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Musicas Cifradas MPB_6

Musicas Cifradas MPB_6

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Published by: Contos InfantoJuvenis on Mar 31, 2011
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02/05/2013

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Paralelas
Belchior 
E ADentro do carro, sobre o trevo a cem por hora, ó meu amorE7/9 ASó tens agora os carinhos do motorE7/9E no escritório em que eu trabalhoA D7/9 EE fico rico, quanto mais eu multiplico diminui o meu amorE EEm cada luz de mercúrio vejo a luz do seu olharBm7 E7 E/D APassas praças, viadutos, nem te lembras de voltar, de voltar, de voltarA (C°)No corcovado quem abre os braços sou euB7 E E/DCopacabana esta semana o mar sou euF#/C# A/BComo é perversa a juventude do meu coraçãoE F7M/5- EQue só entende o que é cruel e o que é paixãoE/D A/C#E as paralelas dos pneus n'água das ruasA Bm7 A/C#São duas estradas nuas em que foges do que é teuBm7 E7 ANo apartamento, oitavo andar, abro a vidraça e gritoEGrito quando o carro passa: teu infinito sou euE/D A/C#Sou eu, sou eu, sou eu
 
Galos, Noites e Quintais
Belchior 
Intr.: A E (A F#m) E4/7 EEQuando eu não tinha o olhar lacrimosoF#Que hoje eu trago e tenhoAQuando adoçava o meu pranto e o meu sonoE D ANo bagaço de cana de engenhoQuando eu ganhava esse mundo de meu DeusFazendo eu mesmo o meu caminhoPor entre as fileiras do milho verde que ondeiamECom saudades do verde marinhoAEu era alegre como um rioF#mUm bicho, um bando de pardaisDComo um galo, quando haviaEQuando havia galos, noites e quintaisAMas veio o tempo negro e a força fezF#mComigo o mal que a força sempre fazD ENão sou feliz, mas não sou mudoAHoje eu canto muito mais
 
Hora do Almoço
Belchior 
Intr.: ( D D/C G/B Bb° )No centro da sala, diante da mesaNo fundo do prato comida e tristezaA gente se olha, se toca e se calaE se desentende no instante em que falaMedo, medo, medo, medo, medo, medoCada um guarda mais o seu segredo,A sua mão fechada, a sua boca aberta,O seu peito deserto, a sua mão parada,Lacrada, selada, molhada de medoPai na cabeceira, é hora do almoçoMinha mãe me chama, é hora do almoçoMinha irmã mais nova, negra cabeleiraMinha avó reclama, é hora do almoçoMoço, moço, moço, moço, moço, moçoQue eu ainda sou bem moço prá tanta tristezaDeixemos de coisa, cuidemos da vidaPois se não chega a morte ou coisa parecidaQue nos arrasta moço sem termos visto a vida

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