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MZBR - 01. Newsletter de Julho-Agosto de 2010

MZBR - 01. Newsletter de Julho-Agosto de 2010

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03/24/2011

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“O ato é que cada ato de ganho monetário é baseado em umaorma de desonestidade, e esta orma desonesta é simplesmen-te re-denominada como “competitiva”. No mundo do marketingtudo é impulsionado por “vantagem”. A “vantagem competiti-va” nada mais é do que uma corrupção passiva, onde empresasconcorrentes buscam “superar” umas às outras do jeito quepuderem para o bem do mercado. O próprio ato de buscar di-erentes vantagens é estar envolvido no abuso de outra pessoaou grupo.” 
Leia o artigo completo na pág. 4
“Estamos todos trabalhando juntos, de vizinho para vizinho, decomunidade para comunidade. Aqueles de nós com a opção demaior visibilidade deve defnitivamente utilizá-la, mas não dei-xe que a gente desvie você do aspecto mais vital de qualquer movimento... a sua comunidade também az parte do mundo,saia por aí e comece a alar!” 
Leia o artigo completo na pág. 3
B
em-vindo à primeira edição ocial do Boletimdo Movimento Zeitgeist. Eu gostaria de ter ummomento para rever a história da evolução doMovimento durante o curto período desde o seu iní-cio no nal de 2008.Por mais que a leitura deste documento já diga, oMovimento Zeitgeist é uma organização em deesada sustentabilidade, e é undamentalmente inspi-rado e construído sobre as idéias sociais de JacqueFresco do Projeto Venus. Não é objetivo deste arti-go aproundar os vastos e complexos princípios doMovimento. No entanto, eu gostaria de dar uma vi-são geral básica. Por avor, vá ao nosso site e revisenossos materiais gratuítos se qualquer um dos se-guintes pontos não lhe or amiliar.O Movimento Zeitgeist (MZ) procura azer a tran-sição para um novo sistema social denominado“Economia Baseada em Recursos”, que visa a baseda organização social na Gestão de Recursos ePreservação, como ponto de partida para todas asdecisões relevantes para a Terra. Por sua vez, gos-taríamos de ver a Ciência e a Tecnologia seremusadas livremente para o bem social, incluindoa reorientação cientíca do Trabalho, Produção,Distribuição e, consequentemente, da Indústria emgeral. Isso pode ser eito através da abordagem deuma ‘Teoria dos Sistemas’, para a organização deuma inra-estrutura global de gestão tecnológica.A ‘Política’, tal como a conhecemos hoje, é conside-rada ultrapassada na visão do movimento, pois éum subproduto institucional de antigos costumesdas relações humanas, ela antecede o advento dasmodernas concepções cientícas. A Política essen-cialmente preere a ‘opinião’ à ‘verdade’. Em outraspalavras, hoje o governo atua de acordo com inte-resses particulares e não com raciocínio objetivo,cientíco. Isto se deve, principalmente, à naturezado sistema monetário e como ele evoluiu desde asua concepção inicial.O MZ vê o Sistema Monetário de Aberta/LivreConcorrência de Mercado como a causa unda-mental da maioria dos problemas sociais queexistem hoje no mundo, incluindo a guerra, a po-breza, o crime, os transtornos de personalidade,a poluição e a violência. Enquanto o sistema demercado/monetário teve um papel evolutivo im-portante, historicamente, a nossa organização jánão reconhece o mérito destas tradições antigase, comprovadamente, insustentáveis. A realidadesilenciosa do sistema de mercado se baseia, em par-te, em duas alhas undamentais: (1) o pressupostode que os recursos são innitos e, portanto, temum sistema impulsionado pelo consumo desperdi-çador ao invés de conservador, e (2) a idéia de queo emprego (trabalho em troca de renda) para cadaser humano é uma possibilidade empírica, quan-do o aumento exponencial da tecnologia substituisistematicamente o trabalho humano através damecanização, impulsionado pela necessidade dosempregadores de reduzir sua base de