Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword
Like this
27Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
História da maquiagem

História da maquiagem

Ratings: (0)|Views: 8,283 |Likes:
Published by Badá Rock
Breve história da pintura facial e sua influência cultural.
Breve história da pintura facial e sua influência cultural.

More info:

Published by: Badá Rock on Mar 27, 2011
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOCX, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

07/11/2013

pdf

text

original

 
História da Maquiagem
Nome: Laura BadaróProf. Luiz Pessoa
 
H
ii mimAnii
 A pintura facial Cultural ou Tribal tem sido usada desde a pré-história por vários motivos.Para a caça, por motivos religiosos, militares, ou para assustar os inimigos. Alguns guerreiros entraram batalha nus, exceto por uma tanga, mas seus corpos eramsemeados com estampas bizarras em tinta vermelha e preta.
D
ecorar a face em vários padrões e formas tem sido uma parte da cultura de muitassociedades, desde o início dos tempos. A pintura facial é um tema recorrente em culturas tão diversascomo os peles-vermelhas da América do Norte, várias tribos da África e América do Sul, e da Oceania. A arte de transformar anós mesmos com maquiagem e máscaras é um fenômenouniversal. Antes de dar vazão a nossos impulsos artísticos emuma parede da caverna, pintamos em nossos rostos e corpos.Os índios da Amazônia dizem que, ao poder de mudar a nósmesmos, demonstramos nossa humanidade e nos destacamosdo mundo dos animais.Os padrões desenvolvidos ao longo do tempo têm umavariedade de sidnificados culturais, e do mesmo modo, um fortesentido emocional está ligado a eles. A ampla gama de padrões que um pintor facial pode criar,reforça as emoções e os eventos relacionados a elas. Estespadrões podem ter cores específicas ou formas geométricasaleatórias, aparentemente sem significado. As formas e corestransmitem uma forte ligação com o passado e carregam umsignificado muito grande para os povos com tradição em pinturafacial. As formas e as cores transmitem uma forte ligação e significadoentre as pessoas que têm uma tradição de pintura de rosto.Eles são uma conexão com seu passado e carregam um significado cultural muito forte emsuas vidas.
 
A méi-pim ili p Pin Fcil
 
Sociedades tribais africanas que ainda seguem o costume antigo de pintar o rosto,escolhem as cores conforme a disponibilidade de matéria-prima.
 
Nos tempos antigos, apenas cores primárias e localmente disponíveis eram utilizadas,como o vermelho, azul, amarelo e branco. Às vezes, efeitos especiais eram criados com aaspersão de poeira e utilização de penas de aves. Hoje em dia, algumas tribos utilizamtintas faciais industrializadas, apenas para manter a tradição. A pintura facial é uma arte,talvez a primeira arte, remontando às origens da cultura humana.
 
 Ao contrário de dança e música, em que os tipos mais interessantes e exóticosdesaparecem antes de serem entendidos, a pintura capta as emoções e expressões eretém o impacto durante um longo período.
 
 A pintura é essencialmente uma combinação de linhas, formas, cores, tons, textura eespaço. Ele tenta transmitir as expressões faladas e não faladas com os traços de umpincel.
 
 O íni
 A pintura facial é considerada uma tradição importante entre os nativos americanos. Émuito mais do que apenas uma prática de embelezamento. É um ato sagrado de distinçãosocial e uma herança cultural. Em ocasiões especiais rostos dos membros da tribo estãopintados para aumentar a sua beleza e poder. Cada tribo dos índios tem sua maneiraprópria e original de pintura facial. Para os índios nativos americanos, raízes, frutos ecascas de árvores são mais comumente usados para fazer as tintas para pintura de rosto.Estas matérias-primas naturais são moídas e misturadas para fazer a tintura. Argila decores diferentes também é usada em pintura facial indígena.Essas cores maravilhosas, juntamente com os desenhos tradicionais, criam o efeitodesejado.O processo envolve uma estrita ordem ritualística, que é mantida durante a aplicaçãodessas cores. As cores são aplicados primeiro ao redor do nariz e somente o dedo indicador e o dedomédio são usados para a aplicação. O resto do rosto, ou seja, testa, queixo e área dosolhos são então cuidadosamente cobertos com tinta.Eles, então, fazem o design de sua tribo. Cada tribo tem os seus próprios desenhos para aguerra e cerimônias.
S
iniic c
 As cores tinham diferentes dignificados em diferentes culturas. Na cultura indígena, overmelho é uma cor violentam porque é a cor da guerra. Estranhamente, o preto éconsiderado a cor da vida. O branco é a cor da paz. Acreditava-se que o verde, quandousado nos olhos, capacitava o usuário a enxergar à noite.
 
 Amarelo é a cor mais desfavorável, é a cor da morte, pois é a cor de "ossos velhos".Cada tribo indígena tinha sua maneira própria e original de pintar o rosto.
 
Pin in n il
Não se aplicam à chamada arte indígena ± que no caso do índio brasileiro pode-se definir como fazer com maestria, superando os limites do meramente utilitário -, os mesmosconceitos que regem a arte ocidental, como por exemplo o de arte pura, ou arte pela arte,até porque a arte indígena, e nela a pintura facial e corporal, para muito além do conteúdoestético possui finalidade mágico-simbólica, vinculada que está ao universo mítico-cosmológico da comunidade, além de, entre outras funções, servir de ³carteira deidentidade´ de quem a exibe, ao revelar dados sobre sua etnia, posição e prestígio social,sexo, idade, filiação a esse ou àquele clã, estado civil, se participa de algum ritual, se sepreparou para a guerra etc. É num tal contexto que adquire pleno significado a explicaçãodada no longínquo Séc. XVIII a um missionário por um índio que, indagado por que sepintava, respondeu-lhe que para se diferenciar dos bichos; explicação idêntica à dosWayana atuais, que pintam seus corpos, dizem, para não se assemelharem aos macacos. Aqui cabe um parêntese: não se deve falar em arte indígena, no singular, porém em artesindígenas, porque estilos, formas e padrões ornamentais variam de povo para povo, domesmo modo como há povos que sedestacam de maneira especial na cerâmica, outros na

Activity (27)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 hundred reads
1 thousand reads
CaFraz liked this
CaFraz liked this
servulo liked this
Shirley Rosa liked this
Viviane Barboza liked this
fabixitz liked this
Miih Oliveira liked this
Lays Vasconcelos liked this

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->