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JORNAL INTERESSANTE - EDIÇÃO 15 - MARÇO DE 2011 - UNAÍ-MG

JORNAL INTERESSANTE - EDIÇÃO 15 - MARÇO DE 2011 - UNAÍ-MG

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Published by Folha de Unaí
• Carnavais no Noroeste arrastam milhares de foliões às ruas
• Entrevista exclusiva com o goleiro do Cruzeiro, Gabriel Vasconcellos
• Sem dignidade para trabalhar
• Água do Brasil pode estar contaminada
• Populares criticam pontos firmados entre Ministério Público e Kinross
• Carnavais no Noroeste arrastam milhares de foliões às ruas
• Entrevista exclusiva com o goleiro do Cruzeiro, Gabriel Vasconcellos
• Sem dignidade para trabalhar
• Água do Brasil pode estar contaminada
• Populares criticam pontos firmados entre Ministério Público e Kinross

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Published by: Folha de Unaí on Mar 17, 2011
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02/03/2013

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Imagens meramente ilustrativas. Financiamento à análise de crédito pelos bancos conveniados à loja. Taxas à partir de 0,99% somente com 50% de entrada em 24 vezes + tarifa de abertura de crédito no valor de R$ 1.200,00, descontos de até 18% somente para venda direta com prazo mínimode entrega de 30 dias, taxa de frete não inclusa para os veículos 0km em promoção anunciados (R$ 950,00). Taxa de 0,99% somente para KA e Fiesta com no mínimo de 50% de entreda com saldo em 48X. Taxa zero somente para New Fiesta nas cores (verde e vermelho magenta), e Ecosport
Divulgação
Carnavais no Noroeste arrastammilhares de oliões às ruas
 
por 
Alda Alves Barbosa
 
Poeta e escritora
>>
 
Artigo 
Editorial 
Desperta, ó terra
Unaí, cerrado molhadoCom suas árvores tortas,Corre dentro de mim asDivisões das águasDo Rio PretoEm vertentes de nascentesMortuárias, com Pitombeiras rarasE jabuticabeiras secas.Teu nome brilha emMeu poema comoO peixe Dourado brilhouUm dia em meu cestoDe pescadora.És o meu chãoMas não tens o perfumeDa mangabeira em flor,Não tens o aroma da pazDos pastos, nem o cheiro daUmidade das margensDo Rio Cor de Noite.Não, minha terraCheiras mal,Cheiras a fúria,A desrespeito,A rancor.Cresceste para a amplitudeComo a terra ou maior aindaNa luz do sol que abriuMostrando o tamanho doEspaço que ocupas.Chegou a chuva,Da terra colheitas maisDouradas do mundoFazem brilhar teus celeirosComo o fulgor das estrelas.Perdeste a quietude dosRetratos dos ontens,Saudades insuportáveisDesse amor pela minhaTerra, pelo meu chão,Caminhos que me levamA solidão bonita do cerrado,Do rio cantante,Do trovão ecoando ao longe,Das serranias queCircundam teu chão.Eu sozinha buscando a razãoDa terra sem asasSó em tua magnitude,Como se houvesse soterradoVida por vidaPara reinar o silêncio.Dizem que depois da bonança vem a tempestade. Paraos que acreditam na afirmação, se contentariam em ver al-guns exemplos que marcaram o mês de fevereiro e o iníciode março, quando a cena principal, foi participação popu-lar em diversas decisões. E, como participação é algo queacontece, independentemente de sexo, cor, raça ou classesocial, reforçamos nosso apoio, às conquistas adquiridaspelas mulheres, como o reconhecimento da classe, atravésdo dia 8 de março, quando é considerado o Dia Internacio-nal da Mulher.Portanto, logo o povo, que sempre foi considerado pa-cato e, muita das vezes, reacionário, colocou suas idéiaspara fora e, resolveu, eles mesmos, começaram uma luta,pela qual, sabem que não tem nada a perder, a não ser, otítulo de “passivos”.Portanto, a editoria Noroeste, é a explicitação da pro-posta do INTERESSANTE , de caminhar junto aos traba-lhos organizados da sociedade civil. Desta forma, o jornalreportou e, apresenta como manchete, a presença massivae participativa da população paracatuense na organizaçãode seu carnaval. Com escolas de samba, e diversas alas,mostrou que, quando as pessoas se organizam, os obstá-culos são superados. E Pelezinho quem o diga, em baixode muito trabalho, fundou duas escolas, inclusive, as duasque se apresentaram no carnaval deste ano. Também fo-ram reportados os carnavais de Bonfinópolis e Unaí.Ainda em Paracatu cobrimos a Audiência Pública doMinistério Público de Minas Gerais (MP/MG) junto à mi-neradora canadense Kinross, onde foram apresentados osacordos firmados pela mineradora com o MP/MG. Acordosestes que foram duramente criticados pelos populares pre-sentes.Outro encontro público que podemos ressaltar comoato típico de cidadania participativa, foi à votação do esta-tuto da Capul, em Unaí. Nesta ocasião, os associados nãoaceitaram a sugestão da mesa diretora, de repassar dinhei-ro da cooperativa para candidatos a Deputados Estaduais eFederais em período de campanha eleitoral.Uma denúncia instigante chegou até a redação, pormeio de um leitor, e nos fez viajar cerca de 80 km, paraconhecermos a dura realidade do trabalhador rural LinoLuiz Brandão, que teve a construção de sua casa demolidapor um trator. O caso aconteceu ano passado, porém atéhoje não descobriram os culpados. Morando em uma casacarente, sem o mínimo de infra-estrutura, ele apresentousua vida ao INTERESSANTE, para que sua sina, não sejamais uma esquecida entre a multidão.Na editoria Esporte, o clube de futebol União EsporteClube de Paracatu apresenta seu time de Juniores e afirmaque, a falta de patrocínio e outras dificuldades enfrenta-das pelo clube são obstáculos que eles esperam superarem breve.Entre outras notícias, a edição 15 pega carona nos pro-testos do povo, para colaborar com a democracia, que se-gundo os esperançosos, é o caminho para a salvação. Casoo seja, o INTERESSANTE abre caminho junto à demandapopular, para que juntos, fortifiquemos a consciência dasociedade civil, de que é necessário se organizar e reivindi-car, por aquilo que tu achas que és seu, por direito. Sendoassim, até a próxima.“A união faz a força!”
O mal do urubué pensar que oboi tá morto
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DIRETOR GERAL
 