custos parase manterem competitivos no mercado. Para maisdetalhes sobre este assunto, leia “O problema do lu-cro”, divulgado neste boletim. Enm, não só o atualsistema econômico, produtivo e de distribuiçãoapresenta inerentes limitações à nossa capacidadede criar uma “abundância” para todos os povos domundo, como também está nos levando por um ca-minho de alência social, prenunciando uma sériede crises provavelmente inevitáveis se o atual mo-delo não or ajustado.Até o nal de junho de 2010, o site do MovimentoZeitgeist oi visto por dezenas de milhões de pessoas.Temos mais de 412.000 membros inscritos de qua-se todos os países do mundo, com mais de 43.500usuários no órum do site global. Temos também 46países em capítulos ociais (internacionais) e maisde 200 sub-capítulos internacionalmente. Nossosdois eventos anuais anteriores, o Dia Zeitgeist ouZ-Day, que ocorre em meados de março, tiveramos ingressos esgotados em todo o mundo, como mais recente tendo mais de 330 eventos em 70países (veja zday2010.org). Temos tido reconheci-mento internacional tanto na mídia independentee quanto na comercial, incluindo o New York Timesnos Estados Unidos.Desnecessário dizer que estamos progredindomuito bem. Recentemente, lançamos um proje-to esteticamente voltado à apresentação de meiosde comunicação socialmente conscientes para acomunidade, chamado Zeitgeist Media Project (zei-tgeistmediaproject.com). Do mesmo modo, temosvários outros projetos em andamento, todos en-gajados em levar conscientização sobre este novorumo social. Saiba que estamos ainda numa asepreliminar do movimento e aumentar essa cons-cientização é o passo mais importante. Uma vez queeste marco or atingido, projetos concretos terão iní-cio e ações maiores serão tomadas.Acreditamos que o atual problema de poluição,desemprego, esgotamento dos recursos, crime, po-breza, guerra e de instabilidade social em geral,provavelmente, continue a crescer, dada a naturezado sistema e o que ele reorça. O MZ espera since-ramente que possamos começar um movimento demudança do nosso presente modelo antes que sejatarde demais e este é nosso papel central. O primei-ro passo, então, é a consciência da população globalde que há uma alternativa. Caso ainda não tenha sejuntado a nós, esperamos que mude de idéia.Peter Joseph
julho/agosto de 2010Edição nº 1
Onde nos encontramos agora?
O problema do lucroA perspectiva aeroespacial
O método científco revelado!Uma economia baseada em recursosUsando o sistema político como palanqueNovidades sobre a turnê mundial do Projeto Venus
www.movimentozeitgeist.com.brwww.thezeitgeistmovement.comwww.thevenusproject.com
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Ainda nesta edição...
MOVIMENTO ZEITGEIST
 
O método científco revelado!
por Karen E. Siragusa
E
u nunca pensei que isso realmente aconteceriacomigo! Eu sei que parece clichê, mas... sério...Não pensei! Eu já tinha chegado à conclusão deque a taxa de crimes é simplesmente exagerada namídia de massa... no entanto, a probabilidade deci-diu passar e azer uma visita. Um simples lembrete danatureza da vida em geral, e que, mais cedo ou maistarde, você vai vivenciar algo que se desvia tanto desuas normais expectativas deste mundo, que vocênão poderá azer outra coisa senão relaxar e ver comoisso te aeta.O meu dia começou particularmente bem, na ver-dade, quando eu saí pela porta ontem em um dosprimeiros dias de primavera de verdade em Houston,Texas. Aqui o ar tem uma qualidade distinta quando averdadeira mudança ocorre entre as estações do ano,e a natureza um tanto excitante de uma nova vidaca mais palpável.Eu caminhei a passos largos até meu carro, destran-quei-o, entrei, e ao jogar minha bolsa no banco dopassageiro, eu notei uma “coisa” retangular no asso-alho. Sem nenhum reerencial anterior dessa “coisa”,minha mente não conseguiu achar uma denição.Sentei-me num estado de conusão, e vi que meu pai-nel central também