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relatório estagio supervisionado em nutrição clinica

relatório estagio supervisionado em nutrição clinica

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1. INTRODUÇÃO
Este relatório apresenta resultados do estágio supervisionado II emnutrição clínica da faculdade alvorada realizado no Hospital Regional da AsaSul- HRAS, durante o período de 22/09/2010 a 28/10/2010 com carga horáriadiária de 6 horas.A elaboração deste trabalho visa mostrar de forma sucinta as atividadesdesempenhadas no âmbito do hospital durante o estágio supervisionado. Oestágio se apresenta como um dos componentes curriculares no processo deorganização dos conhecimentos, não mais se admitindo a separação entreteoria e prática e entre saber acadêmico e saber profissional. O estágio é partedo processo de formação do aluno, estabelecendo a interlocução entre opercurso acadêmico e o fazer profissional. Ao relacionar o mundo do trabalhoao da faculdade, o estágio possibilita ao conjunto de disciplinas e atividades docurrículo uma aproximação com a realidade.A nutricionista na área hospitalar é indispensável, assim como todaequipe multidisciplinar. Pois cabe ao nutricionista da área clínica prestaassistência dietética a paciente sadios ou enfermos em atendimento hospitalar,ambulatorial, domiciliar . Com o objeto de promover a saúde e recuperação doestado clínico do paciente. Cabe ao nutricionista clínico planejar, organizar,supervisionar e avaliar o estado nutricional do paciente, elaborando assim,diagnóstico nutricional com base nos diagnósticos nutricional com base nosdados clínicos bioquímicos, antropométricos e dietéticos e utilizando dessesdados para traçar metas e avaliar o os resultados de forma precisa.É dever do nutricionista registrar em prontuário a conduta nutricional eprescrição dietética de acordo com as normas da instituição. Se interar aequipe multiprofissional pra realizar atendimento a paciente com dietas viaenteral e parenteral.
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REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
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2.1 ANEMIAS FALCIFORMES
A Anemia Falciforme faz parte de um grupo de doenças genéticasrecessivas hereditárias chamadas de hemoglobinopatias. Ashemoglobinopatias podem consistir de variações estruturais na hemoglobina,ou de talassemias.Das hemoglobinopatias de variação estrutural, a de maior significadoclínico é a chamada Hemoglobina S (HbS), que apresenta altas incidências naÁfrica, Arábia Saudita e Índia. Devido aos grandes deslocamentos e migraçõesde populações humanas nestes últimos 500 anos, atualmente encontra-seindivíduos afetados por diferentes formas de hemoglobinopatias no mundointeiro.Em geral, os pais são portadores assintomáticos de um único geneafetado (heterozigotos), produzindo HbA e HbS (AS), transmitindo cada umdeles o gene alterado para a criança, que assim recebe o gene anormal emdose dupla (homozigoto SS). Os indivíduos portadores de dois alelos HbS (homozigotos) sãoacometidos de Anemia Falciforme. A Anemia Falciforme é caracterizada por anemia crônica e episódios de dor severa. Estes sintomas são conseqüênciade uma alteração estrutural específica na molécula de hemoglobina S. Ahemoglobina S possui um formato de foice que impede que a mesma circulelivremente pelos capilares, podendo tanto haver interrupção de fluxo sanguíneocapilar, como a sua própria destruição precoce.A doença originou-se na África e foi trazida às Américas pela imigraçãoforçada dos escravos. No Brasil, distribui-se heterogeneamente, sendo maisfreqüente onde a proporção de antepassados negros da população é maior (nordeste). É a doença hereditária de maior prevalência no BrasilUma das características dessas doenças é a sua variabilidade clínica:enquanto alguns pacientes têm um quadro de grande gravidade e estão
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sujeitos a inúmeras complicações e freqüentes hospitalizações, outrosapresentam uma evolução mais benigna, em alguns casos quaseassintomática. Tanto fatores hereditários como
 
adquiridos contribuem para estavariabilidade clínica. Entre os fatores adquiridos mais importantes está o nívelsócio-econômico, com as conseqüentes variações nas qualidades dealimentação, de prevenção de infecções e de assistência médica.De modo geral, além da anemia crônica, as diferentes formas dedoenças falciformes caracterizam-se por numerosas complicações que podemafetar quase todos os órgãos e sistemas, com expressiva morbidade, reduçãoda capacidade de trabalho e da expectativa de vida. Além das manifestaçõesde anemia crônica, o quadro é dominado por episódios de doresosteoarticulares, dores abdominais, infecções e enfartes pulmonares, retardodo crescimento e maturação sexual, acidente vascular cerebral ecomprometimento crônico de múltiplos órgãos, sistemas ou aparelhos.A falcização das hemácias por ela determinada, além de causar anemiahemolítica crônica, ainda é responsável pela obstrução de vasos sangüíneos,com crises de dor, infartamento e necrose em diversos órgãos, como ossos earticulações, baço, pulmões, rins e outros. Trata-se, portanto, de uma doençacrônica, incuvel, embora tratável, e que geralmente traz alto grau desofrimento aos seus portadores, que merecem atenção especial do ponto devista médico, genético e psicossocial.Devido ao encurtamento da vida média das hemácias, pacientes comdoenças falciformes apresentam hemólise crônica que se manifesta por palidez, icterícia, elevação dos níveis de bilirrubina indireta, do urobilinogêniourinário e do número de reticulócitos. A contínua e elevada excreção debilirrubinas resulta, freqüentemente, em formação de cálculos de vesículacontendo bilirrubinato. Entretanto, diferente das outras anemias hemolíticas,pacientes com doenças falciformes não costumam apresentar esplenomegaliaporque, repetidos episódios de vasoclusão determinam fibrose e atrofia dobaço. A destruição do baço é a principal responsável pela suscetibilidadeaumentada a infecções graves (septicemias). Sendo estas infecções a
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