a iluminação da mente operada pelo Espírito, mas também o selo do Espírito no coração ...... 0037. A fé, sustentada pelo Senhor, é vitoriosa ante as dúvidas e tentações que nos assaltam ................................... 0038. Improcedência do dogma escolástico de que a certeza da fé é uma conjetura moral ....................................... 0039. A certeza e convicção da fé não é presunção fortuita, mas testemunho e unção do Espírito .......................... 0040. A fé implícita é a certeza da perseverança final dos santos ............................................................................ 0041. O conceito de fé à luz de Hebreus 11.1, a qual se manifesta no amor a Deus ............................................... 0042. A esperança é indissoluvelmente associada à fé; aquela resulta necessariamente desta .................................. 0043. Não raro, a fé e a esperança são exibidas na Escritura como recíprocas ou sinônimas ................................... 00CAPÍTULO IIISOMOS REGENERADOS MEDIANTE A FÉ.ONDE SE TRATA TAMBÉM DO ARREPENDIMENTO1. O arrependimento é corolário imprescindível da fé ......................................................................................... 002. O arrependimento é fruto direto e necessário da fé .......................................................................................... 003. As duas faces do arrependimento: contrição e vivificação .............................................................................. 004. Arrependimento segundo a lei, e arrependimento segundo o evangelho ........................................................... 005. O arrependimento pode ser definido como a volta para Deus, em fé, à qual é indissoluvelmente associado,porém inconfundivelmente distinto .................................................................................................................. 006. O arrependimento, volta para Deus, tem mudança implícita real de alma e coração ....................................... 007. O arrependimento suscitado por sincero e real temor de Deus, antevisto o justo, porém incoercível, juízo em quelhe incorre o pecador ....................................................................................................................................... 008. Mortificação da carne e vivificação do Espírito, elementos integrantes do arrependimento ........................... 009. A mortificação da carne e a vivificação do Espírito resultam da participação da morte e da ressurreição deCristo, a regeneração real ou arrependimento ................................................................................................. 0010. A regeneração livra da servidão do pecado, cujos resquícios, no entanto, sempre perturbarão a vida do crente 0011. O pecado já não reina no crente, entretanto continua nele a habitar ............................................................. 0012. O sentido real da corrupção total e geral de nossa natureza .......................................................................... 0013. Afirmações de Agostinho quanto à subsistência do estado pecaminoso nos regenerados, ainda que a culpa sejaremovida ...................................................................................................................... ................................ 0014. Os excessos dos anabatistas e a improcedente concepção da ação do Espírito por eles sustentada, a perfeiçãoque proclamam longe está da santificação nas Escrituras ............................................................................. 0015. As chamadas causas, efeitos ou frutos do arrependimento à luz de 2 Coríntios 7.11 ...................................... 0016. Interioridade e exterioridade do arrependimento em seus frutos .................................................................... 0017. Até onde é relevante a chamada penitência externa, especialmente o pranto e o jejum ................................ 0018. A chamada penitência exterior é, afinal, confissão de culpa e pecado antes que expressão real do arrependi-mento .............................................................................................................................................................. 0019. De elo indissolúvel vinculam entre si o arrependimento e o perdão de pecados .............................................. 0020. O arrependimento é o pré-requisito do perdão dos pecados ........................................................................... 0021. O arrependimento é dom da graça divina, que faculta o perdão a todo pecado, exceto o pecado contra o EspíritoSanto .............................................................................................................................................................. 0022. A natureza real do pecado que não tem perdão ............................................................................................. 0023. A rejeição deliberada da verdade do evangelho é apostasia real não suscetível à renovação do arrependimentoque redime ....................................................................................................................................................... 0024. As expressões de desespero dos ímpios longe estão de arrependimento genuíno e real .................................. 0025. A contemplação divina para com os ímpios não lhes granjeia real arrependimento ........................................ 00

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