parecia estranho. Não me toqueide primeira... Na verdade observei conscientemen-te os poucos segundos de atraso. Até agora, 100%das ocasiões em que eu entrei no meu carro, eu ha-via observado o mesmo ambiente interior. Eu estavaagora lidando com uma nova exceção à regra que mi-nha mente havia criado, que era “Toda vez que euentro em meu carro, eu vejo a mesma cena.” Ter umacena dierente diante de meus olhos oi, bem, mui-to educacional.O atraso mensurável vivenciado ocorreu porque aminha experiência de observação não produziu deimediato uma conclusão conhecida, assim as sinap-ses no meu cérebro procuraram em meu banco dedados e conectaram algum tipo de correlação queresultou em uma determinação nova. Minha conclu-são, depois de LITERALMENTE não reconhecer o queeu estava vendo oi “Oh, nossa, minhas saídas de arcentrais oram arrancadas, e meu som está uma po-legada à rente do que o normal... alguém deve tertentado arrancá-lo!” Alguém tentou puxar o som domeu carro. “Tentou” é a palavra-chave aqui, porqueobviamente era noite de amadores no Apollo.Aprendi ao longo dos últimos anos a não entrar empânico, em parte graças ao Guia do Mochileiro dasGaláxias, muita prática meditativa e auto-inexão,então ui capaz de realmente observar o evento daperspectiva de um terceiro, ao invés de entrar ime-diatamente em estado de choque. O que aprendi comesta experiência é ascinante para mim e, consequen-temente, levou à base deste artigo sobre explorar oreino da ciência, como a metodologia inerente aosseres humanos para aprender sobre o mundo ao seuredor e seu lugar nele. Sim, na verdade essa metodo-logia é emergente, como vocês verão logo.Em suma, todo mundo usa o método cientí-co todo dia, o tempo todo. Ele é esse processo peloqual coletamos dados do nosso ambiente através denossos cinco sentidos, criamos bancos de dados emnossos cérebros, e depois usamos quaisquer habilida-des de pensamento crítico que aprendemos de outrosseres humanos para processar/conectar esses dados...e, claro, tirar conclusões. Então, todo mundo é umcientista! Sim, mesmo aqueles de vocês que não gos-tam de estudar, lidam com ele. A maioria das pessoasnão percorrem conscientemente as etapas do méto-do cientíco para tomar decisões em suas vidas. Noentanto, o método é simplesmente a descrição desseprocesso que acontece naturalmente e, depois de umcerto ponto do nosso desenvolvimento inantil, ins-tantaneamente para todos. De maneira mais clara, oseu ambiente molda quem você é ornecendo os tiposde dados aos quais você está exposto e, é bem impor-tante notar, os processos que você usa para tomardecisões com base nos dados que você juntou. Estesprocessos de tomada de decisão também são apren-didos com sua interação e observação dos processosde outras pessoas.Nós imitamos aqueles à nossa volta ao aprendermos;nós adquirimos seus processos. Vocês podem ver issoquando duas crianças estão brincando juntas, elasprovavelmente assumirão papéis ao ngir que imi-tam os adultos presentes em suas vidas. Um vai ngirumar um cigarro como a sua mãe, e o outro vai ngiralar como o pai. Minha proessora de ciências políti-cas na aculdade certa vez nos deu uma lição sobreo pensamento lógico. Ela nos contou várias histó-rias sobre sua mãe tentar protegê-la de erimentosísicos. Ela lhe dizia coisas como: “Não toque na toma-da! Ratos vão pular dela e comer seus olhos!” É claro,muito provavelmente ninguém nunca vivenciou esteevento, mas na tentativa de controlar o comporta-mento da minha proessora quando criança, a mãedela também havia lhe dado, inconscientemente,uma lição de lógica. Minha proessora comparti-lhou com a classe como ela levou anos para descobrircomo pensar racionalmente e reeducar-se para reagira certas situações sem pular para o desprezível medodo irracional ou desconhecido. Ela terminou essa dis-sertação, dizendo: “Por avor, ensinem lógica a seuslhos, deixem que saibam a verdade, porque apenaster a intenção