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Relatório sobre integração regional na América do Sul (2006)

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Relatório sobre integração regional na América do Sul (2006)
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Relatório sobre IntegraçãoRegional na América do Sul
História e Perspectivas
Projeto Diálogo entre PovosAbril de 2006
 
ÍNDICE
1-Introdução 3
A Integração no Continente 3Um Panorama da Onda de Esquerda na América do Sul 5Síntese deste relatório 6
2-Mercosul: história e instituições
7História 7A Participação Social no Mercosul 9Conflitos nas relações bilaterais 10
3-Relações Mercosul-Comunidade Andina 12
ALCSA 12Infraestrutura: a IIRSA 13Comércio: acordos internacionais e perfil das trocas 16
4-Mercosul para além da América do Sul 18
Alca e União Européia 18O Grupo dos 20 na OMC 18China e Liga Árabe 19
5-Recursos Naturais 22
Soja 22Petróleo e Gás 23Água 25
6.Segurança Humana e Paz 26
Coca 27Violência urbana 29Missões de Paz da ONU: Haiti 30
7- Algumas idéias para entender América Latina e Caribe 318- Direitos Humanos e Cidadania 31
Direitos e Democracia 31Movimentos sociais: índios, sem-terra, piqueteros, feministas 33Migrantes 36
9 -Economia e Finanças 3610- EUA, o “o 13° país da América do Sul” 4111- Alternativas: o caso Alba 43Anexo 1: Estatísticas Sociais da América do Sul 44Anexo 2: Fontes de Informação na Internet 47Anexo 3: Mapa Bases dos EUA e Recursos Naturais 48Lista de Tabelas:
Tabela 1 Marcos Institucionais do Mercosul 8;Tabela 2: Órgãos do Mercosul - 9Tabela 3: Indicadores dos Países da América do Sul - 13Tabela 4: Aprovação à Democracia na América do Sul - 32Tabela 5: Liberdade de Imprensa na América do Sul - 32Tabela 6: Taxa de Inflação (médias anuais), 1980-2003 -39
 
Tabela 7: Crescimento do PIB, 1990-2003 - 39Tabela 8: Taxa de Desemprego Urbano, 1990-2004 - 40Tabela 9 : Analfabetismo - 44Tabela 10: Porcentagem de População Urbana - 45Tabela 11: Expectativa de Vida ao Nascer (2000-2005) - 45Tabela 12: Desigualdade entre Gêneros - 46Tabela 13: Indicadores de Bem Estar Social - 46
1-Introdução
A Integração no Continente
Nos últimos 25 anos, os processos de integração regional na América do Sul avançaram bastante,como uma tentativa de lidar com o agravamento da situação econômica e social do continente apósa crise da dívida externa em 1982. Os objetivos deste trabalho são fazer um balanço dessesprocessos, com ênfase no Mercosul, e propor alternativas do ponto de vista das organizações dasociedade civil.Por América do Sul, entende-se o continente limitado ao norte pela Colômbia e ao sul pelaArgentina. O conceito é diferente de “América Latina”, definição mais ampla que inclui Caribe,América Central e México - regiões cuja dependência econômica com os EUA é mais profunda, econsolidada em acordos de livre comércio como o Nafta e o Cafta. Porém, algumas estatísticasapresentadas neste estudo fazem referência à América Latina, principalmente os dados produzidospelo Sistema ONU, que trabalha com essa classificação geográfica.É antiga a idéia de que existe unidade na América do Sul, para além das divisões em fronteiras eEstados. Esse foi um dos princípios que norteou a luta pela independência das colônias espanholasno continente, impulsionando a ação de Bolívar e San Martín. A idéia da integração era facilitadapela história comum, fruto da colonização, e da proximidade cultural e lingüística.Contudo, os países formados recém-independentes logo se fragmentaram e travaram conflitosviolentos entre si, como a Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870, Argentina, Brasil e Uruguaicontra Paraguai) e a Guerra do Pacífico (1879-1884, Chile contra Peru e Bolívia). Tentativas deorganizar congressos pan-americanos não resultaram em avanços políticos e durante a maior partedo século XIX houve grande desconfiança entre as repúblicas hispano-americanas e a monarquiaescravista do Brasil, que também se diferenciava por ter como idioma o português.Além disso, a gica econômica que havia prevalecido desde os tempos coloniais era a daintegração ao mercado internacional pela agroexportação para Europa e EUA. Os laços comerciaisentre as nações sul-americanas eram frágeis, bem como a baixa quantidade (ou mesmo ausência) deem estradas, linhas de navegação e infraestrutura entre esses países. Da época da independência atéas guerras mundiais, a maior parte do comércio da América Latina era feito com as potênciaseuropéias, em particular a Inglaterra e a França. Elas também eram as maiores investidoras nocontinente, controlando ferrovias, empresas de transporte, serviços urbanos e o treinamento eaparelhamento das forças armadas.Com o tempo, os EUA se tornaram a potência hegemônica nas Américas, superando os europeus.Reealizaram intervenções militares no México, em diversos países do Caribe e da América Centrale se colocaram como obstáculo a qualquer processo de integração regional que escapasse aocontrole de Washington. A criação das primeiras associações continentais de integração, como aOrganização dos Estados Americanos (1948) ocorreu no início da Guerra Fria, quando os EstadosUnidos agruparam seus aliados em associações regionais. Os estadounidenses substituíram os

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