Danny Diogo T. Santana
(38) 3676-3882 / 9981-7256
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TELEFAX: (38) 3676-3882
B. Centro - CEP 38610-000 - Unaí - Minas Gerais
W W W . P O R T A L I N T E R E S S A N T E . C O M . B R
REDAÇÃO E REPORTAGEM
 
Marcos Antonio Padilha
Artigos publicidados são deresponsabilidade dos autores e,necessariamente, não expressama opinião do INTERESSANTE.
2
 
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Opinião
 
.
 
Março de 2011
 
por 
Ésio Wilson Levino de Araújo
Professor 
>>
 
Artigo 
Imposto de Renda
A mordida do Leão é justa?
Caro leitor, solicitado por um editor de um respei-tado e renomado jornal para produzir textos, sob a ale-gação de que meu ponto de vista sobre tudo é interes-sante e que a sociedade deveria compartilhar-se deleresolvi atendê-lo.Pressionado pelo tempo e limitado pela quantidadede caracteres não me restou outra opção senão frag-mentar a história de um amigo o qual me reservo emmantê-lo no anonimato em face da função Pública e docargo que ocupa.Relata que há cinco anos começou a declarar im-posto de renda. Que antes disto seu mísero salário maldava para sua subsistência. Razão pela qual passou adedicar mais aos estudos com o fito de ser contratadopor uma empresa que pagasse um salário melhor oupassar em um concurso público cujo o cargo ou a fun-ção lhe proporcionasse tal ganho. Dedicou dias e noi-tes aos estudos reduziu suas três refeições diárias paraapenas um para investir nos estudos em cursinhos ecompra de livros.Tentou várias empresas e vários con-cursos e cada vez que não tinha êxito investia e dedi-cava mais e mais...Até que... Como diz o ditado: “água mole em pedradura tanto bate até que fura” ele conseguiu seu intento.Foi aprovado em concurso público e possui um saláriodigno de tanto esforço. Porém ao receber seu merecidoe sonhado salário veio a surpresa: o danado do Leãocom os dentes afiados abocanhou um bom pedaço.Esta é a primeira das milhares de decepções que eleteve ao lutar tanto para ter um salário que lhe propor-cionasse viver com dignidade. Meu amigo contou-mecom o ar de tristeza e revolta e, me fez alguns questio-namentos que também divido com vocês: Meus anos afio a estudar sacrificando fins de semana, viagens, pas-seios, alimentação, lazer não são o suficiente para queeu tenha o salário conquistado pelo meu suor por intei-ro? Porque não sou isento deste maldito uma vez queminha saúde ficou debilidade devido a alimentaçãoinadequada e falta de nutrientes que tive que evitar decomprar por serem caros só para dedicar aos estudos?Por que não cobra renda só de quem realmente temrenda? Por que então não abolir os impostos para quempaga imposto de renda? Por que então não abolir ainflação e tornar todos os produtos mais em conta paraos que pagam imposto de renda? Foram tantos questio-namentos que quando ele terminou de falar não sabiao que fazer. O único som que consegui pronunciar foique eu sentia muito não ter respostas para nenhum dosquestionamentos elucidados e que também não tinhanenhuma palavra de conforto para ele. Que se não fos-se pelas diferenças físicas, profissionais e culturais eudiria que ele estava falando sobre mim.Encontre-me também no blog Raízes, acesse:
wwww.aldaalvesbarbosa.com
 