de protegê-los trará inelicidade.” Eununca me esquecerei daquele discurso.Outro ponto válido é que, se não sabemos por que oucomo as pessoas azem as coisas de maneira dieren-te em outros lugares, nosso conjunto de dados é umtanto limitado, portanto nós não temos a oportunida-de de permitir que aqueles dados entrem em nossoprocesso decisório. Ignorância não é a nossa grandevantagem em um mundo onde está rapidamente setornando mais evidente que o globo é mesmo beminterconectado em vários níveis, ecologicamente e deoutras ormas.Quando apresentei estes conceitos no evento ZDAY2010, um membro da plateia declarou com um olharsurpreso, “Maneira interessante de olhar para isso,nunca pensei nisso dessa orma.” Realmente, possodizer com alguma conança que nenhuma pessoapassa o seu dia conscientemente usando o métodocientíco. Você pode imaginar como seria?! “Agoraque eu declarei a hipótese como ‘eu preciso de umvolume de 227g de água para satisazer minhas con-dições biológicas.’ para lidar com a questão do ‘Porqueeu sinto sede?’, admitindo que minha pesquisa sobreo assunto produz vastas ontes de dados, enquantooutros estudos já oram realizados sobre a água comoum elemento chave no uncionamento dos organis-mos biológicos. Assim, vou realizar a experiência debeber 227g de água e registrar os resultados des-ta experiência a cada 2 minutos para determinar sea minha sede, de ato, se abranda como teorizado...”Como podem ver, utilizar conscientemente esteprocesso a TODO momento não é a maneira maiseciente de usar o método devido à natureza emer-gente da própria metodologia. Toda vez que vocêbebe um copo d’água, e não tem mais sede alguma,você reorça esta conclusão sem jamais ter que pensarconscientemente sobre isso. Nossa – certo?!?!Os passos são simples, mesmo. O primeiro passo é“Fazer Uma Pergunta.” Hmm, pronto e pronto. Anal,não é isso o que mais azemos como seres humanos?O segundo passo é “Reunir Pesquisa Relevante.” Tudobem, este é dos grandes até onde sei, o único que esca-pou. As pessoas tendem a ignorar ou se espantar comele com requência, mesmo dentro das comunidadesonde o método cientíco é conhecido e reverenciado.Alerta do ego: você não sabe tudo só porque se sen-tou em algumas aulas! O terceiro passo é “ConstruirUma Hipótese”. Muito ácil, como você já pesquisouo assunto você deve ter muitas ideias dierentes decomo responder a sua pergunta. Escolha aquela commais pesquisas sobre ela para começar. O quarto pas-so é “Testar Sua Hipótese Fazendo Uma Experiência”.Dãã! Como você vai saber se a resposta sugerida estácorreta se nunca testá-la? E quanto mais perto ascondições estiverem do mundo real, melhor; experi-ências não acontecem apenas em laboratório, isto, naverdade, é a exceção. O quinto passo é “Analisar SeusDados e Chegar a (uma) Conclusão(ões).” Bem, entãovocê ez seu teste. A evidência diz que você poderiaestar certo ou errado? E nalmente, o sexto passo é“Comunicar Seus Resultados.” Conte a outras pessoas,mesmo se sua experiência tenha provado que a suasuposta resposta estava errada. Dê a oportunidade aoutros de também testarem sua teoria.Todas as experiências são importantes, pois tambémexcluem ou deixam em aberto possíveis respostasàs nossas perguntas! O próprio Thomas Edison dis-se, “Eu não alhei. Eu encontrei 10.000 maneiras quenão uncionam.” Como ele poderia ter sido um inven-tor tão prolíco se não eliminasse tantas alternativas,
 
A perspectiva aeroespacial
por Douglas Mallette
e aprendesse com seus experimentos que alharam?É assim que o método cientíco realmente unciona.Bem, então agora você conhece o método! No en-tanto, como sabemos o quanto uma conclusão éverdadeira ou real, uma vez que chegamos a uma?Como sabemos se analisamos os dados usando asmelhores estatísticas e métodos? Como sabemos senão começamos com uma tendência posta em nos-so experimento que inuenciou os resultados desde oinício? Existe uma maneira melhor de testar a hipóte-se? Como podemos conar em resultados anterioresde relatórios pesquisados e dados reunidos anterior-mente? Essas são questões que os cientistas lidam nodia-a-dia, e essas são preocupações igualmente va-liosas quando se utiliza o método cientíco em nossasvidas cotidianas.Sim, quero mesmo dizer preocupações VALIOSAS.Esses cuidados podem lançar uma visão valiosa so-bre as conclusões abraçadas pela cultura popular e asideologias dominantes, mas não são requente ou su-cientemente abordados pela maioria de nós. Essesassuntos são realmente o cerne da questão, já que ométodo é apenas tão bom quanto a sua implemen-tação. Dados deeituosos ou limitados = conclusõesdeeituosas ou limitadas. É simples assim. Se vocêacha que o céu é azul porque o seu pai lhe disse queele é um espelho gigantesco que reete o azul dosoceanos, e você nunca ouviu alar ou tentou encon-trar qualquer inormação contrária – esta será a suaconclusão. É muito poético, é uma boa história, masé verdade?Então, é preciso vericar mais e mais os resultados .Fazer perguntas dierentes sobre os nossos resultadose investigá-los de dierentes ângulos. Temos que tercerteza se o que sabemos é conável, e, quando usa-do, se o método cientíco nos permitirá avançar nadireção de uma certeza maior. Como isso é legal!Para terminar, vou simplesmente armar que estoucertamente eliz por ter uma outra experiência queabalou um pouco minha percepção. Depois de em-purrar as saídas de ar de volta ao painel, eu descobrique o meu som do carro na realidade ainda unciona!Assim, não há nenhum dano real causado até ondesei. Adoro essas ocorrências ora do comum, porqueeu aprendo tanto e elas me permitem expandir maise mais meus pontos de vista. Englobar um espec-tro de compreensão o mais completamente possíveltem sido sempre um dos meus principais objetivos navida, e espero que eu tenha incentivado isto em você.Experimente a vida... e saiba que quanto mais você -zer, mais seus bancos se enchem de dados variados. Equanto mais você souber sobre o processamento des-ses dados, melhor todos nós realmente estaremosneste planeta compartilhado.
C
omo engenheiro de sistemas que trabalhana indústria espacial, especicamente com oPrograma Americano de Ônibus Espaciais, euabordo o Projeto Venus a partir de uma perspectivaúnica. Decidi usar este primeiro artigo como umaoportunidade para me apresentar a vocês, para que,em meus uturos artigos, tenham uma ideia melhorsobre o homem por trás do texto. Incluirei tambéminormações sobre um projeto técnico no qual es-tou trabalhando pessoalmente, que talvez possainteressá-los.Para todos os eeitos, eu sou um acionado por tec-nologia, espaço e astroísica, ormado em tecnologiade engenharia aeroespacial e, em breve, estarei embusca de um título superior em astroísica ou enge-nharia de sistemas, depende do que me acontecerdepois que o Programa de Ônibus Espaciais terminar.Recentemente, eu publiquei um livro sobre comoa exploração e o desenvolvimento espacial são vi-tais para a humanidade, chamado “Turning Point”[Momento Decisivo], que é a minha onte de ren-da para viajar e azer apresentações públicas sobreo tema (assim como sobre o Projeto Venus, sempreque possível). Se o assunto lhe é interessante, o meulivro pode ser encontrado aqui, e pode ser encomen-dado no mundo todo:http://www.lulu.com/product/paperback/turning--point/5492504 (em inglês)Estive na WebTV (Fox News), em vários programas derádio convencionais e na internet, e dei vários discur-sos sobre o assunto para diversos grupos. Além disso,mantenho um blog onde discuto a deesa da explo-ração espacial, artigos recentes de importância comnovidades sobre o espaço, e minhas ideas de comoo Projeto Venus pode aetar positivamente não ape-nas a Terra, como também nossas viagens para alémdela. O endereço do blog é este:http://thespaceadvocate.blogspot.com/ (em inglês)Talvez alguns de vocês conheçam o vídeo que z cha-mado “Awakening” [O Despertar]. Caso contrário, elepode ser encontrado no meu canal do YouTube:http://www.youtube.com/watch?v=biF86Kd484I(com opção de legendas em português)Eu também z alguns outros vídeos, como“Population to Convince” [População a Convencer] edei uma palestra para o grupo Houston Humanist.