O Noroeste 
Março de 2011
 
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O Noroeste
 
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3
O
 
s moradores do bairroChácara do Rio Pre-to, na cidade de Unaí,fundado no ano de 2000, ain-da sofrem com a falta de in-fraestrutura. Em entrevista aoINTERESSANTE, o presidenteda associação do bairro, JoãoBatista Rodrigues dos Santos,afirmou, que desde quando obairro foi fundado, poucas in-tervenções aconteceram, “po-dem ser contadas nos dedos”,zomba.Exemplo da carência podeser constatado na realidade dolocal: não possui energia elé-trica, não possui calçamentonas ruas e nem rede de esgoto.Falta também posto de saúde eárea de lazer.
Contexto
Segundo o presidente da as-sociação todos os lotes dosmoradores não pertencem, le-galmente, a eles. “O problemaaqui é que ainda não temos asescrituras, porque a imobili-ária que nos vendeu os terre-nos, ainda não nos passou adocumentação que comproveque somos os proprietários”,explica.
Os moradores
A moradora do bairro EniElias da Silva, aposentada, dis-se que sua vida tem sido muitodifícil. “Primeiro era a falta deágua. Tínhamos que buscara água em latas para fazer osserviços domésticos. Agora é aluz, que nos impede de com-prarmos até alimentos”, afir-ma.
Comerciante e morado-ra do bairro há 10 anos, Ma-ria Abadia Rosa, 52, diz quepara manter sua merceariaaberta, é a maior dificulda-de. “Só consigo vender meusprodutos, porque tenho umamotinha, e me ajuda a trazeros produtos, que congelo emcasa”, explica.
 Ano passado foi colocadoágua no bairro, mas ainda nãopossui rede de esgoto.Segundo o diretor geral doServiço Municipal de Sanea-mento Básico (SAAE) de Unaí,Geraldo Antonio Oliveira, arede de esgoto só não foi insta-lada no bairro, devido este serconsiderado um “loteamentoclandestino”. “Tanto que sócolocamos a água ano passa-do, mesmo assim, por se tratarde uma medida emergencialdecretada pele justiça”, diz odiretor.Outro morador, Edno JoséPereira, considera-se um “es-quecido pelo poder público”.Segundo o morador o esque-cimento seria uma afronta aosdireitos humanos, previsto por
Sem luz, sem rede deesgoto, moradores debairro se sentem isolados
Em Unaí, no bairro Chácara do Rio Preto alta inra-estrutura; preei-tura alega que loteamento é ilegal, e isto, impossibilita intervenções
lei. “Cadê nossa Constituiçãoque defende o direito de todocidadão de ter comida, casa,energia elétrica, água e lazer?”,levantou ou morador.Segundo os moradores en-trevistados, o bairro tem tor-nado um deposito de lixo. “Écarroceiro, é morador, todossaem da cidade para vir aquijogar lixo nos terrenos bal-dios”, destaca o presidente.Os moradores também fa-laram de um buraco, existen-te em uma das ruas do bairro,que segundo eles, um carro jácaiu no local.
Secretaria de Obrase Infra-estrutura
O secretário municipal deObras e Infraestrutura, AlinoCoelho, reconhece o problemada população. “Nós fomos pro-curados pelo presidente da as-sociação, mas aí veio períodochuvoso e não tivemos comofazer nada”, diz. Segundo osecretário, assim que pararemas chuvas, todos os bairros dacidade serão atendidos.Ele também afirmou queserá lançada uma campanhade limpeza urbana, onde serãoespalhados pela cidade, qua-tro contêiners, para que a po-pulação deposite lixo. “Que-remos que a população nosajude manter a cidade limpa”,destaca Coelho.Segundo o secretário, a fal-ta de eletricidade vai permane-cer, até que o loteamento sejaoficializado. “Tão logo legali-zado o loteamento, a eletrifi-cação deverá ser feita”, analisao secretário. Tanto a energiaelétrica, quanto o asfaltamentodas ruas, segundo a secretaria,depende primeiro, da regulari-zação dos terrenos, por partedos proprietários.
Comerciante Maria Abadia mostra onde conserva gelado seus refrigerantes

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