“Our Technical Reality” [Nossa Realidade Técnica] émais relacionado com a demonstração do ponto devista da ciência e tecnologia.Como podem ver, torço muito pelo sucesso doProjeto Venus, e minha ormação cientíca e técni-ca me permitem trazer mais dados, atos e ciência àtona que, em conjunto com a minha acilidade emalar em público irão, com sorte, me permitir abordare diundir a visão do Projeto Venus a muitas pessoas.Embora muitos de nós no movimento sejam movi-dos pela emoção e paixão – e sou um deles –, issonem sempre unciona para convencer as pessoas danecessidade de nossa visão. Então, espero que, coma minha ormação técnica, eu possa ajudar a trazeroutros até o ponto onde consigam enxergar essenovo horizonte como possível, real e vital.É a minha paixão pelo espaço e o que ele podeornecer à humanidade que me leva a abraçar oProjeto Venus desse modo, já que, a meu ver, é a RBE(Economia Baseada em Recursos) que irá nos cata-pultar de uma espécie que basicamente tateia a beirade nossa atmosera para uma civilização de explora-ção espacial séria, onde os beneícios podem e vãoaetar diretamente as pessoas que vivem nesta glo-riosa bola de gude azul. As visões do Projeto Venusnão seriam possíveis se não ossem pelos avançosna tecnologia que são direta ou indiretamente atri-buíveis à exploração espacial, seja ela tripulada ourobótica. São os desaos do espaço que nos dão aoportunidade de pensar ora da caixa, ou mais es-pecicamente, ora da Terra. Muitos dos desaosdo espaço simplesmente não podem ser replicadosna Terra, e são esses desaos que levam à inovação,como as tecnologias avançadas de reciclagem e reu-tilização, muito mais do que qualquer ideia ridículade que o lucro e o dinheiro sejam os motivadores.Por exemplo, uma das coisas mais importantes quediscutimos é a sustentabilidade, não só dos nossossistemas de energia, mas de todos os produtos queazemos. A obsolescência programada, ou pelo me-nos a noção básica de que os produtos são eitos deorma barata para que se alcance maior lucro, é algoque não pode continuar, senão nossos recursos na-turais serão extintos em apenas algumas gerações ea humanidade consequentemente sorerá. Porém,vamos nos concentrar em algo em que estou tra-balhando pessoalmente, uma azenda hidropônicaautomatizada.Este é um conceito bem simples e totalmente rea-lista em todos os aspectos. A parte triste é que elesimplesmente não está sendo eito. Ao invés dearrecadações de dinheiro sem ns lucrativos paracomprar comida, engordando assim os bolsos daindústria alimentar, deveriam estar construindo sis-temas de produção de alimentos sustentáveis paraos pobres, de maneira que nunca mais precise-mos nos preocupar com a distribuição de alimentopara eles! Inelizmente, isso não é bem o que o nos-so sistema atual quer, mas nós (o Projeto Venus)queremos, portanto é algo que devemos buscardesenvolver em nível global. Fome no mundo, oProjeto Venus a resolveu. Gosto de como isso soa,não por motivos egoístas, mas porque é a coisa cer-ta a se azer, por que então não deveria ser algo queestamos azendo?Então, do que esse sistema seria constituído?1. Instalações híbridas movidas a energia so-lar/eólica com sistemas de bateria de grandeporte, de tal orma que qualquer condição cli-mática ao longo do ano não reduziria o nível deenergia da instalação abaixo da tolerância dascondições de uncionamento.2. Ediício hermeticamente echado, com pres-são atmosérica e concentrações de nitrogênioe oxigênio ajustados à Era Paleozoica, períodoem que as plantas mais prosperaram na Terra.Ele exige que se passe por uma “sala limpa”

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